10 comentários:
De Selvagem Anónimo a 18 de Novembro de 2004 às 13:24
Quando abri a pagina fiquei estática.Revi-me nela....Hoje tinha acordado com a sensação de ter virado mais um página.Esperei por este dia, com uma calma aparente mas com as ideias num verdadeiro turbilhão e o sentimento á flor da pele.Por vezes basta uma´gota`,um pequeno nada,para seguir em frente...Tudo o que era verdade ontem,já não o é amanhã...E, tendo a certeza disto.......espero.Amanhã será outro dia.Este ciclo vai surgindo e fluindo nas nossas vidas....A vida é assim mesmo..por isso agarro os´momentos`,aqueles que realmente interessam, e ficam dentro de nós...Todo o´senão`tem um lado bom....e bom mesmo é saber guarda-lo no estado mais puro....-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------marta
</a>
(mailto:martax_30@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 18 de Novembro de 2004 às 13:48
Também eu me revejo neste texto marta. Já li e reli e cada vez mais parece um espelho com a minha imagem.
cereza
</a>
(mailto:lis_tv@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 18 de Novembro de 2004 às 22:33
Cereza, confesso que quando abri o teu blog não fiquei estático, estarrecido ou estupefacto. Talvez pelo facto de não me rever no texto, ou talvez porque não o tenha entendido na sua essência. De uma coisa estou certo, fala de sentimentos e como tal vou deixar aqui uma pequena história intitulada "A ilha dos sentimentos". Leiam e reflitam.

Era uma vez uma ilha, onde moravam todos os sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Sabedoria e todos os outros sentimentos. Por fim o Amor. Mas, um dia, os moradores foram avisados que aquela ilha iria afundar. Todos os sentimentos se apressaram a sair da ilha.

Pegaram nos seus barcos e partiram. Mas o Amor ficou, pois queria ficar mais um pouco com a ilha, antes que ela afundasse. Quando, por fim, estava quase a afogar-se, o Amor começou a pedir ajuda. Nesse momento passava a Riqueza, num lindo barco. O Amor disse:

- Riqueza, leve-ma contigo.
- Não posso. Há muito ouro e prata no meu barco. Não há lugar para ti.

Ele pediu ajuda à Vaidade, que também vinha a passar.

- Vaidade, por favor, ajuda-me.
- Não posso ajudar-te, Amor, tu estás todo molhado e poderias estragar o meu barco novo.

Então, o Amor pediu ajuda à Tristeza.

- Tristeza, leve-ma contigo.
- Ah! Amor, estou tão triste, que prefiro ir sozinha.

Também passou a Alegria, mas ela estava tão alegre que nem ouviu o Amor chamá-la.
Já desesperado, o Amor começou a chorar. Foi quando ouviu uma voz chamar:

- Vem Amor, eu levo-te!

Era um velhinho. O Amor ficou tão feliz que se esqueceu de perguntar o nome do velhinho. Chegando ao outro lado da praia, ele perguntou à Sabedoria.

- Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?

A Sabedoria respondeu:

- Era o TEMPO.
- O Tempo? Mas porque só o Tempo me trouxe?
- Porque só o Tempo é capaz de entender o "AMOR"."
[KitKat]
</a>
(mailto:eclipseforever@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 18 de Novembro de 2004 às 23:02
,
Também tive o privilégio de ter - o belo e profundo texto que agora aqui publicas no teu blog - partilhado comigo pelo nosso amigo comum. Tive com o nosso querido amigo uma pequena conversa que acabou inacabada... um impasse qualquer causado por certa reluctância minha na medida em que não adbiquei das minhas "coincidências", enquanto o nosso amigo "was all for" "transferências"...
Well, a única conclusão a que consigo chegar é a de que as distâncias provocadas de tudo e de todos fazem a história da minha vida e vá-se lá saber de quantas mais outras vidas de pessoas que se recusam a deixar fluir o sentimento!
Eu
</a>
(mailto:kuska@veracruz-bar.ch)


De Selvagem Anónimo a 18 de Novembro de 2004 às 23:03
Cereza, Também tive o privilégio de ter - o belo e profundo texto que agora aqui publicas no teu blog - partilhado comigo pelo nosso amigo comum. Tive com o nosso querido amigo uma pequena conversa que acabou inacabada... um impasse qualquer causado por certa reluctância minha na medida em que não adbiquei das minhas "coincidências", enquanto o nosso amigo "was all for" "transferências"... Well, a única conclusão a que consigo chegar é a de que as distâncias provocadas de tudo e de todos fazem a história da minha vida e vá-se lá saber de quantas mais outras vidas de pessoas que se recusam a deixar fluir o sentimento!Eu
</a>
(mailto:kuska@veracruz-bar.ch)


De Selvagem Anónimo a 19 de Novembro de 2004 às 00:34
[kitkat] o "tempo" faz crescer o amor, mas tb cura as desilusões! felizmente! cereza
</a>
(mailto:lis_tv@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 19 de Novembro de 2004 às 11:01
Quando li o texto a primeira ideia, relâmpago, que me veio à cabeça foi o irc, e deu-me um "baque". Nem o vou comentar, porque já há algumas senti o mesmo.... e mais não digo^Erina^
</a>
(mailto:paula_m_sousa@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 19 de Novembro de 2004 às 11:09
O saber o que nos vai na alma é, já de si, uma tarefa daquelas. Jorro em mil fontes de tantíssimos sentimentos que se confundem . . .Isso é o texto!

Não senti chegar a manhã porque adormeci nos teus braços

Não queria acordar, resisti. Voltei a mim e soube

Que os versos eram cabelos quase imperceptíveis.

Em volta, redimi o sono exagerado semeando, inerte,

Lições de aventura e de viagens!

Mostrei tudo o que trazia do meu sono e esperei,

Na suavidade do olhar encontrei a resposta -

A tua, e a que nunca tinha procurado!

Sei que por mim, qualquer sino que nunca dobra,

Jamais observará o mais gélido gemido, nem sentido,

Mas o tempo é a fuga da manhã e eu nunca a senti chegar.


Maslow
</a>
(mailto:Manuel_Azevedo@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 19 de Novembro de 2004 às 14:16
Como se pincéis, teus dedos pintaram-me uma estrada de dentro para fora,
em que ansiava por estar só , sem dedos pintando,
e a desvontade de teus dedos aconteceu numa noite igual a tudo
que já me tinha acontecido!
Maslow
</a>
(mailto:manuel_azevedo@hotmail.com)


De marcelo in the dark a 17 de Dezembro de 2007 às 00:05
insoiradir naum.rrsrsrsrsrrs night nigth nigth


Ah... Comenta-me