19 comentários:
De Selvagem Anónimo a 24 de Janeiro de 2006 às 00:39
"Muito depois, levantou-se, olhou para ela, e com a voz presa e rouca disse-lhe:
-Não te movas, deixa-me olhar-te... ver o teu cabelo brilhar, os teus seios redondos de uma brancura candida e ultrajante.

Não ligues ao tremor da minha voz, quero recordar-te assim, indefesa e minha para a eternidade.Ela... não sei como reagiu." Eu sei como reagia....ira sentir-me (finalmente...) a mulher mais feliz do mundo, iria acreditar no amor e na paixão....iria pensar que valeu a pena sonhar.... Cereza numa palavra LINNNDO!!

PatanisKa
</a>
(mailto:sissacc@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 24 de Janeiro de 2006 às 01:54
Enquanto o regojizo de uns é a impaciência de outros... como se tratasse de uma maldição! Raios e coriscos grita a alma por dentro ao ver um corpo nú, isento de movimentos bruscos. Ora vem outra possessão, e mais uma e mais uma até se chegar ao limite de uma ruptura física! Corpos humanos à luz de uma noite que só de si marca a magia e as trevas. A batalha do amor e da paixão é eterna e jamais deixará de atormentar almas mortais. Apesar de a dor ser aliviada por breves instantes... esta mesma dor percorre nas veias de quem deu e ofereceu a nós nesse instante. Mais uma laceração de uma adaga que mais parece uma guilhotina em constante trabalho. De luzes cinzentas e manchas coloridas de aguarelas na alegria e no calor da noite, no regojizo pessoal e bilateral... à frieza ensanguentada de um punhal em fúria durante um instante por mera ganância. Manchas estas de um brilho negro a um luar, que de dia se tornam num vermelho seco.Suicidal_kota
</a>
(mailto:cromokamikaze@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 24 de Janeiro de 2006 às 09:50
Ceejolas xiça!Logo pela manhã aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

Lindo :))**Tex
</a>
(mailto:texazinha@iol.pt)


De Selvagem Anónimo a 24 de Janeiro de 2006 às 09:52
welll esta cabeça vermelha anda a sair da casca... anda anda..Ideiasavulso
(http://2)
(mailto:Ideiasavulso@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 24 de Janeiro de 2006 às 09:55
"Eu avisei, não tenho jeito para este tipo de texto"... vocês acreditam???? eheheheheh Lindo!!! volto mais tarde :))))))) lua_de_avalon
</a>
(mailto:ermelinda_1955@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 24 de Janeiro de 2006 às 10:10
......O texto está divino Cerezita!!!:)*marta
</a>
(mailto:martax_30@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 24 de Janeiro de 2006 às 10:23
Ela... olhou-o profundamente, perguntando-se como era capaz de amá-lo tanto.Tex
</a>
(mailto:texazinha@iol.pt)


De Selvagem Anónimo a 24 de Janeiro de 2006 às 10:47
O texto está uma delicia... aqui vai um pagamentozito: Sinto raiva e ciúmes de um lugar distante // Vais e eu fico // Deixas-me cega, condenas-me ao cinzento, levas o sol // Deixas-me surda, abandonas-me ao silêncio, levas a melodia // Vais e eu fico // O que farei com os olhos? // O que será dos meus sentidos, sem a tua voz melosa a acordá-los? // O exotismo do longínquo não te embriagará // A obscenidade do desconhecido não te saberá provocar // O meu espírito estará ocupado com a segunda tarefa que melhor desempenho // Esperarei. E tu virás.bonecarussa
</a>
(mailto:bonecarussa@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 24 de Janeiro de 2006 às 11:22
Guardamos segredos de infindaveis e deliciosos momentos. Quando o corpo se apodera da alma, quando tudo deixa de ter forma. Cega-nos, morde-nos vorazmente cada pedaço de nós... e mais nao digo.Marco Neves
</a>
(mailto:megabife@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 24 de Janeiro de 2006 às 12:19
Cerejolas essas coisas lidas pela manhã já nem me aptece levantar. E acho que estás a arranjar um rico problema ás pessoas que tem falta de peso......Mas está muito bonito o texto....Carlos Murat
</a>
(mailto:carlos.murat@clix.pt)


Ah... Comenta-me