Sexta-feira, 17 de Março de 2006

High and Low

 

"Hunting High And Low"

Here I am
And within the reach of my hands
She sounds asleep and she's sweeter now
Than the wildest dream could have seen her
And I Watch her slipping away
But I know I'll be hunting high and low

High
There's no end to the lengths I'll go to
Hunting high and low
High
There's no end to lengths I'll go

To find her again
Upon this my dreams are depending
Through the dark
I sense the pounding of her heart
Next to mine
She's the sweetest love I could find
So I guess I'll be hunting high and low

High
There's no end to the lengths I'll go to
High and Low
High
Do you know what it means to love you...

I'm hunting high and low
And now she's telling me she's got to
go away
I'll always be hunting high and low
Hungry for you
Watch me tearing myself to pieces
Hunting high and low

High
There's no end to the lengths I'll go to
Oh, for you I'll be hunting high and
low

 


Impressão Digital Cereza às 20:25
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62 comentários:
De flyman a 24 de Março de 2006 às 10:45
flyman agradece e faz uma vénia arrepimpada a Morgaine, pensando se será merecedor de tamanho elogio... :)


De Morgaine a 22 de Março de 2006 às 23:21
Flyman, desculpa mas tenho de te dizer isto... estou que nem posso.. tu ontem e hoje, sim, com essa imaginação, tu FIZESTE o blog. Essa tua veia para a escrita é simplesmente fantástica. espero que ao menos, se este raio de coiso se mantém closed porque a ruiva de meia-tijela assim o quer, eu te possa ler noutro lado qualquer porque o que tu tens, não o podes perder! Senti-me como numa plateia a ver um filme! Não é qualquer um que consegue isso. CLAP CLAP CLAP!!!


De flyman a 22 de Março de 2006 às 17:26
Estava ali aprisionado. Estava em crer que se não tivesse metido os dedos ás goelas, para regurgitar a substância inebriante que o homem-sapo me tinha dado a beber, há muito estaria a dormir, o que tornaria os meus esforços para sair dali, muito mais demorados, de forma que nem o uso de 4300 caracteres seguidos, me tornariam mais rápido na resolução daquela aventura. Caramba, os meus amigos tranformados em estátuas, de certeza que se tinham deixado embalar pelo cheirinho e gosto da poção que estava no copo que lhes fora oferecido, e tinham emborcado tudinho! Mas agora o que me interessava era sair dali, salvando-os. Ainda pensei atirar o meu amigo Cocas de encontro ao painel irritante com a palavra "CLOSED", mas ele era de pano e de certeza que não partiria o sinal. Pensei, pensei, e... EUREKA! Como era possível, eu, flyman, ter-me esquecido de algo tão fundamental como a minha outra metade do meu nick!... PEGASUS, claro! Assobiei com quanta força pude, de tal forma que nenhum som saiu e fiquei todo cuspido. Estão-se a rir? Os cavalos ouvem sons que nós não ouvimos, tal como os cães. Não sei se isso acontece com todos os cavalos, mas com o meu pegasus, acontece! Nem trinta segundos se tinham passado. Ouvi resfolegar e som de cascos, bem como o da deslocação de ar pelo fechar de asas do meu cavalo alado. Um relinchar vitorioso revelou-me que estava a chegar ao final secante desta história toda. O pegasus estava do lado de lá daquele sinal de vidro "CLOSED"! Não era neon, era um vitral! "PEGASUS!", gritei eu, "dá um coice no "CLOSED"!" Ouvi ele a ajeitar-se. Por breves instantes, silêncio. Depois, BUM! TLIM! TLIM! TLIM! Milhres de bocados de vidro vermelho e branco, tinham-se espalhado pelo chão fora, deixando entrar o sol nascente sala adentro. Aos poucos, iluminados pelos raios descendentes, todos os que estavam petrificados, gelados, estáticos, começaram a mexer-se. Era ridicula a quantidade de bocejos que se ouviam, resultantes desse início de atividade. Até o meu amiguinho Cocas se preparava para se levantar! Hurra! Eia! Salvos!... "Não tão depressa, meus caros..." Uma silhueta surgia no corredor. Era o arrepiante homem-sapo! Huuuuuuuuuuuu!!!!!... "Olha! era mesmo contigo que eu queria falar!" disse eu. "Anda cá, meu desgraçado, que eu já te mostro como se fazem filhoses." (a massa das filhoses tem de ser batida, para ficarem bem boas, depois de fritas (n.a.)). Ante a minha confiança, escudada na presença de todos os meus amigos, do pegasus e do Cocas, o homem-sapo vacilou. Com uma vozinha mais trémula e fininha, começou a perguntar: "O que é que eu fiz?... O que é que eu fiz?... M... Mas o que é que eu fiz?...", Tive de responder-lhe: "És feio! És mau! Não tens amigos nenhuns que gostem de ti! Cheiras mal! És parvo, e agora vamos todos embora e nunca mais queremos saber nada de ti!" Completamente combalido pela dureza e violência das minhas palavras, o homem-sapo capitulou. Ao capitular, foi diminuindo de tamanho, as roupas aristocráticas, cairam aos seus pés, aliás não eram pés, eram barbatanas, revelando-o em toda a sua verdade: era um sapo com pretensões a algo mais, sem importar quem esbarbatava! Saímos todos dali para fora deixando o sapo à sua sorte. Forcei-me a não voltar para trás, não fosse ter pena dele. Ali seguiamos nós de frente para o Sol, iluminados por uma nova luz, que nos augurava os bons tempos que se avizinhavam! Fim/The End/Fin/Koniek/Finito Até que enfim irra! Estava ligado à corrente!...


De lua_de_avalon a 22 de Março de 2006 às 17:13
"A Lua-de-Avalon, a olhar para o espaço à procura da sua irmã." só tu para me fazeres rir... :))) adorei de ler os textos, parabens flyman


De flyman a 22 de Março de 2006 às 16:40
"Raios partam os sapos!"? Naquele momento não podia concordar mais com aquela interjeição, salvo, claro, a fabulosa excepção do meu amigo Cocas. O Cocas continuou a explicação: "Estava eu a curtir o meu BM, quando depois de quase ter atropelado um banana dum primo meu que se atravessou à frente da meu carrinho, encontrei um tipo estranho a pedir boleia. Nem era homem, nem era sapo, e no entanto, ao mesmo tempo era as duas coisas. Naquele deserto, tive pena dele e dei-lhe boleia, mas o sacana ofereceu-me de beber do cantil dele como forma de agradecimento, e eu para não o ofender, aceitei, e o cheirinho a café, limão e canela era irresistível... Passado uns momentos adormeci e acordei aqui aprisionado nestas masmorras. Quando os meus primos lá fora, o viram chegar, vieram todos contar-me o que se estava a passar. Como calculei o desfecho, coloquei aqui estes colchões e almofadas, não fosse dar-se o caso de vir a voar pela sala fora." Agradeci-lhe, e pedi-lhe para me explicar o que era aquilo tudo, o que se passava ali. O Cocas explicou-me então que o sapo-homem era um ser muito invejoso e cobiçava todo o valor das coisas que se destacavam da média, à qual ele na sua essência, não podia fugir, a não ser arranjando subterfugios desta natureza. Pois era ele que supervisionava os "blogs Sapo" e tinha descoberto um verdadeiramente fantástico. Tão bom, que queria ficar com ele só para si. Tudo se estava a tornar claro! "Cocas, vais ajudar-me?" perguntei. "Queria muito, mas não consigo ficar acordado mais do que uns breves intantes. A porcaria da bebida que o sapo-homem me deu, tem efeitos secundários e permanece desde que aqui entrei. Aliás, já estou outra vez com vontade de dormir." Dito isto, caiu como se tivesse sido fulminado por um raio. Aconcheguei-o no meio das almofadas e fui explorar a sala onde agora me encontrava. Por cima de mim, uma grande parede iluminava de vermelho o resto da sala. Era como se fosse um grande painel de neon, com muitos metros de altura por ainda mais de largura, rasgado por vários espaços brancos, na vertical e na horizontal. No meio da sala, por entre uma neblina branca rasteirinha, muitas estátuas. Em fundo, parecia ouvir o som de uma música conhecida, mas de momento não a conseguia identificar. À medida que ia chegando perto das estátuas, um calafrio percorreu os meus ossos. Aquelas estátuas pareciam gente verdadeira! Mais perto delas fui reconhecendo uma a uma. Sem dúvida! Eram eles! Os comentadores do UJ! Estavam petrificados, congelados, estáticos! O que poderia eu fazer para os salvar? O Abel, com uma série de papéis e livros debaixo do braço, a preparar-se para receber um limão que a bruxa Morgaine se preparava para lhe atirar. A Vanessa, frente a um computador dentro de uma sauna finlandesa. A Alic, a vir das compras com sacos da feira de Cascais. O Gambitt, a segurar a testa de modo pensador. A Lua-de-Avalon, a olhar para o espaço à procura da sua irmã. A ^Erina^ a verificar as suas asinhas. O Justin, sentado, com ar meio perdido. Um anónimo, a esconder com as mãos a placa de identificação que trazia ao peito. O Carlos, a olhar para o infinito. A Morgaine Espancada, completamente desgrenhada, roupas rasgadas, enfim uma lástima. Morgaine Neruda, de pé, olhando para o lado, esfregando as mãos, ansiosa à espera do carteiro. A Maria, cheia de graça, de sorriso sereno. A Dríade, com um olhar arisco, a tentar imaginar a próxima traquinice a aprontar. Eu, não estava reflectido em lado nenhum. José Silveira, a botar discurso. A Cereza também lá estava! Até tu, Cereza! Sukkub, a sair do seu leito de descanso. Encantos e Paixões, cheio de passarinhos e flores, a tocar pífaro. O Fonz, com um mapa na mão a perguntar a direcção para um restaurante que lhe tinham dito que era muito bom. O meu caro WG!.. não estava lá. Mas se estivesse estaria com uma grande bilha, a deitar água. Olhei em redor. A parede encarnada, com os riscos brancos, afinal tinha uma mensagem escrita! "CLOSED"! Era o que os riscos brancos desenhavam no meio de tanto encarnado! Aquilo era medonho! Naquele chão coberto pela neblina de gelo seco misturado com um bocadinho de água, era impossível ver mais símbolos de triângulos de "Play" ou "FastForward", ou outros quaisquer. Haveria algo para lá daqueles vidros vermelhos e brancos.


De flyman a 22 de Março de 2006 às 15:34
Oh, gelatina mole, gelatina mole, oh, gelatina mole aos golfões, bolas que já estou enterrado, quase até aos cordões... da minha sweter. De repente, quase com os braços engolidos pela massa gelatinosa, e com um fim horrível pela frente, reparo num pequeno sinal na pedra do chão mesmo no meu nariz. Um pequeníssimo triângulo com a ponta para a direita, fez-me lembrar de algo. Toquei-lhe. Era sólido. Hesitações para quê? Com os braços ainda a gozarem de uns últimos momentos de mobilidade, agarrei-me aquela laje, com quantas forças tinha. Concentrei toda a energia disponível naquele momento, e quase como por milagre, comecei a içar-me daquela mistela viscosa. Mais um esforço e pronto, já estava livre e sobre a laje de pedra com o símbolo do triângulo. A lógica era a seguinte: um triângulo com a ponta virada para a direita - "play", ou seja, continuava em jogo. Básico. Nem o Robert Langdom, simbologista de renome internacional, eternizado pelas aventuras "Anjos e Demónios" ou "Código da Vinci", se iria lembrar desta elaborada associação! Ainda numa fase de regozijo por me ter salvo de uma embaraçosa situação, reparei que o embaraço seria maior, se estivesse ali mais alguém comigo. Um cheirinho a ovo podre, libertava-se a custo de uma roupa absolutamente imprópria para uso imediato e grudada ao corpo. Pois no meio de tanta concentração e esforço, tinha-me descuidado com o resto. Bem, o que interessava de momento era que estava vivo, ninguém saberia desse pormenor, e eu ainda estava em jogo. Agora sim, tinha consciência que todas as minhas atitudes se reflectiriam no sucesso ou insucesso da minha missão, de uma forma vital, a minha própria vida! Observei com atenção as lajes do chão à minha frente. Só uma e apenas uma tinha o tal símbolo do triângulo com a ponta para a direita. Era essa que tinha de pisar e fi-lo. Sucesso! Por curiosidade toquei com a pontinha do pé as outras que estavam ao lado. Tremeram como treme a gelatina num prato. Olhei para as paredes e tecto. Não pareciam ter armadilhas, mas nunca fiando. Do tecto pendiam umas correntes de ferro. Olhando mais fixamente, verifiquei estarem dois pequeníssimos triângulos seguidos com a ponta voltada para a direita. Ora um mais um dois, se um triângulo significa "Play", dois seguidos voltados para o mesmo lado, significa "FastForward". Hum... Seria?... Nada como experimentar. Com cuidado icei-me nas correntes. Com os olhos fixos no fundo do corredor, e na sala de ambiente avermelhado que seria o meu ponto de chegada, comecei a balançar-me. Cada vez que atingia o final de cada movimento ouvia um "clanck". De certeza que as correntes estavam ligadas a um mecanismo. Quando no final de cada movimento, já tinha a cabeça quase a bater no tecto, comecei a ouvir um som de roldana a acelerar "vuuuiiiiichh"! Zás! Ia quase largando a corrente com a violência da aceleração. Dos 0 aos 100Kms/h em dois segundos, pelo menos, era o que os g's sentidos me diziam... A travagem, propriamente dita, nunca existiu. O que se passou, foi que no final do corredor, as correntes terminaram o curso da engrenagem, e estacaram. Eu não. Se fosse formado em física ser-me-ia mais fácil explicar essa cena da inércia de um corpo, mas penso que já entenderam a ideia. Fui remessado qual peso saído duma catapulta, pelo espaço da sala fora. Em câmara lenta, esse momento até talvez tivesse alguma dignidade, mas aquela velocidade, só me restou preparar-me o melhor que pude para o impacto inevitavelmente doloroso. Cabrum! Nos meus tempos de aluno-piloto na Força Aérea, tinha feito aterragens bem mais suaves. Atordoado, levantei a cabeça para ver onde estava. Inacreditável! Tinha aterrado num monte de almofadas e colchões! Estavam montes de penas a cair com a suavidade dos flocos de neve na ausência de vento. "Magoou-se, Sr. flyman?" Raios, não estava só e aquela voz era-me familiar! Quando me voltei na sua direcção, espanto total! Primeiro vi uns pés de sapo, umas pernas de sapo, uma barriga de sapo, uma gola aos triângulos verdes. COCAS!! Não! não era o sapo-homem! Era o Cocas, o meu herói de criança! "Tu!" disse eu. "Sim, Sr. flyman, eu! Fui aqui encarcerado pelo sacana do sapo-homem, porque eu no BMW série 1 lá do spot publicitário, era ainda mais rápido do que do SapoADSL, e além disso ofendi a raça dos sapos.


De lua_de_avalon a 22 de Março de 2006 às 14:53
Cereza onde se encontra o contador?... cadê!!!!! grrrrrrrrrrrrr


De Fonz a 22 de Março de 2006 às 12:41
Que musica tão totó :P


De Morgaine a 21 de Março de 2006 às 21:35
ahhh era uma garrafa.... só perguntei :))


De flyman a 21 de Março de 2006 às 18:47
Morgaine... Morgaine... Garrafas das Caldas, só há um modelo... e aquela era especial, era das Faianças Bordalo, não era uma garrafa qualquer... Bom, mas a produção aceitou e lá foi ela!


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