9 comentários:
De RS a 18 de Abril de 2006 às 17:24
Adoro estar a comer cerejas e atirar com o caroço na carola de alguém ihihihihiih


De Tex a 18 de Abril de 2006 às 13:19
Ai o que eu gosto de cerejas!Hihihihi


De vanessa a 17 de Abril de 2006 às 22:50
Dá vontade de dar uma trinca na cereja, assim aos bocadinhos, lentamente e sentir o sabor na boca.


De Selvagem Anónimo a 17 de Abril de 2006 às 22:35
CEREJAS CEREJAS CEREJAS CEREJAS CEREJAS CEREJAS CEREJAS CEREJAS...


De Majoca/SaloiaLoira a 17 de Abril de 2006 às 16:32
Ai que rica fantasia...como se diz muito em poucas palavras:)
beijos


De flyman a 17 de Abril de 2006 às 12:05
Boas, boas, são mesmo as de lá do Fundão... lol :p


De marta a 17 de Abril de 2006 às 11:11
Lindo!!!


De Bonecarussa a 17 de Abril de 2006 às 09:08
Gostei de ler. Gostei de ler até na forma, esguia. A sensualidade é como a água ou a areia finissima, esvai-se por qualquer fresta, por qualquer intervalo. O poema foi construido com palavras, com referências e igualmente com solidez, tanta, que o olhamos de alto a baixo, como quem admira um corpo. Parabéns Carlos.


De P-U-D-I-M a 17 de Abril de 2006 às 03:00
Muito bom mesmo..!! Um tanto ó quanto pernográfico mas muito bom.. Já mandei por a bolinha vermelha no canto superior direito.. Pode ser uma mesmo uma cereja lá no canto hehehe lool
Carlos parabéns tá muito bom!!


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