12 comentários:
De flyman a 19 de Maio de 2006 às 21:47
Para quando o capítulo de "Brincar aos Médicos?!... LLLOOOLLL


De muneka a 19 de Maio de 2006 às 08:25
bem o texto ta um show. eu passo ca d vez em quando e sou fa do blog e do conto, voces tem um jeitão pra escrever e para falar de "assuntos" humanos, ke nos dizem respeito a todos... tento vir ca todos os dias... é o meu momento de reflexao diária. mas este texto proporcionou mais ke reflexao... lol

nao axo ke seja horrivel por ser incesto, afinal eram duas pessoas ke se amavam, n eram realmente pai e filha e a nivel psicologico, essas tensoes precisam de ser satisfeitas. qando encontramos um parceiro que esteja a nossa altura para satisfazer a nossa pulsao , óptimo... precisamos de satisfazer as nossas fantasias acumuladas durane a infancia e adolescencia

na minha opiniao acho que no fundo todas nos somos um pouco assim maleficas como a "inocente" menina colegial que n keria provocar ...


De WG a 18 de Maio de 2006 às 20:15
Como exercício literário, o texto é interessante.
Por muito metafórica que pudesse ser a referência ao incesto e à prática de pedofilia, surpreende-me que ninguém tenha abordado os comentários por aí, quando ambas são práticas amplamente repudiadas pela sociedade.

Quanto ao incesto, diz-se (penso que esteja provado) que os filhos provenientes de uma relação de incesto têm uma alta probabilidade de terem deficiências, tanto mais alta quanto mais próximo for o grau de parentesco. Não sei se será isso que esteve na génese do repúdio desta prática, ou se foram outros motivos. Aqui uma pesquisa como aquelas que só o abel nos consegue brindar vinha mesmo a calhar!! Mas mesmo que o argumento seja esse, só é minimamente válido para aqueles mais fundamentalistas da religião, que defendem que sexo é só no casamento e só para procriação.
Isso não quer dizer que seja fã do conceito, ou que promova activamente que o pratiquem. Aliás, eu sempre tentei não me envolver com pessoas muito próximas com as quais tivesse que lidar regularmente depois, caso a relação falhasse (ex: colegas tanto de emprego como de estudos enquanto parte da mesma turma). Apenas acho que não faz sentido o repúdio.

Em relação à pedofilia, a partir do momento em que um menor não tem as mesmas armas de um adulto, acho errado, pois trata-se de um atentado aos direitos do indivíduo. Custa-me a compreender o fascínio, até porque sempre gostei mais de pessoas mais velhas que eu, mas a evidência demonstra que há quem tenha o fascínio. Também acho que a linha que define pedofilia não é fixa, mas por questões práticas é preciso determinar uma idade. O que não quer dizer que não tenha dúvidas que, com as crianças a começarem em média a sua actividade sexual cada vez mais cedo (entre elas), certamente muitas mais que uma mera mão-cheia de crianças de 14-15-16 anos seriam capazes de algo parecido com o que é narrado no texto. E quem é capaz disso pode ser tudo menos criança. Mas isto são dissertações teóricas sobre zonas cinzentas, que apesar de tudo é preciso assumi-las sem pudor, mas a triste realidade é que continuam a haver muitos casos de abuso de crianças sem capacidade de resistirem, fora os casos que não se conhecem.


De Majoca/SaloiaLoira a 17 de Maio de 2006 às 21:09
Eu não fico sem palavras...tenho a a maluca da imaginação sempre a trabalhar:))) O texto está muito bem na sua fantasia...eu nem mortinha meto aqui as minhas...que fartote!!! beijos


De Morgaine a 17 de Maio de 2006 às 19:15
Bem contada esta cena de bondage; boa imaginação alexandra :) . Não me senti nada acanhada por ler sobre sexo, nem me parece que a miori das pessoas o seja. Até aposto que se forem confrontadas até falam nisso sem dificuldade. Apenas acho que, tal como não dizem em publico que tiram macacos do nariz todos os dias quando vão a conduzir, porque se trata de um aspecto pessoal que cada um tem a liberdade de contar ou não, do mesmo modo permanecem calados perante o tema do sexo o que não siggnifica que estejam acaanhados ou que acham tabú. Pelo contrário.. talvez tenham uma história só deles e sentem-se livres de a partilhar ou não com os outros. Também é uma sensação de poder. E talvez comentando tenham receio de perder essa parte misteriosa da vida deles, que apenas eles sabem a verdade.


De Selvagem Anónimo a 17 de Maio de 2006 às 17:40
“Lolita, luz da minha vida, fogo da minha virilidade, meu pecado, minha alma” - Nabokov "Lolita"
As histórias de amor, são isso, histórias de amor, mesmo que aberrantes...


De Cereza a 17 de Maio de 2006 às 16:51
Só uma questão que quero colocar a todos... Porque é que e sempre tão dificil comentar estes temas? Se derem uma vista de olhos pelo blog... sempre que se fala de sexo, de uma maneira mais arrojada... fica tudo sem palavras! Porque? Sexo é algo tão natural como a sede ou o sono!



De Cereza a 17 de Maio de 2006 às 16:48
o céu é o limite! Agora fora de brincadeiras, os limites são estabelecidos pelas pessoas envolvidas, se gostam de chegar ao céu, tanto melhor!


De Tex a 17 de Maio de 2006 às 13:57
Qual é o limite? Até onde se pode fantasiar? Acho que não existe uma única resposta que sirva para todos..
Enfim, o mais inteligente será lançar mão da criatividade.
Se as fantasias são uma extensão da personalidade, devemos sentir-nos livres para trazê-las para a vida real.
Importante é ter a noção que a busca pelo prazer e satisfação deve ser algo saudável e não uma obsessão.


De Marco Neves a 17 de Maio de 2006 às 13:49
Os bons e brandos costumes lol... uma schoolgirl ohohohoh! Eu gostei tanto que por momentos pensei estar num serão de provincia à luz da vela acompanhado do crepitar de uma lareira e de um tinto que me dilata o corpo e a alma, sorrindo de uma forma vergonhosa e despudorada. Brindemos a todos os nossos "brinquedos" emocionais, é tão bom... tão bom mesmo! Uff!! Já me sinto mais normal sabendo há tanto maluquinho atrás dessas paredes... :)


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