Quarta-feira, 17 de Maio de 2006

Pontapé de saída para uma tese

Por paixão fazemos muita coisa... algumas erradas, outras nem tanto.. lembrei-me de um texto da Paris, que encontrei no blog dela. Por acaso um blog que tem muito em comum com o UJ. 

 Ficam aqui mais duas fotos do calendário Pirelli: Kate Moss.

Volto a lembrar , não se esqueçam do Conto do UJ. Estou á espera que alguém pegue nele. Basta ir a http://contouj.blogspot.com/ e deixar nos comentários a intenção em continua-lo!  (Não é por nada, mas acho que está lá uma voluntária á força.

"Podemos esquecer a sida e as drogas, as bombas nucleares,as experiências genéticas ,a manipulação da informação por parte do poder.
Podemos esquecer todas as ameaças exteriores!!
A verdadeira ameaça, a mais presente, está
dentro de nós.
São os ciúmes e o desejo, o êxtase,
o arrebatamento,o momento em que nos toca e derruba as estruturas sobre as quais assentam o nosso equilíbrio.
A paixão é a maior ameaça, independentemente de sermos racionais.

Ninguém está a salvo!!!!

Senão vejamos....

         

APONTAMENTOS PARA A TESE:

Catulo dedicou toda a sua obra a Lésbia.
 
Antínoo atirou-se a um lago quando pensou que já não era suficientemente belo para
Adriano.
 
Marco António perdeu um império por
Cleópatra.
 
Lancelot atraiçoou o seu mentor e melhor amigo pelo amor da rainha Guinevere e, doente de amor e de remorso, empreendeu a peregrinação em busca do Santo Graal.

Robin Hood raptou lady Marian.

Beatriz salvou Dante do Purgatório.

Petrarca dedicou toda a sua obra a Laura.
 
Abelardo e Heloísa escreveram-se durante toda a vida.
 
Diego Marcilla em Turel, caiu morto aos pés de Isabel de Segura ao inteirar-se de que esta desposara o pretendente escolhido por seu pai.

Julieta bebeu uma taça de veneno quando viu morto Romeu.

Melibeia atirou-se pela janela aquando da morte de Calisto.

Ofélia atirou-se ao rio porque pensou que Hamlet não a amava.

Polifemo cantou Galateia até ao final dos seus dias, enquanto vagueava choroso entre prados e rios.

Botticelli enlouqueceu por Simonetta Vespucci,depois de imortalizar a sua beleza na maior parte dos seus quadros.
 
Joana de Castela velou Filipe,o Belo durante meses,dia e noite sem deixar de chorar, e em seguida retirou-se para um convento.

Dom Quixote dedicou todas as suas gestas a Dulcineia.

Garcilaso escreveu dezenas de poemas a Isabel Freire,embora nunca lhe tenha tocado.

São Francisco de Borja abandonou a corte aquando da imperatriz Isabel, e não voltou a tocar numa mulher.

Isabel de Inglaterra repudiou princepes e reis pelo amor de Sir Francis Drake.
 
Sandokan lutou por Marianna,pérola de Labuán.

Werther deu um tiro na fronte aquando lhe anunciaram o casamento de Carlota.
 
Rimbaud,que escrevera obras-primas aos 16 anos, não escreveu um única linha a partir do momento em que acabou a sua relação com Verlaine, converteu-se em negociante de escravos e suicidou-se literalmente.

Verlaine tentou assassinar Rimbaud, de seguida converteu-se ao catolicismo e escreveu as “Confissões”; nunca mais voltou a ser o mesmo.
 
Ana Karenina abandonou o seu filho pelo amor do tenente Vronski e deixou-se trucidar por um comboio quando julgou ter perdido aquele amor.

Camille Claudel enlouqueceu por Rodin, que nunca moveu um dedo por ela.

Ufa!!!!
Leram bem?? 
Querem mais??! LOooL
Ora isto é grave, muito grave ,meus Senhores!!!!...
Talvez dê uma boa Tese.."..

.in: http://nightinparis.blogs.sapo.pt/

 

Comentários em destaque:

De ^Erina^ a 18 de Maio de 2006 às 22:27:
Sansão/Dalila; D. Pedro e D. Inês de Castro; Scarlett O'Hara/ Rhett Butler; Liz Taylor/ Richard Burton; Erik/Christine Daae; Laurem Bacall/Humphrey Bogart; Frida Kalo/Diego Rivera. Este é o meu contributo para a tese. Sou uma eterna romântica... (um aparte... isto com corrector ortográfico é um luxo) :P

.

 

De flyman a 19 de Maio de 2006 às 21:37:
...e Helder e Paula?...

Impressão Digital Cereza às 23:26
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11 comentários:
De Paris a 20 de Maio de 2006 às 00:10
Quanta honra Cereza,obrigada por teres publicado o post.beijnhos


De flyman a 19 de Maio de 2006 às 21:37
...e Helder e Paula?...


De ^Erina^ a 18 de Maio de 2006 às 22:27
Sansão/Dalila; D. Pedro e D. Inês de Castro; Scarlett O'Hara/ Rhett Butler; Liz Taylor/ Richard Burton; Erik/Christine Daae; Laurem Bacall/Humphrey Bogart; Frida Kalo/Diego Rivera. Este é o meu contributo para a tese. Sou uma eterna romântica... (um aparte... isto com corrector ortográfico é um luxo) :P


De WG a 18 de Maio de 2006 às 20:45
Como a maior prova do que quer que seja é fazer o mais difícil, faria o mais difícil quando se está apaixonado: largar/ abandonar a tal cara metade.


De Cereza a 19 de Maio de 2006 às 01:48
largar porque? por ela não te amar? por ela te amar demais?


De WG a 19 de Maio de 2006 às 10:24
Obviamente por uma muitíssimo boa razão, não egoísta. Se, por algum motivo, sentisse que fosse o que ela precisava. Ou outra razão do género. Nunca apenas para provar que sim, não sou masoquista! LOL


De Justin a 18 de Maio de 2006 às 19:31
Tese interessante Paris! Por paixão aguento tudo, e espero o tempo que fôr necessário! beijo cerezita


De Tex a 18 de Maio de 2006 às 16:45
Por paixão, darei a minha vida por inteiro!


De Mary a 18 de Maio de 2006 às 11:19
Cereza,emenda a introdução pff ,o blog é da Paris (essa pedra de gelo,que por sinal é minha amiga,LOL ).
Quanto ao texto,eu por paixão já fiz e faria muita coisa....
Oh!Tanta coisa...
Por amor dá-se a vida!
E é esta a razão porque digo que nunca amei "ninguém"(para além do meu Pai e do meu Filho).


De Bonecarussa a 18 de Maio de 2006 às 10:35
Excerto da carta de S. Paulo aos Coríntios:
O amor é paciente, é bondoso; o amor não é invejoso, não é arrogante, não se ensoberbece, não é ambicioso, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda ressentimento pelo mal sofrido, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.


De Bonecarussa a 18 de Maio de 2006 às 10:25
Ontem liguei a televisão e lá estava o Archer Newland no meio no ecrã. Sabes aqueles nomes que tu esqueces, mas se os vires não demoras nem um décimo de segundo a reconhecê-los? Quando os lês tens um baque, um arrepio? é o que acontece comigo e com o Archer.
Lembro-me que há uns meses, ia eu a caminho da casa de banho, mas passei pela sala primeiro e estava a dar o Lawrence. Sentei-me no sofá, esqueci a vontade e só desviei os olhos quando terminou. Ontem aconteceu o mesmo. O meu filho disse que eu parecia que estava a dormir de olhos abertos.
Aquela abnegação, o sofrer em nome de outrém, o medo de deixar de respirar a qualquer momento por via do afastamento, um desejo tão fundo quanto o oceano, que um simples beijo na mão provoca ondas de emoção tão grandes como uma tempestade. Os olhos dele permanentemente a lacrimejar, a voz calma e mentirosa, a postura em descordo e luta perpétua com a vontade...mas há que satisfazer em primeiro lugar os hábitos sociais e familiares e ele não podia, oh não, não podia, estar casado com uma e dar a vida pela prima dela... sim, ele daria a vida de bom grado, seria a sua vingança... a raiva contida naquele filme, naquela história é tão grande que penso sempre que o vejo (não sei quantas vezes...) que é maior do que aquela que provoca em quem assiste e a minha raiva é tão grande...
Centramos o olhar no olhar dele e sentimos-lhe as estranhas revoltas, percebe-se que cada assunto em que fala é uma desculpa para se esquecer do que lhe ocupa o espirito durante uma vida... uma vida ou mais porque um amor daqueles dura uma eternidade.
O meu coração bate sempre de forma acelerada quando revejo esta história, bate à cadência dos corações deles dois, pois fosse o filme mudo e não perderia nada do essencial, uma vez que o essencial não é dito, é sentido, pensado, entra-nos com a força dum tiro num avião, onde tudo é sugado, onde não se conseguem manter os olhos abertos e temos a certeza que vamos morrer...era tão bom que se conseguisse morrer, às vezes...mas sobrevive-se e vive-se com a recordação na pele do corpo todo que é unânime no arrepio, na voz, que é lenta para não ser entaramelada nem traiçoeira, no peito que arde como uma gigantesca fogueira e no olhar que, calado, diz tudo.




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