11 comentários:
De Paris a 20 de Maio de 2006 às 00:10
Quanta honra Cereza,obrigada por teres publicado o post.beijnhos


De flyman a 19 de Maio de 2006 às 21:37
...e Helder e Paula?...


De ^Erina^ a 18 de Maio de 2006 às 22:27
Sansão/Dalila; D. Pedro e D. Inês de Castro; Scarlett O'Hara/ Rhett Butler; Liz Taylor/ Richard Burton; Erik/Christine Daae; Laurem Bacall/Humphrey Bogart; Frida Kalo/Diego Rivera. Este é o meu contributo para a tese. Sou uma eterna romântica... (um aparte... isto com corrector ortográfico é um luxo) :P


De WG a 18 de Maio de 2006 às 20:45
Como a maior prova do que quer que seja é fazer o mais difícil, faria o mais difícil quando se está apaixonado: largar/ abandonar a tal cara metade.


De Cereza a 19 de Maio de 2006 às 01:48
largar porque? por ela não te amar? por ela te amar demais?


De WG a 19 de Maio de 2006 às 10:24
Obviamente por uma muitíssimo boa razão, não egoísta. Se, por algum motivo, sentisse que fosse o que ela precisava. Ou outra razão do género. Nunca apenas para provar que sim, não sou masoquista! LOL


De Justin a 18 de Maio de 2006 às 19:31
Tese interessante Paris! Por paixão aguento tudo, e espero o tempo que fôr necessário! beijo cerezita


De Tex a 18 de Maio de 2006 às 16:45
Por paixão, darei a minha vida por inteiro!


De Mary a 18 de Maio de 2006 às 11:19
Cereza,emenda a introdução pff ,o blog é da Paris (essa pedra de gelo,que por sinal é minha amiga,LOL ).
Quanto ao texto,eu por paixão já fiz e faria muita coisa....
Oh!Tanta coisa...
Por amor dá-se a vida!
E é esta a razão porque digo que nunca amei "ninguém"(para além do meu Pai e do meu Filho).


De Bonecarussa a 18 de Maio de 2006 às 10:35
Excerto da carta de S. Paulo aos Coríntios:
O amor é paciente, é bondoso; o amor não é invejoso, não é arrogante, não se ensoberbece, não é ambicioso, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda ressentimento pelo mal sofrido, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.


De Bonecarussa a 18 de Maio de 2006 às 10:25
Ontem liguei a televisão e lá estava o Archer Newland no meio no ecrã. Sabes aqueles nomes que tu esqueces, mas se os vires não demoras nem um décimo de segundo a reconhecê-los? Quando os lês tens um baque, um arrepio? é o que acontece comigo e com o Archer.
Lembro-me que há uns meses, ia eu a caminho da casa de banho, mas passei pela sala primeiro e estava a dar o Lawrence. Sentei-me no sofá, esqueci a vontade e só desviei os olhos quando terminou. Ontem aconteceu o mesmo. O meu filho disse que eu parecia que estava a dormir de olhos abertos.
Aquela abnegação, o sofrer em nome de outrém, o medo de deixar de respirar a qualquer momento por via do afastamento, um desejo tão fundo quanto o oceano, que um simples beijo na mão provoca ondas de emoção tão grandes como uma tempestade. Os olhos dele permanentemente a lacrimejar, a voz calma e mentirosa, a postura em descordo e luta perpétua com a vontade...mas há que satisfazer em primeiro lugar os hábitos sociais e familiares e ele não podia, oh não, não podia, estar casado com uma e dar a vida pela prima dela... sim, ele daria a vida de bom grado, seria a sua vingança... a raiva contida naquele filme, naquela história é tão grande que penso sempre que o vejo (não sei quantas vezes...) que é maior do que aquela que provoca em quem assiste e a minha raiva é tão grande...
Centramos o olhar no olhar dele e sentimos-lhe as estranhas revoltas, percebe-se que cada assunto em que fala é uma desculpa para se esquecer do que lhe ocupa o espirito durante uma vida... uma vida ou mais porque um amor daqueles dura uma eternidade.
O meu coração bate sempre de forma acelerada quando revejo esta história, bate à cadência dos corações deles dois, pois fosse o filme mudo e não perderia nada do essencial, uma vez que o essencial não é dito, é sentido, pensado, entra-nos com a força dum tiro num avião, onde tudo é sugado, onde não se conseguem manter os olhos abertos e temos a certeza que vamos morrer...era tão bom que se conseguisse morrer, às vezes...mas sobrevive-se e vive-se com a recordação na pele do corpo todo que é unânime no arrepio, na voz, que é lenta para não ser entaramelada nem traiçoeira, no peito que arde como uma gigantesca fogueira e no olhar que, calado, diz tudo.




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