18 comentários:
De Selvagem Anónimo a 12 de Julho de 2006 às 16:48
COMIGO ME DESAVIM

Comigo me desavim,
Sou posto em todo perigo;
Não posso viver comigo
Nem posso fugir de mim.

Com dor da gente fugia,
Antes que esta assi crecesse:
Agora já fugiria
De mim , se de mim pudesse.
Que meo espero ou que fim
Do vão trabalho que sigo,
Pois que trago a mim comigo
Tamanho imigo de mim?

Sá de Miranda


De light a 24 de Junho de 2006 às 05:03
xinxa continua assim Tás no meu coraxão beijao do teu subrinhu "tu xabes" ;)


De xinxa a 25 de Junho de 2006 às 23:49
Que nunca nos faltem homens assim.


De Majoca/Saloia a 23 de Junho de 2006 às 19:00
Que bom!!! um texto que me fez recordar minha infância...nós somos dois pares de filhos e com uns ricos pais, que tivemos ( mami esta viva ). Mas tb foi com meu pai que aprendi a dançar e de certeza que foi dele que herdei a maluqueira de estar sempre a sorrir. Imaginem só uma coisinha...uma mãe atarefada na lida, à hora da janta, e meu pai chegar a casa , meter musica roubá-la à cozinha e ir dançar para o grande corredor...
Ao memso tempo era ele que me deixava roubar tudo que era livro para devorar...mas que saudades eu tenho dele.


De castor a 23 de Junho de 2006 às 17:59
Não venham cá com essa das lágrimas, aqui trata-se somente de saber fazer...e é essa a nossa fraqueza e que torna mais forte a mulher, depois não digam que não avisei. Temos a obrigação de estar mais atentos e saber ser homens tem que se lhe diga!


De isabel a 23 de Junho de 2006 às 18:08
E já não precisamos de queimar os soutiens, porque nem os usamos - quase!


De xinxa a 23 de Junho de 2006 às 17:32
Ai que me estragam com mimos...


De WG a 23 de Junho de 2006 às 15:51
Por acaso diria que "numa família com seis mulheres e quatro homens", ser do sexo feminino fosse o normal, e ser do sexo masculino é que era ser especial :)P. Estou a brincar, percebi perfeitamente a ideia (antes que alguém me apelide de burro LOL).

Antes de passar aos bitaites que eu pensei ao ler o texto, desde já os meus parabéns pela felicidade da tua infância, que espero terem continuado até hoje e continue daqui para a frente.

Em termos de bitaites, gostava de dizer que nós homens também gostamos de detalhes. Não serão, nem teriam que ser, é os mesmos detalhes. Pena é a versão feminina de cavalheirismo nem sequer existir em conceito, quanto mais na prática. E sim, concordo que é um conceito difícil de conciliar com a igualdade de direitos, para não dizer impossível. Só não é impossível porque acho que existe uma maneira de o conciliar: inventar-se e aplicar-se na prática a tal versão feminina do cavalheirismo.

Quanto à igualdade, apesar de gostar de pensar que ela é um valor importante, na prática é impossível, numa relação concreta.
Sejamos claros, e vamos pôr um exemplo paradigmático: o(s) filho(s) vs carreira. Pode-se usar outros exemplos, mas vamos por simplicidade focar apenas neste.
Alguém tem que ir deixá-lo e buscá-lo ao infantário, escola ou afim. Nos dias ultracompetitivos que correm, para ter uma carreira (e digo uma carreira, não digo um emprego mediano), é preciso grande empenho e dedicação de tempo.
Assim, restam algumas opções de lidar com a questão:
A) Ambos borrifam para o(s) filho(s) e tentam ambos uma carreira de sucesso => Permite igualdade, mas resulta num filho criado por terceiros e emocionalmente desequilibrado.
B) Um dos pais encarrega-se dessa função e o outro tenta compensar noutros domínios => De pouco vale, aquele que o vai levar e buscar pode bem dizer adeus à carreira.
C) Vão à vez (um dia cada, ou uma semana cada, ou um vai levar e outro buscar) => À excepção de empregos muito compatíveis, na grande maioria dos casos, bem podem dizer ambos adeus à carreira.

Perante isto, numa relação individual, a igualdade é impossível na prática.
Agora, isso não quer dizer que na média da sociedade seja impossível!!
Quero com isto dizer que, se numa relação o "sacrificado" for o pai e noutra relação for a mãe, em média existe igualdade. A grande questão é que normalmente ainda continua a ser a mãe a sacrificar-se na grande grande maioria dos casos.
Não quero ser mauzinho, mas não vejo isso a acabar tão depressa. A razão é que normalmente a mãe está muito mais motivada e empenhada em querer ter filhos, mesmo sabendo que com isso no curto prazo a sacrificada é sempre ela devido às limitações que vai ter na gravidez e parto, que invariavelmente afectam o desempenho profissional. Esse tipo de mulheres será sempre a sacrificada e nunca obterá a igualdade que merece.
As únicas que podem verdadeiramente aspirar à igualdade são aquelas que não querem ter filhos ou que os querem ter mas bem menos que o respectivo marido.


De RS a 23 de Junho de 2006 às 14:48
Clap, Clap, Xinxa


De lua_de_Avalon a 23 de Junho de 2006 às 14:48
Mais uma vez Xinxa, encantaste-me com a leitura do post, Gostei, gostei, jocas para ti :)


De Tex a 23 de Junho de 2006 às 14:12
Mto bem Xinxa!
Até pk está tudo nos pequenos detalhes, os ditos "petits riens"


De Marco Neves a 23 de Junho de 2006 às 12:59
De Electra


De Isabel a 23 de Junho de 2006 às 13:27
É indiferente, de uma forma geral, diz-se Édipo, mas é verdade que a Electra está para as meninas, como o Édipo está para os meninos. E o menino?


De Tex a 23 de Junho de 2006 às 14:11
Electra só a Carmen!lolol


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