16 comentários:
De Selvagem Anónimo a 10 de Março de 2006 às 09:27
AIIIIIIIIIIIIIIIIIII... Eu sinceramente tenho um medo tremendo destas coisas, acredito e respeito. Quando o meu avô faleceu (vivia comigo) tinha medo de estar em casa, sentia a presença dele assim como ouvias os seus passos no chão, esse medo foi passando mas ainda hoje receio todo o tipo de coisas que possam acontecer em relação a isso.DEvilGirl
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De Selvagem Anónimo a 10 de Março de 2006 às 11:31
Queen, eu nao sei s acredito nisso ou nao (mas a verdade é k desde k a minha mae faleceu ja fez 2 anos eu kd tou sozinho em casa, acendo as luzes tds), em relacao à tua experiencia podias ter experimentado outro genero musical, para ver que genero de musica a entidade gostava (tinha curiosidade em saber isso)...
E klaro k devia ser a sogra (so as mulheres é k nao gostam de ver outras mulheres no seu quarto, PORQUE SERÁ??????)

beijinhos, pa ti e pa tds.....


P.S- É por estas e por outras k um homem faz falta :))) LOLSolDourado
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De Selvagem Anónimo a 10 de Março de 2006 às 13:13
A respeito deste tipo de fenómenos, sou do tipo "eu cá e eles lá". Respeito e não me detenho a pensar muito no assunto, ou quando penso procuro uma explicação racional, que na maior parte das vezes até existe.
Já me interessei mais pelos ditos fenómenos paranormais, li algumas coisas acerca do assunto, principalmente na área da Telepatia, Telecinésia, Xenoglossia, Zoometarquia e Percepção extra-sensorial.
Esta ultima (PES) sobretudo, suscito-me mais interesse, isto porque na minha família sempre se constou que as mulheres do clã tinham faculdades extra-sensoriais acentuadas.
Por exemplo é certo e sabido que quando a mãe diz: "acordei com um nó na garganta algo de ruim vai acontecer", vem por aí noticia má e sempre em relação a familiares ou pessoas que nos são mto próximas.
Eu cá por mim prefiro aquilo que o racional pode explicar :))Tex
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De Selvagem Anónimo a 10 de Março de 2006 às 14:22
Pois, quanto à Percepção extra-sensorial eu acredito, mas o resto... Talvez tenha de apanhar um grande susto! Mas que experiência tu tiveste, Queen! A parte da sogra é que pronto... também podia ser o sogro!! ;)vanessa
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De Selvagem Anónimo a 10 de Março de 2006 às 17:03
Esqueci de dizer que, em certas avantesmas (aliás abantesmas), eu acredito...vejo uma aqui no escritório todo os dias lolol
Cuidado qu'elas "andem" aí!lololTex
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De Selvagem Anónimo a 10 de Março de 2006 às 18:53
Este é sempre um assunto que impõe algum respeito, que nunca sei o que pensar. Tudo o que tem a ver com o "oculto" deixa-me com algum receio e respeito. Nunca seria capaz de fazer o que a Queen fez... até podia arranjar uma explicação logica/cientifica... mas fico sempre a pensar, mas haverá sempre explicação para tudo o que se passa, e não entendemos? E o mais engraçado, é que por 3 vezes, em alturas diferentes da minha vida, 3 pessoas diferentes, disseram-me que tinha "poderes mediunicos", seja lá o que isso for. Se os tenho não sei, nem quero saber... alias nem quero pensar no assunto, que me deixa nervosa. cereza
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De Selvagem Anónimo a 11 de Março de 2006 às 00:19
Eu gosto de saber mais sobre estes assuntos, e como diz a minha querida avó: "deus destinou a noite para o que não pode andar de dia". E acredito em cada história que ela me conta sobre isso, gosto que ela me conte esse tipo de coisas, mas a verdade é que na hora de ir dormir tapo-me e deixo somente o nariz de fora para poder respirar :) Às vezes acontecem coisas estranhas cá em casa, coisas que por vezes gosto de pensar que são fruto da minha imaginação, mas na verdade não acho que sejam. DevilGirl
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De Selvagem Anónimo a 11 de Março de 2006 às 06:21
Quando me enterram em cada sepultura, aquelas mãos que se agarram a mim num receio de não mais sentir. Tecem-me teias na boca cerrada, toldado pelo tempo, Espetando o corpo em qualquer beco, espezinhando canteiros, escavo com as mãos, Não me apetecia dizer que sim mas o Não sabe-me a pouco. Poucou a pouco desenterro-me. É tarde... não compreendo, nem sei o que escrevo, onde? Esgravato nas tábuas armado em caruncho , os nomes cravados a ferro quente. Embora me seja familiar, a madrugada acaba. Mudamos de música, sim? Torna-se dia num instante, voltemos para os armários, para sitios esquecidos. Estes que nos atormentam de dia, persistem em comprovar uma causa que lhes é alheia. Deixem-me dormir apenas...Marco Neves
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De Selvagem Anónimo a 11 de Março de 2006 às 06:27
E enquanto não adormeço vou sentindo inúmeras mãos que me cercam, que me tocam... que inveja.Marco Neves
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De Selvagem Anónimo a 11 de Março de 2006 às 12:04
"Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay!" Aceitação? Respeito? Ou puro medo?Dríade
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