11 comentários:
De sereia a 17 de Dezembro de 2006 às 13:51
Passei por aqui e fiquei a sonhar com estas palavras. Uma sereia perdida, no labirinto do mar aberto.


De ENCANTOS_E_PAIXOES a 10 de Novembro de 2006 às 15:39
Este post é muito lindo, obrigada por escrever t~~ao bem, adoro poesia.


De cereza a 8 de Novembro de 2006 às 17:54
Xinxa está lindo!

mas sabes, no UJ pouca gente comenta poesia... sempre foi assim

beijooooo


De xinxa a 8 de Novembro de 2006 às 22:47
Oh Cereza, compreendo! E linda já o sabes, és tu!
...e as palavras não são vãs.
Bjufinhas mil!


De castor a 8 de Novembro de 2006 às 13:54
Poemas por mim, gostei!


De Majoca/SaloiaLoira a 8 de Novembro de 2006 às 13:48
imaginem, que fui eu o selvagem anónimo....até gostei:PPP bejocas


De Manefta a 8 de Novembro de 2006 às 11:28
O amor é lindo :D oh se é, ah inspiração :)

Ali a Isabel falou em Florbela Espanca, e a mim este post fez-me lembrar Sophia Mello Breyner, num poema que me diz muito também.


Se tanto me dói que as coisas passem.
Se tanto me dói que as coisas passem.
É porque cada instante em mim foi vivo,
Na busca de um bem definitivo,
Em que as coisas de Amor se eternizassem.





Beijocas


De Lord of Erewhon a 8 de Novembro de 2006 às 09:39
Escreves bem.


De Selvagem Anónimo a 7 de Novembro de 2006 às 22:09
Não comento poesia...simplesmente sinto-a. Bejos


De Isabel a 7 de Novembro de 2006 às 11:14
Um diário compassado de uma perplexidade elementar cara xinxa.

Pudesse Eu

Pudesse eu não ter laços nem limites
Ó vida de mil faces transbordantes
Para poder responder aos teus convites
Suspensos na surpresa dos instantes!



Sophia de Mello Breyner Andreson
Poesia, Antologia
Moraes Editores, 1970


De leandra gruhn a 10 de Novembro de 2006 às 02:21
essa pagina e o maximo


Ah... Comenta-me