25 comentários:
De Selvagem Anónimo a 19 de Dezembro de 2005 às 21:42
Vamos lá a tirar teimas sobre o " Pai Natal "!
É mesmo inacreditável.
O " Pai Natal " ou tem uma ilimitada crença na estupidez alheia ou apresenta uma irresistível pulsão suicidária - Dar a volta ao Mundo na noite de Natal acompanhado de 1 manada de 8 renas, sem aurir???!!! Bem sabemos que Phileas Fogg (sim esse k tem o nome com "phi" o número de ouro, k nos levava a outras considerações), recorrendo a meios + rápidos que as desveladas renas, conseguiu à tangente transpor tal empreendimento... portanto tu não existes " Pai Natal".
Basta entrever o firmamento na noite, anteriores e seguintes, de Natal, para avaliar e comprovar a estultícia de quem inventou tal personagem!
Não existe caros amigos!
Num tempo de analfabetos funcionais, acho interessante quando alguém é suficientemente inteligente e se destaca positivamente do Australopitechus Pithecantropus, porque passa (moi) somente algum tempo a analizar a inefável personagem e a escalpelizá-la...!
Recuso-me a ser inepta e a transigir com alguns milhões de crentes de tal personagem!
Basta... Vou matar o Pai Natal! Weeeeeeeeeeeeeeeeexinxa
</a>
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De Selvagem Anónimo a 20 de Dezembro de 2005 às 08:12
Também eu, nunca gostei do natal, por diversas razões....desde criança que esperava pela casa cheia de gente e quando chegava a altura n via ninguem, vivia com o meu pai e com a minha avó paterna e a unica coisa a que assistia era a gritos, revolta e muita dor, a cocaina reinava sempre nessa noite. fui crescendo, comecei a partilhar o meu natal com a minha avó materna, quando o meu pai o permitia. Era diferente, a casa cheia de gente, pessoas que riam felizes, alegres por estarem todos juntos e unidos, eu recebia uma unica prenda da minha avó e sentia-me a criança mais feliz do mundo. Com o tempo, a familia foi ficando mais pequena, aqueles que enchiam a minha casa haviam partido. E hoje fiquei eu e a minha avó. Vivo essa noite como outra qualquer, talvez com mais tristeza ainda. jantamos, vemos tv e quando o cansaço toma conta de nós recolhemo-nos e dormimos. Este ano, vou ter a minha tia com as suas três meninas, vai ser diferente, sem duvida, mas a melancolia que sinto não vai deixar de exitir por isso. por isso digo que o natal para mim jamais teve o espirito que normalmente tem para muita gente. um bom dia para todosdevil_girl
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De Selvagem Anónimo a 20 de Dezembro de 2005 às 08:20
"Para isso fomos feitos:/
Para lembrar e ser lembrados/
Para chorar e fazer chorar/
Para enterrar os nossos mortos —/
Por isso temos braços longos para os adeuses/
Mãos para colher o que foi dado/
Dedos para cavar a terra./
Assim será nossa vida:/
Uma tarde sempre a esquecer/
Uma estrela a se apagar na treva/
Um caminho entre dois túmulos —/
Por isso precisamos velar/
Falar baixo, pisar leve, ver/
A noite dormir em silêncio./
Não há muito o que dizer:/
Uma canção sobre um berço/
Um verso, talvez de amor/
Uma prece por quem se vai —/
Mas que essa hora não esqueça/
E por ela os nossos corações/
Se deixem, graves e simples./
Pois para isso fomos feitos:/
Para a esperança no milagre/
Para a participação da poesia/
Para ver a face da morte —/
De repente nunca mais/ esperaremos.../
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas/
Nascemos, imensamente."


(Vinicius de Moraes - Poema de Natal)
devil_girl
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De Selvagem Anónimo a 20 de Dezembro de 2005 às 08:38
Mas a maior felicidade é a da gente pequena.



Naquela véspera santa



a sua comoção é tanta, tanta, tanta,



que nem dorme serena.



Cada menino



abre um olhinho



na noite incerta



para ver se a aurora



já está dsperta.



De manhãzinha



salta da cama,



corre á cozinha



mesmo em pijama.



Ah!!!!!!!!!!!!!!



Na branda macieza



da matutina luz



aguarda-o a surpresa



do Menino Jesus.



SANTO NATAL



FELIZ ANO NOVO

Carlos
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De Selvagem Anónimo a 20 de Dezembro de 2005 às 09:42
e pronto..la vou ter que comentar... Nunca fui muito de certas hipocrisias relacionadas com o Natal. É um facto que a época tem uma atmosfera diferente. Não deixa de ser uma noite, ou uma manhã mais, conforme os habitos. Para além do consumismo desenfreado que proporciona, não vejo que diferença faz das demais noites e manhãs. Eu vou fazendo o meu natal ao longo do ano, vou dando prendas, vou-me dando prendas e assim vou fazendo passar uma a pós outra, noites e manhãs. Não vejo tb porque carga de agua não se escreve ou envia postais e nessa data particular muita gente, de forma que não vou qualificar, apõe letrinhas a um pedaço de papel..cá para mim tenho como valido que com quem gosto de falar faço-o ao longo do ano e, mesmo aqueles que estão longe, vão recebendo as "prestações" todas aquelas letrinhas que normalmente só se lembram no natal.. já no fim do ano.. o meu neuroneo rustico e primário só me diz que de diferente so tem mesmo a data do calendario..tudo permanece igual..não é por mudar uma data imaginaria/virtual seja la o que fôr que muda tudo o que de bom ou de mau estja feito..bah.. um bom natal e um bom ano é todos os dias. Não vou de forma alguma criticar quem se deixa contagiar com um ambiente mais fraterno e de esperança..mas.. no fim das corridas.. fica tudo na mesminha.. contudo sou optimista! ha-de mudar para melhor! Pela léria atras, não vou desejar um bom natal e um prospero ano novo.. vou sim desejar que um dia a pós outro estejamos cá de saude e bem dispostos prontos para a cânsera do dia a dia.. que ano novo ou Natal...é mais um..IdeiasAvulso
(http://2)
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De Selvagem Anónimo a 20 de Dezembro de 2005 às 10:31
Posso não dizer nada,posso??!!E é claro que VOS DESEJO TUDO DE BOMMMMMMMM!!!!beijinho pa ti Mariamarta
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De Selvagem Anónimo a 20 de Dezembro de 2005 às 10:55
Cereja, como eu te entendo quando dizes que tens adiado o tema Natal!

Tex
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De Selvagem Anónimo a 20 de Dezembro de 2005 às 11:01
CONSTANCINHA QUEM SABE SE NÃO HÁ UM MILAGRE COMO O TEU? a tua historia é inspiradora... e faz-nos pensar que um dia vamos acordar... e a guerra, a fome, os maus tratos, a violencia em geral... terão desaparecido. constancinha beijo grande kerida.cereza
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De Selvagem Anónimo a 20 de Dezembro de 2005 às 12:53
Desejo aos bloguistas do UJ… UM BOM NATAL e que os dias de sol e noites de lua iluminem as vossas vidas.. .
Não sei como desejar-vos um Feliz Natal sem cair no ridículo de repetir frases e "slogans" que, nesta quadra, invadem as nossas ruas. “Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparate,
Com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,
Cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,
As belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.”
“António Gedeão” Constancinha volto já para comentar o teu texto maravilhoso mas deixo-te beijinhos para ti :)))

luadourada--
</a>
(mailto:ermelinda_1955@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Dezembro de 2005 às 14:23
Cereza, obrigada por estares disponivel para me ensinar. Se não pode ser por email, pode ser como te parecer melhor e cá estou à espera da tua sugestão. Nada me daria mais gosto, estou sempre disponivel para aprender.

Carissima(os)
Não me apetece falar de Natal. Nem de hipocriasia, nem de distancias e de espaços ou saudades ou miséria. Mas o que é certo é que ele, o Natal, está aí, invade-nos de repente as casas, as ruas os olhos, as vidas, de um modo quase impossivel de controlar e afastar. Este ano ainda não fui a nenhum almoço nem jantar, daqueles para que somos convidados apenas nesta altura. Quando acaba o Natal, não há tempo para almoços, para delizadezas, para demonstrações de interesse e preocupação entre quase ninguém. Que pena que assim é. Este ano preciso de sossegar no Natal. Preciso de abrir um livro e ler, preciso de ver filmes de desenhos animados e histórias de extraterrestres, preciso de alguém que me venha buscar e leve a passear, não porque é Natal e se lembrou de mim porque é Natal, mas porque lhe deu na gana, porque se lembrou de mim e teve necesidade de estar comigo, de me confortar e sossegar.
O meu Pai morreu o ano passado no dia de Natal. Sózinho. Eu estava a festejar o dia de NAtal.medusa
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(mailto:de.medeia@hotmail.com)


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