Sexta-feira, 14 de Outubro de 2005

O reverso da medalha

Aqui está o reverso da medalha, aqui está o oposto da Otília...Aqui está a dor da família, dos filhos, enfim... de todos que a rodeiam! Agora venham os mesmos comentadores!


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É estranho estar a falar deste assunto. Não há muita gente que conheça a historia, mesmo os amigos de peito sabem desta situação. Não tenho vergonha de nada, apenas não é meu feitio partilhar determinadas coisas.

Não sei bem dizer quando tudo começou. Uma rapariga normal, sem vícios e com uma vida desafogada conheceu o “homem da sua vida”. Não era bem um príncipe encantado, mas tinha sido a sua escolha, e a família apoiava-a. A preguiça levou-os a viver à custa dos outros e os vícios vieram... Ela, grávida do primeiro filho, passava fome para que o seu príncipe tivesse dinheiro para a sua dose de droga.

Sempre recusou a ajuda da família nessa altura, até ao dia em que o desespero devia ser tão grande que finalmente aceitou uma sopa. Despejos atrás de despejos por terem a renda por pagar, trabalhos que são deixados para trás e um filho prestes a nascer.

Apesar de ter recusado a ajuda da família, todos sabiam mais ou menos como ia a sua vida, sempre atentos para lhe dar a mão quando ela necessitasse. O filho nasce, o bom senso volta temporariamente e vão os três viver para casa da mãe dela. O problema é que a vida de vícios cocainicos e a preguiça continuou, chegando a roubar quem lhe dava a mão.

Resolveram desaparecer, mas o bebe ficou connosco. O casal perfeito não arranja rumo, chegando a levar a criança com eles algumas vezes, mas sempre acabando por a deixar regressar, para que pelo menos ela não passasse fome. Mas chegou o dia em que os pombinhos se separaram e ela regressa a casa da mãe.

Foram tempos de felicidade. O palitinho voltou a ser uma mulher atraente, vivia feliz junto do filho e arranjou um emprego bom. Algum tempo passa e o seu príncipe volta a aparecer. Iludida nos seus 25 anos por um grande ramo de flores, volta a abandonar tudo para ira com ele para parte incerta.
A fome continuou, a droga, o desprezo pelos que a amavam. E eis que se separam de vez.

Claro que a madame não ía engolir o orgulho e voltar para a casa cujas portas não nunca foram fechadas. Frequentou casinos e tornou-se “borboleta” (prostituta cara). Um tempo depois, atraída pelo vil metal, engravidou de um senhor conhecido com idade para ser avô dela.

Nesta altura também ela já se tinha rendido a vícios cocainicos e a gravidez não foi um mar de rosas. Engoliu o orgulho, disse à família que estava grávida (talvez em sinal de afronta) e voltou a desaparecer.

Caminhos galgados atrás dela e descobriu-se que ela queria dar a nova criança para adopção. Nesta altura ja ela tinha levado a ilustre figura para os mesmos caminhos do mundo da droga. No dia do parto a família estava lá no hospital e não deixou que ela fosse para colos desconhecidos. Trouxe-a para casa, para junto do irmão. Mas este novo ser já tinha problemas, por causa da droga. Teve de ficar uns dias no hospital porque estava com síndrome de abstinência da droga.

Os primeiros meses de vida daquele anjinho foram assim, difíceis, mas uma vitoria dia após dia. E a mãe, a heroína desta historia? Desapareceu.

Depois de ter arrastado a ilustre figura da sociedade para os caminhos obscuros, depois de o ter deixado na miséria, resolveu baixar de nível e tornar-se numa simples prostituta. A ultima vez que viu os filhos já foi há mais de sete anos. Nem um telefonema, nada...

É escusado dizer que a criança mais velha é super revoltada, está a tornar-se num adolescente super revoltado. Ele lembra-se de algumas coisas pelo que passou, o abandono dos pais... O anjinho mais pequeno chama pais aos meus pais, mas fica desconfiada por os três “irmãos” terem apelidos diferentes. E agora com a entrada na escola... Acabamos por adoptar os dois, são crianças saudáveis e felizes dentro do possível.

O príncipe encantado? Há anos que não dá sinal de vida. A princesa? Passeia os seus vestidos no mundo da prostituição e foge quando vê alguém da família. A família? Sempre com portas abertas para a receber? Eu? Desejo que ela morra longe, não dê mais sinal de vida, que siga os seus sonhos de mulher gananciosa e deixe os filhos conforme estão. Sim, porque o vicio da droga parou, mas como ter um emprego num escritório não é para a madame... ganha mais a vender o corpo! Quantas vidas ela não destruiu só por um capricho...
Bem, mas tudo isto me faz lembrar outra historia...


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_eu_



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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2005

Casos Reais: Putas, Prostitutas (os) e Prostituição

Eu sempre soube que este texto do Abel seria polémico, pelo tema em si! Mas nunca pensei ler os comentários que li! Autênticos relatos na primeira pessoa. Fiquei inpressinada... impressionada no bom sentido, pela coragem, pela firmeza, e pela beleza dos relatos!
Abel, Otilia e _eu_ sinto-me extremamente orgulhosa em tê-los aqui no Urban Jungle! Para vocês um abraço do tamanho do mundo!


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Relato I


Quem escreveu isto não fui eu, foi a Lena que me convenceu e eu falei e ela escreveu como eu disse. Eu li tudo e quis que isto ficasse escrito. Não sei o que é um blog, já tinha vindo à internet com um dos meus bisnetos e agora li o que escreveram, quer o Abel quer os comentadores e a Lena explicou-me umas coisas que eu não percebi e gosto que se fale da minha vida.



Tenho 70 anos e sou prima da mãe da Lena. Fui puta durante 30 anos com carteira profissional. O Abel tem razão, havia carteira de saúde, mas não por nossa causa, e sim por causa dos clientes. A diferença entre puta e prostituta é a mesma entre conduzir um carro e guiar um carro, ou seja, não há diferença. Falo por mim. Sempre usei a palavra prostituta quando estava diante da polícia ou no médico. Entre nós e com os nossos homens éramos putas. Eu não tinha relações sexuais, isso é de há uma dúzia de anos.



Nós íamos p’ra cama com os homens, fazíamos os homens e quando estávamos mais à vontade umas com as outras fodiamos os homens. Ainda hoje moro na mesma zona onde sempre trabalhei, onde viveram os meus pais, que vendiam num mercado, onde vive a minha irmã que nunca foi puta. Eu sou casada, casei-me há 30 anos com um homem que conhecia a minha vida e que eu amo profundamente. Ele ajudou-me a mudar de emprego como se calhar os vossos homens e mulheres já os ajudaram a mudar de emprego também. Tenho a certeza que todos vocês têm uma profissão, como tem a minha filha, os meus netos e os meus bisnetos e eu também tinha, era o que eu sabia fazer. Os corredores e os jogadores de futebol não usam as pernas? Os artistas de circo não usam o corpo para se contorcerem? Eu usava o corpo para viver, usava o que normalmente temos tapado mas também as mãos e a boca e digo muitas vezes que hoje se usa a boca para fazer coisas horríveis e muito nojentas e não têm nada a ver com o que eu fazia.



Tinha clientes fixos como eu sou hoje cliente fixa do café da esquina. Não vejo diferença. Umas pessoas escrevem, outras dançam, outras percebem de informática e são craques nessas coisas. Eu fazia-os vir depressa para receber e esperar por outro. Muitas vezes era mãe, irmã, amiga, psicóloga, outras vezes era só para despejar. A polícia chateava de vez em quando mas era porque eram acusados de fazer pouco e então iam às putas. Esta expressão era utilizada porque nos chateavam e porque muitas vezes nos obrigavam a trabalhar sem nos pagar.



A minha filha é filha dum cliente que tive muitos anos e que a perfilhou. Não é fácil ser filha duma puta. No bairro, um das sete colinas de Lisboa, toda a gente se conhecia e uma era vendedeira, outras lavadeiras, eu sou do tempo das lavadeiras, outras eram mulhers a dias como se diz hoje, naquela altura, dizia-se que serviam, e até havia uma que trabalhava na construção civil. Na rua falávamos todas umas com as outras mas elas não queriam que as filhas brincassem com a minha. E eu ofendia-as. Dizia-lhes como eram os homens delas na cama e eles nem eram meus clientes.



Mas doía-me que não deixassem a miúda brincar e usava as armas que tinha. Elas eram as mulheres eu era a puta. Há ou havia mais diferença entre mulher e puta do que entre puta e prostituta. Eu trabalhei numa casa e na rua. Conheci o meu marido na cama como se calhar vocês conheceram os vossos nos sítios onde trabalham. Lembro-me de ver um filme onde o protagonista trabalhava com merda de elefante, era um filme cómico e ele até era doutor e analisava a merda como também analisam a nossa se estivermos doentes. É preciso pessoas para tudo. Tenho a quarta classe, sei ler e escrever, mas mal.



Os meus pais obrigaram-me e ainda bem a ir à escola, mas depois desisti porque era preciso arranjar dinheiro para comer. Acho que hoje há também muitas putas porque não querem fazer mais nada. É fácil ou pensam que é fácil. Vender prazer é esgotar o nosso prazer. Eu agradeço eternamente ao meu marido por me ter amado desde o primeiro instante, mais do que por me ter tirado da vida. É que eu ainda tenho prazer com ele.



Naquela altura não havia mais nada para fazer. Ou íamos p’ra cama com os homens ou passávamos fome. Também quero dizer que já havia homens que davam o cu e muitos. Mas aqueles que queriam mulher não queriam mais nada e os que queriam miúdos não iam às putas. Não havia concorrência. Isto foi um favor que eu fiz mas fico satisfeita de pessoas com cultura falarem de gente como eu.



Se eu pudesse mandar não havia putas, mas como há é como os buracos na estrada, caímos lá dentro mesmo que até desviemos o carro. Obrigada.



Otilia
@ outubro 12, 2005 09:30 PM


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Relato II


Realmente é um tema que dá muito para pensar e eu podia ficar horas a escrever sobre isso. A minha opiniao sobre o assunto nao vai ser dada agora, talvez ate nunca seja... apenas quero dizer que tenho uma pessoa de familia que é prostituta.



Falta de carinho, de dinheiro, de apoio? Nao! Teve tudo o que quis da vida, mesmo após de ter cometido erros gravissimos toda a familia continuou de bracos abertos para a receber de novo, ainda continua. alias, nunca ninguem a expulsou de casa. Abandonou um filho, entretanto engravidou de outro homem e abandonou de novo o outro filho. E depois é claro que eu fico sempre a pensar: teve a liberdade que quis, todo o apoio, nunca lhe faltou dinheiro, nem sequer para os vicios mais obscuros e entao porque fugir de alguem conhecido com alguem a ve nas ruas, porque abandonar duas criancas das quais nao tem noticias ha 7 anos? Há coisas na vida que nunca vamos compreender</p>

_eu_
@ outubro 12, 2005 03:05 PM




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Quarta-feira, 12 de Outubro de 2005

Mundial aí vamos nós!

E pronto, a selecção nacional jogou o ultimo encontro de apuramento para o Mundial de 2006... Um jogo no Estádio do Dragão que por mero acaso serviu apenas para cumprir calendário!


Mesmo assim acabou por ser uma noite memorável com Pauleta a ultrapassar o numero de golos marcado por Eusébio. É por demais evidente que já há jogadores que se comparam á pantera negra! Pauleta como já referi, Figo que ganhou os mesmos prémios que Eusébio (e mais alguns que não existiam na altura do "rei"... enfim! Jogadores que ficaram na história do futebol Internacional. Sinto orgulho nesta equipa, e sinto orgulho em ser portuguesa!


O ambiente nas Antas, (ai perdão, Dragon) estava fantástico apesar dos fanáticos seguidores do Sr Pinto da Costa... que insiste em tratar a selecção PORTUGUESA, como se fosse uma equipa da distrital. Não recebe o seleccionador, não ajuda a equipa portuguesa, pelo contrário faz chantagem com os jogadores portistas (ex: Nuno Valente), e tenta de todas as maneiras destabilizar a equipa portuguesa... enfim, há sempre estes ressabiados, arrogantes, e com a mania que metem medo a alguém! As "gentes do Porto" que me desculpem este desabafo... mas ter uma presidente que faz isto á equipa que nos representa nos 4 cantos do mundo, não me merece o meu respeito!


Quanto a Vítor Baía, acho que a pergunta porque não joga deve ser feita ao presidente da Federação Portuguesa de Futebol, e não a Luiz Felipe Scolari.


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(Foto tirada pelo meu colega Carmona do Jornal "O Jogo" - De resto o original desta foto está nas mãos de seleccionador nacional, que a adorou)



Ao treinador que "ganha uma fortuna" os meus parabéns... Está na moda não gostar dele, mas eu aprecio o seu caracter. Não se deixa intimidar, é líder, não tem medo de ninguém, não tem papas na língua, e os jogadores respitam-no... além disso um aspecto que nunca irei esquecer... foi preciso um brasileiro chegar a Portugal, para mostrarmos o nosso patriotismo, do qual sentíamos vergonha.



Quero destacar a boa exibição que fizemos... diziam na televisão que Portugal está entre as 8 melhores equipas... não concordo, estamos bem mais acima na tabela.
Mais uma vez quero destacar Deco, que esteve fantástico, e Luís Figo. Apesar de tanta má língua, o Luís continua a mostrar a todos (os que entendem de futebol) que continua a ser o grande líder, o motor, a caracter e a alma desta equipa! É certo, que falhou o penalty no ultimo encontro... mas só falha quem se chega á frente nos momentos decisivos, e quem não tem medo de arcar com as consequências! A ele os meus parabéns, pela maneira como entrega á nossa equipa!


OK pessoal, sou fã dele, e depois? Ao menos sou fã de um jogador a sério! Já agora, tenho adorado as exibições do Real Madrid! Lol



Parabéns Portugal! Estamos lá!


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Putas, Prostitutas (os) e Prostituição

Sem dúvida este é o meu tipo de texto... gosto de discutir estes temas polémicos que têm a ver com a nossa sociedade. Não sejamos hipócritas... as Putas, Prostitutas (os) e Prostituição existem, e são sempre um tema polémico. Aproveito para explicar que a palavra "paineleiros" utilizada pelo Abel, nada tem a ver com os paineleiros do UJ, mas sim com alguns comentadores que por vezes aqui aparecem, para insultar as pessoas que aqui escrevem. Esses comentários foram de imediato apagados. Dada a explicação peço desculpa ao azelom (que foi o primeiro a comentar) de não ter explicado isto préviamente.... Explicado que está este pormenor... peço que se abstraiam do episódio e leiam o texto no seu verdadeiro sentido. Está mais uma vez maravilhosamente bem escrito, e eu vou comenta-lo sem qualquer dúvida.
Abel, já agora, peço desculpa de não ter nenhuma das músicas que referiste, mas penso que esta se enquadra na perfeição! (pela sua ambiguidade)


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Há paineleiros, dotados de rica massa encefálica nas unhas dos pés, cuja ignorância, adquirida com muito sacrifício e dedicação na Universidade dos Zéssabões, nos fazem lembrar coisas diabólicas para, burros como eu, motivar ou espicaçar. “Sabendo que nada sei” (Sócrates) só me resta investigar matérias de que sou carente. Às vezes leva tempo…, mas não me preocupa a minha burrice porque estou sempre ciente dela.



Preocupa-me sim, e muito, a ilustre esperteza desses animais iluminados, dado que não sei onde acaba a sua intelectual esperteza e começa a minha humilde sabedoria. Motivado por tal unha encefálica (traiçoeira), a prostituição foi a pressão que fez saltar a tampa deste leigo (aquele que é alheio a um assunto).



A diversa bibliografia diz o seguinte: Puta – Prostituta, meretriz, rameira e marafona; Prostituta (o) – Humano que tem relações sexuais por dinheiro; Prostituição – Comércio profissional do sexo; Filho putativo – Filho nascido de casamento putativo; Putativo - que é reputado de ser o que não é (O Menino Jesus é filho putativo de S. José). Ainda, se considerarmos que entregamos o nosso corpo ao trocarmos esforço (trabalho) por dinheiro posso, atrevidamente, dizer que todos somos prostitutos. Aos intelectuais paineleiros que se ofenderem não tenho que lhes pedir desculpa mas respeitá-los nas suas posições.


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É difícil descrever a evolução histórica da prostituição como analogamente se descreve para a lingerie, economia, Justiça ou outra actividade qualquer, porque a prostituição sempre foi, é e será a mesma actividade, por muitas mutações que sofra a sociedade ou mais voltas que se dê a essa profissão, não nobre mas importante, mais antiga do mundo. No entanto, alguns autores atribuem o seu grande desenvolvimento, a par com a evolução da burguesia, o urbanismo (surgido há pouco mais de dois séculos), e o modelo de família monogâmica aliado à noção de fidelidade. A burguesia não trouxe só riqueza e prosperidade, formou também um exército de desempregados e famintos abandonados.



O urbanismo permitiu a concentração de populações exteriores, ávidas de melhores condições de vida, impossíveis nos seus locais de nascimento, engrossando assim os primeiros. A monogamia envolveu-se numa série de preconceitos, dogmas e no culto do pecado (Céu e Inferno), atingindo directamente a mulher e dificultando a paixão na prática sexual conjugal. Neste contexto, o homem, promíscuo na sua essência, procura sexo e prazer fora do lar. A mulher é a “rainha do lar” cujo prazer passa a ser direccionado para o cuidado e a reprodução da família. A virgindade ganhou significado de pureza moral, guardando-se para um só homem que controlou seus “instintos”, e não se entregou à busca da satisfação de prazeres carnais e mundanos. São elas as primeiras a recear qualquer ousadia sexual por punição divina ou do macho. Assim, a prostituição e a prostituta passam a ser os opostos ao lar e à “rainha do lar” (mal amada). É aqui onde a sexualidade insubmissa acontece. Neste contexto, os homens vivem fantasias irrealizáveis no lar e os desejos proibidos passam gloriosos nos antros lúdicos e públicos – boates, bordéis, “zonas” e ruas. “É o território do prazer ilegítimo na vida quotidiana, onde se pode vangloriar as fantasias e actividades sexuais sem correrem o risco de mancharem sua identidade social e retornarem íntegros ao lar, à família e ao trabalho, tal como romanceava Jorge Amado, autor que humanizou a prostituta sábia, tolerante e acolhedora, e o bordel enquanto espaço de convívio social masculino”. Este é o cenário cujas condições são o íman para filhas e mães miseravelmente desamparadas buscarem o sustento para os seus lares.



Todos os paineleiros (incluído os adiantados mentais) que me lerem não pensem que isto só atinge os outros e os filhos dos outros. Nós não somos prostitutos porque tivemos condições ideais para não o ser. Dado que “a ocasião faz o ladrão”, não devemos golpear os outros que, por vontade ou sem ela, se viram compelidos a abraçar. Entra-nos pelos olhos dentro, insistentemente divulgado pela comunicação social, que pedófilos concentraram a sua ambição nos putos da Casa Pia e não nos putos dos nossos lares. A razão subjacente está na desprotecção, ausência de carinho e de dinheiro que não tinham, nem pais para lhes dar. As condições favoráveis aos tarados e desfavoráveis para os putos eram evidentes.



Não sei se podem imaginar quanto é difícil a vida de uma prostituta. As agressões a que estão expostas (verbais e físicas), pelos clientes e pelos proxenetas, não terem com quem os filhos e pais deixar (porque também são filhas e mães, com filhos como nós, e também adoecendo como os nossos), a polícia que as persegue, doenças que as assolam, ausência de assistência na saúde e na velhice, etc., etc., etc. Enalteço um amigo, que foi meu condiscípulo num ano escolar nocturno, na altura já com duas filhas, que nunca me escondeu ser filho de uma prostituta. Não se gabava da actividade da mãe mas no orgulho que sentia por ela. Acrescento que, em criança, sempre conviveu no meio delas e disse ter sido um menino de sorte devido aos cuidados com que foi contemplado. Nada lhe faltou, apenas o tabaco que tal pai um dia não comprou, nem voltou … Hoje, a analfabeta mãe é a razão do seu bem-estar porque, caso contrário, acabaria num vulgar mendigo, sem instrução, esfarrapado ou noutra qualquer coisa parecida. Hoje é funcionário quase reformado, de um dos nossos hospitais de Lisboa, muito querido no serviço e respeitado na nossa rua.


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Agora uma particularidade dos japoneses: Era orgulho para estes, as suas filhas servirem os senhores feudais como gueixas, mesmo sabendo a finalidade.
Lembremos dois povos (Portugueses e Argentinos) que adoptaram músicas que são expoentes máximos de identidade cultural. São ex-libris da cultura, cujas raízes emergem de antros de libertinagem e prostituição. Hoje são turisticamente emblemáticos, passados com orgulho nos salões chiques do espectáculo Nacional e Planetário. O Fado que nos emociona o coração, com poemas encerrando a vivência da nossa gente, e o Tango que nos sacode alegremente, obrigando a bambolear nosso corpo, ao ritmo de um compasso cadenciando.



Algumas vozes bem cantaram estas realidades que teimosamente nos perseguem e magoam. Quem não se lembra da “Casa D´Irene” (canção italiana), “A Casa da Mariquinhas” (Amália), a vida (pouco conhecida) cantada da fadista Severa, “Amélia dos Olhos Doces” (Carlos Mendes) e tantas outras coisas sobre o tema.



Concluo que, em minha opinião, a prostituição é um mal menor, cuja actividade deve ser respeitada, tal como tantas outras dignas, pela importância dos fados que encerra.
E a profissão é tão importante que consegue, saciando o apetite sexual masculino, consideráveis índices de acalmia e sossego numa sociedade. Os governos reconhecem a realidade e evitam combatê-la. Criam regras e por vezes disciplinam a actividade. Os índices de violência são travados, as violações atenuadas bem como outro tipo de perturbação, como por exemplo as crispações nos locais de trabalho. Os Estados Unidos da América, por várias vezes, contrataram prostitutas para actuarem nos palcos de guerras em que se envolveram, como por exemplo na Segunda Guerra Mundial e na Coreia. Desta forma criavam um ambiente de bem-estar entre os soldados, cujo objectivo era o moral elevado. Portugal nunca teve dinheiro para contratar ninguém pelo que, na Guerra do Ultramar, o António deixou-as circular livremente de quartel em quartel (em Angola, Guiné e Moçambique). Julgo que por cá, em Portugal, obrigava-as a possuírem cartão de sanidade, isto é, eram obrigadas a irem à consulta médica de tempos a tempos devido, especialmente, às possíveis doenças venérea.



Depois dos cravos desenterrados, os jardineiros enterraram a prostituição da Nação porque os médicos deixaram de sentir a sua presença. Logo, parece que já não há putas, foram exterminadas... restam agora os paineleiros (compreensivelmente assumidos)… substitutos... A este propósito interessa citar dois poemas de Rui Coelho que separam ambos os períodos:
Antigamente dizia-se assim:
António há-de morrer!
A Oliveira há-de secar!
O Sal há-de derreter!
E o azar há-de acabar!
Actualmente é caso para dizer:
O António já morreu!
A Oliveira já secou!
O Sal já se derreteu!
O azar não acabou!



Na Holanda existe uma via pedonal, famosa, de nome “Rua das Luzes Vermelhas”, via-sacra obrigatória para turistas, onde as prostitutas estão concentradas para que possam ser controladas em termos de saúde e fiscalidade. Têm direito a assistência médica e protecção social (incluindo aposentação). Essa Holanda é mesmo um país de verdadeiros adiantados mentais.



É evidente que deixei em aberto algumas questões sobre este tema, como por exemplo a prostituição masculina, a vocação objectiva de grupos sem o tipo de carências referidas ou condições desfavoráveis, entre tantos outros fenómenos. Mas esse texto surgirá certamente de um de vós, proponho, para que a Cereza possa amavelmente divulgá-lo.



Vou lançar um desafio: Sugiro… contributos que possam enriquecer este texto. Novidades, casos ou situações ocorridas... Todos queremos conhecer e aprender mais. O caso da mulher de um adiantado mental de um dos bairros da cidade do Porto que chamou “filho lindo” ao Senhor Rui Rio (Presidente da C. M) já todos nós conhecemos… Vá! Desamarrem lá essas curiosidades dos baús e venham de lá esses lálálás, lélélés e lólólós…

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20 de Outubro de 2005
Abel Marques



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Terça-feira, 11 de Outubro de 2005

O Guião

A qualidade do UJ só tende a subir... e deve isso aos excelentes escritores que ultimamente têm aparecido...Tenho recebido textos sublimes. Apresento um deles, escrito pela nossa mais recente "paineleira": Lena.

Para ti, o meu sincero obrigada, e sincera admiração.




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<p>A qualidade do UJ só tende a subir... e deve isso aos excelentes escritores que ultimamente têm aparecido...Tenho recebido textos sublimes. Apresento um deles, escrito pela nossa mais recente "paineleira": Lena.

Para ti, o meu sincero obrigada, e sincera admiração.</p>
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width=100%><tr><td align=center><BR><BR><a href="<a href="http://bbb.blogs.sapo.pt/arquivo/IMG_1167 copy.jpg"><img alt="IMG_1167 copy.jpg" src="http://bbb.blogs.sapo.pt/arquivo/IMG_1167 copy-thumb.jpg" width="261" height="420" border="0" /></a>
</td></tr></table>
<p><em><strong>Descobrir é ir ao encontro do desconhecido.
Há quem o faça por natureza, e cada momento da sua vida assemelha-se a uma escalada, ao atravessar de um rio vigoroso, a uma caminhada ao sol. Mesmo que haja mais maneiras de lá chegar escolhe-se a que contém mais emoção, a que exige de nós mais fibra, não dando sossego ao corpo e à mente, mas alimentando a alma.
Outra forma de caminhar na vida é seguir os trilhos que outros já pisaram e avançar pelo conhecido.</p>

<p>Anda-se mais depressa, chega-se mais depressa. Onde? Ao topo, à glória, ao bom e ao mau e ao fim da vida também.</p>

<p>Quem anda depressa não vê tudo e o que vê não lhe é mostrado com clareza. Vêm com os olhos.

<p>Quem vai por onde ninguém ainda se atreveu, é dono, é senhor, é rico, é pessoa completa e cheia. São os que vêm com o coração.

<p>Têm medo? Têm sim senhor; é o medo que os faz avançar. Morrem a meio de certas caminhadas. Morrem sim senhor, mas correram o risco que lhes soube melhor que anos de sossego por caminhos acimentados e alcatroados que nos levam depressa onde os outros querem, não exactamente onde nós queremos ou onde o acaso nos levaria.

<p>Ah, sagrados cânones que nos orientam!

<p>Ah, princípios éticos que nos regulamentam!

<p>Ah, cabeça, tronco e membros do bom comportamento!

<p>Ah, substância formal da boa convivência social!

<p>Ah, teatro da vida, que passas anos sem nos dares um intervalo, sempre com a mesma peça em cena, repetindo o guarda roupa, falando eternamente a mesma língua, para espectadores sentados sempre no mesmo lugar.

<p>As cenas já foram repetidas tantas vezes que todos já esqueceram que o próprio teatro é uma encenação e as deixas não são sentidas, alguém as escreveu para que outro alguém as diga.

<p>O teatro é uma fé. Não sabemos porque acreditamos, não interessa perceber, não interessa dissecar, não interessa contradizer. Interessa contracenar. Já sabemos como vai continuar, conhecemos de cor o actor que vai entrar a seguir: vamos rir, mas o que nos apetecia era chorar? Se esperarmos um pouco, entrará outro actor que nos satisfará, mesmo que nesse preciso momento nos apetecesse mesmo rir. Mas não podemos. Porquê? Porque estamos a seguir o trilho que alguém construiu para nos facilitar a vida.
Pararemos para descansar, não quando estivermos cansados, mas quando encontrarmos o abrigo que foi construído para nos proteger. Lá dentro não faz frio, que nos engelharia as mãos, podemos tomar banho, para que não cheiremos mal…aos outros.
Podemos tirar as botas (da moda) e massajar os pés, para aliviar a caminhada que foi dura porque foi feita à pressa, para quê ir devagar se o caminho era tão bom, sempre ali debaixo dos nossos pés e nos permitia continuar com elegância para sermos os primeiros a chegar?

<p>Os outros, os que andam mais devagar, os que escolheram os atalhos e trilhos pouco conhecidos e por explorar, quando chegam, chegam atrasados e o abrigo está cheio. Ficam lá fora. Conhecem a chuva e o vento, já viram vezes sem conta o arco Íris na lua, que outros nem sequer ouviram falar. Mas, também, a quem interessa o arco Íris da lua? O que se ganha ao ver-se um arco Íris na lua? Só pode ser uma aberração fruto da imaginação de um frustado, de um anormal, de um maníaco, de um obcecado.

<p>Por vezes, alguns daqueles que conseguem chegar ao abrigo, acordam de noite com insónias e fumando um cigarro de sucesso, olham da janela bem calafetada a fogueira cujo fumo vai inquinar ainda mais os que a rodeiam. Sentem a tentação de sair, para saber se a noite está quente ou fria, o que conversam os anormais lá fora, mas não o fazem. Não seria correcto, perderiam o lugar no abrigo e pior ainda, sentir-se-iam a trair todos aqueles que elegantemente dormem à sombra da protecção do abrigo. No dia seguinte, estes olheiros, comentarão com os outros normais o mau aspecto da fogueira, a maneira concupiscente como os outros estavam deitados lá fora e, por meio de metáforas, darão a entender que até os ouviram peidar-se. Que horror!

<p>E o teatro continua, sempre a ser interrompido pelos barulhos e pelos cheiros dos anormais.

<p>Oh, neurónios indigentes que levam a boca a dizer obscenidades e a repetir impurezas e não se curam nunca.

<p>Como podem ter esperança de entrar na peça? Mesmo tendo o papel de pedra da calçada, daria buraco.

<p>Como poderão um dia, ser normais?

<p>Será que não se apercebem que tudo tem uma altura e um momento certo na vida? Há horas para comer e beber, há momentos para agrafar papéis, há alturas para andar de bicicleta, há instantes para ver o pôr do sol, há minutos para nos pentearmos, etc. e por ai fora.

<p>À força de quererem caminhar fora do empedrado, os anormais, muitas vezes fogem da vista do mundo. Perdem-se.

<p>Coitados, na sua maioria são maníaco-depressivos, com obsessões que não lhes permitem ser normais. Nunca serão felizes. Coitados. São ridículos, teimosos em não quererem ler o guião da peça que deveriam estar a representar. Nunca sabem o que vai acontecer a seguir, que parvos!

<p>Não pensam nas consequências e depois queixam-se. Querem coisas novas querem experiências, querem conversar sobre coisas sobre as quais não se conversa, querem emoções. O que querem é perder o controlo e não saberem nunca o que vai acontecer a seguir, isso sim!

<p>Toda a gente gosta de aventura e mistério. Está previsto que assim seja, e para tal lê-se um livro ou vê-se um filme. Está no guião.

<p>Em última análise estas pessoas, estas criaturas, são um perigo. Como se pode saber que não têm um efeito contagiante, que o seu interior não contém vírus e bactérias como por exemplo vontade de rir, impulsos sexuais incontroláveis, olhares penetrantes, ondas do mar, música por tocar, amanheceres acordados, uma camisola para dois, beijos a desconhecidos, livros emprestados lidos em voz alta, almoços só de vinho e outras barbaridades ainda mais bárbaras que não se podem descrever, porque são actos cometidos fora do tempo próprio, antes ou depois do momento em que estavam programados, absoluta e completamente fora do guião?!

<p>Cada pessoa tem direito a encarnar um personagem e apenas um e tem como missão convencer-se que é esse personagem, de preferência um protagonista de qualquer coisa. Quanto mais depressa decorrer este processo de auto-convencimento, de auto-conhecimento, mais depressa se alcandora à felicidade!

<p>Os anormais mudam de personagem constantemente. Para quê? Só dificultam a sua própria vida. Nem dão tempo a que eles próprios se conheçam e não respeitam a respeitabilidade dos outros, que se mantêm iguais a si próprios, coerentes, uniformes, ou seja, normais!

<p>Aqueles anormais são loucos. Só podem ser.

<p>O pior de tudo é que, por vezes, vestem a pele de uma personagem normal e confundem as pessoas efectivamente normais. Divertem-se a cometer estes crimes.
Como descobrir um deles? Facilmente: arquitectam conversas que nada têm a ver com a realidade, com o guião. Falam de coisas estapafúrdias, dizem o que pensam e o que sentem. Não têm sentido. Se virmos bem as coisas, nem existem. Afinal, não estão no guião.

<p>Bem, agora é o momento de ir à casa de banho.

Lena</EM></STRONG></P>

Impressão Digital Cereza às 01:29
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UJ noutros blogs

Ai este Boavisteiro! O que fui encontrar no "fantástico" blog dele!




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<p>Ai este Boavisteiro! O que fui encontrar no "fantástico" blog dele!</p>
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width=100%><tr><td align=center><BR><BR><a href="<a href="http://bbb.blogs.sapo.pt/arquivo/postal_0008.jpg"><img alt="postal_0008.jpg" src="http://bbb.blogs.sapo.pt/arquivo/postal_0008-thumb.jpg" width="300" height="420" border="0" /></a>
</td></tr></table> <p>(Pronto Boavisteiro, mais uma foto das que gostas)</p>

<p>http://bbb.blogs.sapo.pt</p>

<p><strong>"Bem. Este estive para não pôr. A minha consciência clamava: "ó boavisteiro, este é blog de gaja!". Mas eu disse: ó pá, é sim, mas tem umas fotos bestais de gajas nuas!

<p>Além disso, ouvi dizer que andam por lá umas gajas boas. Pode ser que, com esta publicidade, consiga engatar alguma. Não custa tentar!
E por agora, é tudo. A seguir vou fazer um post realmente interessante."

<p>boavisteiro

# posted by Paulo : 5:28 PM</strong></p>
<p>in: O diário de marilu</p>

Impressão Digital Cereza às 01:14
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Segunda-feira, 10 de Outubro de 2005

Analogia dos Sintomas

Quantas e quantas vezes não sentimos que chegou o momento de riscarmos definitivamente certas pessoas da nossa vida... A mathinha demonstra isso bem...





moon.jpg


Um dia risquei-te com giz,
Do quadro dos meus sintomas.
No dia seguinte lá estavas,
De novo,
De braços cruzados, sem arredar pé,
Renitente com pose de quem veio para ficar.
Culpei o giz,
Que estava gasto de tanto te riscar.
E o quadro também,
Porque tinha permitido cravar o teu ‘eu’
E agora as cicatrizes formavam vincos,
Fundos como rasgões.
Na medida dos teus desejos,
Eu projectava os meus,
Mas não eram meus,
E nem sequer teus.
O teu silêncio falava mais alto,
E eu tapava os ouvidos e gritava.
Na minha sombra eu só via a tua,
Que me perseguia,
Inerte, altiva mas incapaz,
E eu fugia para o escuro.
Trocaste o meu sol por um que era só teu,
Sem brilho,
E eu não quis mais brincar.
Vestiste a minha lua de negro gélido,
E eu senti o frio da solidão.
Um dia, comprei um giz novo,
Risquei-te do quadro dos meus sintomas,
E senti a beleza de nada sentir…



Mathiot



Impressão Digital Cereza às 10:40
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Sábado, 8 de Outubro de 2005

Estamos no Mundial!!!!!

29JC160604 copy.jpg

(Tirado pelo fotografo Carmona, do jornal "O Jogo")



PARABENS PORTUGAL! (Jogaram mal, mas lá)


Impressão Digital Cereza às 23:11
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O verdadeiro COCAS

http://pwp.netcabo.pt/npinto/video/cocasfinal.mpg



vão ao link e riam-se um bocadinho


Impressão Digital Cereza às 00:06
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Sexta-feira, 7 de Outubro de 2005

UJ gift!

Já passou uma semana desde o aniversário do Urban Jungle... chegou a altura de por um ponto final no tema, pelos menos a nivel de blog. No entanto parece-me lógico e quase imperativo deixar aqui umas palavras de amizade para todos aqueles que compareceram ao almoço.


005 copy.jpg


Como referi faz sabado 8 dias que nos encontramos como verdadeiros e bons amigos... direi mesmo cumplices! Confesso que me deixa extremamente emocionada ter encontrado pessoas tão” sublimes” neste cantinho que criei há um ano atras. Nunca, mas em tempo algum, pensei que chegasse a este ponto! Nos dois encontros que tivemos percebi que fiz verdadeiras amizades... pessoas com quem posso contar. E isso não é fácil sabiam?... nem no dia a dia, quanto mais num blog.
Para já uma palavra de carinho para aqueles que fosse qual fosse o motivo pelo qual não puderam estar presentes.. mas incansávelmente continuam a escrever para o desenvolvimento desta "meia leca" de projecto, que é nosso... como a Morgaine, o Abel, Alic, LASKINA, Vanessa, Majoca, mathiot, Narag, o Fonz... enfim tantas pessoas que me são extremamente queridas.

Tive pena de não estar a 100 por cento neste encontro, mas como já referi várias vezes, ando com alguns problemas de saude...o que me limita imenso. (por algum motivo estou de baixa há quase dois meses) Prometo que para a próxima será diferente !!!! Quanto aos que fizeram quilometros e quilometros para estar lá (outros nem tanto) quero deixar-vos uma palavra especial... para cada um:

Maslow - és de facto um anjo, a tua simpatia é qualquer coisa de inagualável. Ninguém consegue ficar indiferente á tua generosidade e pureza de sentimentos. Recebeste-nos com um sorriso de orelha a orelha, apesar de termos dado tanto trabalho. Nunca esquecerei o que tens feito por este blog.

Starry- Para ti também um agradecimento para o teu inescidivel esforço para organizar este encontro. És uma mulher cheia de garra e com muito amor para dar. Quem te conquistar, é sem dúvida um homem de sorte!

Erina – Minha amiga... sempre houve uma empatia entre nós, sempre nos demos bem, e sempre te irei considerar uma amiga do coração... estarei sempre presente se precisares de mim. Adoro-te!

Flyman – Tu tens sido a maior surpresa deste UJ. És uma pessoa incrivel. A tua simpatia e boa disposição são imprescindiveis neste cantinho, e nos nossos encontros. Já te considero um amigo, tal como a Erina. És sem dúvida uma pessoa 5 estrelas!

Lua – Uma mulher incansável... direi mesmo IN-CAN-SÁ-VEL. Nunca dizes que não, nunca estás mal, e dás o maior animo a todos quanto te rodeiam. Agora o proximo almoço é contigo, como combinamos... e sei de antemão que vai ser uma maravilha. Obrigada amiga!

Criador – O mais doce dos personagens do UJ. Está sempre lá...SEMPRE pronto a ajudar naquilo que pode e não pode. Mudou, e tornou-se um grande Homem. A ti estou eternamente grata, pelo apoio que me tens dado em todos os momentos.

Marta – TU és a mais fiel de todas! És a propria amizade... estás no UJ desde o primeiro post, sempre comentaste, sempre ajudaste, sempre fizeste tudo por tudo, para a harmonia reinasse entre nós, estiveste SEMPRE a meu lado. Foste aos dois almoços, e agora és imprescindivel para nós! Gostamos todos de ti amiga!

Watergod- Tu és indubitávelmente um dos nossos grandes trunfos... disse-o no almoço, e volto a dize-lo de novo. Sem os teus comentários ou melhor “ferroadas” o blog seria um pãozinho sem sal. Apesar de muitas vezes não concordar contigo, tenho de admitir que és uma especie de motor no UJ. Tenho-te como amigo... apesar de ás vezes, a brincar, gostar de implicar contigo LOLLL. Para a WaterGodess, uma palavra também de carinho... obrigada pela tua simpatia J

Driade – Foste a alegria daquele almoço, tal como no anterior. Nunca vi mulher tão bem disposta, e tão cheia de speed! Pouco a pouco estou a conhecer-te melhor... e não me arrependo! És generosa, mesmo quando me zango com voces porque ainda não comentaram... lol

Anasimplesmente – Já conversamos muitas vezes, e já te disse milhentas vezes que estou muito feliz por ti... pela força com que tens alcançado os teus objectivos. Só tenho pena que fales tão pouco no canal... mas eu agora entendo... outros valores se levantam. E fazes tu muito bem!

Corto – Sempre caladinho, mas sempre ali... o sorriso dele diz tudo. É uma pessoa franca, faz tudo sem aparatos... mas está sempre presente! Adoro aqueles asteriscos coloridos! Obrigada meu amigo

Alexandra – doce, doce, doce... É um bombom... como aqueles que a starry nos trouxe... saborosos. Tu também tens sido uma excelente surpresa, adorei conhecer-te!

Safira – A tsunami, a benjamin do grupo, a amazona, a exelente amiga que todos os dias me vai dar o olá ao messenger! É ainda uma menina ao pé de nós, mas com um enorme coração! Gosto muito de ti minha linda! Tens de me ensinar a andar a cavalo. Lol

Shikote – Só depois deste almoço é que te fiquei a conhecer. És uma excelente companhia, gentil, engraçado, bem disposto... shikote já não passamos sem ti! Bejo!

IdeiasAvulso – O homem que achava que eu não lhe falava! Lol Acho que já entendeste porque estavas enganado. Também me surpreendeste neste almoço. És UM compincha, a sério... espero que a nossa amizade venha a crescer!

Azelom – O homem dos peitoriais e rei da boa disposição. Um amigão! ADOREI conhecer-te! Falas demais quando bebes (lol) mas SEI que arranjei um GRANDE amigo. Sempre feliz e bem disposto! É tão bom conhecermos pessoas assim.


Frisco – O homem mais gentil, mais cavalheiro, mais carinhoso deste mundo e o outro. Orgulho-me muito, mas mesmo muito ter alguém como tu no UJ. És concerteza igual ao teu avô... O Dr Aristedes Sousa Mendes! Para ti não tenho mais palavras sem ficar emocionada... Talvez porque representas o que há de bom no ser humano.

_JMPP - Trocamos poucas palavras, mas foi bonito ver-te ali com o pessoal. Espero que venhas mais vezes ao blog.

Mário – Espero que a partir do almoço faças parte deste grupo de gente fantástica. Quero agradecer a tua simpatica e generosa presença. Ficamos á espera da tua visita!

Deixo para o fim 4 pessoas que queria muito conhecer, e finalmente consegui!

Tex – amigona, és em pessoa aquilo que és no blog. Rebelde, amiga, generosa, e super bem disposta. Adoro essa tua frontalidade! Queria muito conhecer-te, finalmente esse dia chegou e não me arrependi nada!

Mafalda – Apesar de termos falado pouco em Santo Tirso, senti que és genuina. Espero um dia ver-te no blog... teria uma grande alegria.

Pataniska- sua doida! Esse teu speed é maravilhoso... a tua alegria é contagiante. És ainda melhor que no blog (cof cof em todos os aspectos) Adorei conhecer-te. Sei que agora vamos ficar ainda mais amigas e cumplices! É louca ela!

Formas – Meu GRANDE amigo... mas GRANDE mesmo! Foste a pessoa que mais adorei conhecer... e se me zango contigo porque quase não estiveste lá tempo nenhum, é por alguma razão! É porque te considero o meu amigo do peito! E mais não digo, senão choro...

Guldan – a ti basta dizer: Amo-te!



bsv7 copy.jpg


E para terminar em grande com as lamechices, deixo aqui um texto que mandou o Louis Phere para o UJ. Louis só te quero dizer, que estou desejosa de te conhecer! Um dia talvez... certo?

URBAN GIFT:
"Não tenho nada para te dar... tu sabes.
O coração, por se sentir livre, quer apenas voar.
Não deseja correntes, nem laços, nem nós... e as amarras que os sentimentos trazem são pesadas demais para mim.
Não tenho nada para te dar.
Só as minhas mãos vazias. Minhas.
E são tudo o que tenho...e são tudo. Uma mão vazia, a outra cheia de nada. E são tudo o que tenho.
Não tenho nada para te dar...
E mesmo assim, mesmo assim... a noite ficou tão escura!
Roubaste todas as luzes do universo, todas as cores do mundo, toda a força que a vida contém... e colocaste, com carinho, todo esse brilho no meu olhar."



Uma prenda pelo aniversário do 'monstro'.
Não te chateies comigo boss, I´m still fond of you...



Louis Phere



Terminamos assim o festejo de 1 ano de existência do blog... Agora há que seguir em frente com mais textos, mais ideias e mais comentários.
Tenho em minha posse vários textos que me mandaram... todos serão publicados, peço apenas um “cadito” de paciência”!
Maslow vamos ter sim um tema mensal, mas será uma espécie de pop up do blog... algo á parte... porque assim não se “afunda” no meio dos outros textos. Vai ser digamos algo especial. Quanto ao romance é uma ideia que também pretendo levar em frente, utilizando o mesmo sistema que acabei de referir... mas isso meus caros, é trabalho para o Guldan.

Agora a ideia do livro do blog para o próximo aniversário adorei... Um livro com tudo o que já escrevemos, textos, fotos e comentarios! Isso sim, acho que vai ser uma prenda maravilhosa!


Um beijo para todos!




Impressão Digital Cereza às 20:36
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Parabens Frisco!

Eu sei que para o Francisco Sousa Mendes, tenha um feliz dia de aniversário... basta-lhe ver aqui esta foto...do avô: O consul Aristides Sousa Mendes. Um heroi para ele, para nós, e para todos os portugueses.



ASM copy.jpg



PARABENS FRISCO



PS, não percam o texto da morgas... mesmo abaixo deste post... vale a pena!


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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2005

Relato III: Move that rabo!

No dia 1 de outubro eu preparava-me para realizar a descida nos grandes rápidos que vão dar as Niagara Falls, bem cedinho para ter o barco so para mim antes que viessem os turistas.. estava ali a saborear as brumas toda descansada quando me lembrei que dia era. Oh myy gooodeeeeeee tenho de despachar !!

falls copy.jpg


Dei um beijo ao rabanete e disse-lhe “volto ja ja ja, tenho um almoco muito importante e a cereza mata-me ! “ Corri até aquilo que me pareceu uma pista e meti 100 dolares no bolso do piloto a gritar-lhe “Sto Tirso já!!!! agora!! rapid! Move moveeeeeeeee esse rabo !!” – o homem depois de ver o mapa e a suar la entendeu e levou me num jacto supersónico para o destino desejado, e depois de aterrar na Portela pediu a um colega que me levasse o resto do percurso, o que ele fez… de heli… lá fomos nós à procura da fabrica para aterrar em segurança. .. Cheguei à entrada da fábrica, e vi desiludida que me tinha atrasado por pouco.. ao longe vi carros em fila seguindo um amarelo... um jipe ia atrás e mais uma fila de carros.



Tentava desesperadamente lembrar-me sem sucesso do nome do restaurante e resolvi correr o mais possivel tentando avistar os carros ao longe e seguir o caminho. De repente, ja longe, vejo a mesma fila de carros voltar para trás e ja nao entendia nada. Voltei a correr em direccao a fabrica mas quando la cheguei ja a fila se tinha feito de novo á Estrada.



O cansaco venceu-me e sentei-me. Apareceram dois pombos das caldas, mas por mais que eu acenasse, nao me viam.. Subitamente apareceu um moreno simpático de oculos que dá pelo nome de Mario... veio buscar os dois pombinhos.. Eu meti-me tambem dentro do carro e fui atras.. eles nem me viram de tão ocupados que estavam a procura de algo no chão do carro. Seguimos caminho e o carro parou em frente ao restaurante. Uffa ! Vou dar com os paineleiros no patio a beber vinho doce.. eu acenava e cumprimentava e ninguem me respondia ! ! Dasse, que se passa com esta gente? Eu é que sou a rainha do UJ…



Avistei o frisco a enfardar as bolinhas de bacalhau e a falar sozinho dizendo maravilhas das ditas. A anasimplesmente arregalava-se com as broas tendo um pão ao lado a segura-la. A Marta ja estava a a beber do vinho ainda nem o almoco tinha comecado. A cereza estava estonteante num traje que parecia oriental, e a luadourada estava para ali a circular com aquela cara de quem esta a preparer alguma maroteira.



A fome levou-me a pegar num pedacito de morcela que por sinal estava muito boa. Vejo todos a sorrir e a brincar muito felizes e já nao me importei que nao me ligassem nenhuma. La seguimos para as mesas, mas eu nao tinha lugar e fiquei de pe, roubando de vez em quando com os dedos umas doses de sarrabulho aqui e acolá que por acaso estava delicioso.



O pessoal estava a diverter-se muito e tentei apanhar o que diziam , mas pelas caras de riso nao devia ser coisa inocente de todo. Passado um bom bocado, procurei as “toilettes” e fui dar de caras com a luadourada e a driade muito serias como se algo tivesse corrido mal: a driade tira do bolso um objecto bem indentificado destinado a anões e a luadourada nesse momento cruza as pernas de modo engracado. A driade andou, até a hora do caldo verde com um colar engracado ao pescoco que hiptonizava e divertia muito o pessoal.. A sessão de fotos veio a seguir: os paineleiros nao quiseram com medo que as respectivas senhoras os vissem com tantas beldades. Nós la fomos todas. Ainda nao percebi porque nao apareco na foto!!!



Entretanto seguiram-se os brindes com o champagne e os discursos .O WG agita o resto do champagne da garrafa e manda-me o jacto para cima. Dou por mim toda encharcada e com os olhos a arder... Quando os abro tenho a minha frente o maior espectaculo de uma vida: no meio de brumas quentes uma cascata gigantesca irradiando uma forca e beleza de cortar a respiracao, sem palavras para descrever.


Morgaine
(Niagara Falls)


nf.jpg


A morgas antes do texto escreveu-me isto:
(A versao da morgaine sobre o almoco do urban jungle, escrita a pressa enquanto o rabanete dorme…
Cereza faz favour de emendar os erros que isto foi escrito em teclado Americano. Por isso deve ser muito valioso mas mesmo assim prefiro que corrijas..)


Morgas, tu estavas lá... nos nossos corações! (Cereza)




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Terça-feira, 4 de Outubro de 2005

Relatos II

Resolvi juntar o post do Maslow no mesmo post da Tex, porque assim encerramos da melhor maneira este tema do aniversário. Depois de ler o texto dele, acho que tudo agora depende de vocês!


barraflor03 copy.gif


É muito fácil perder-me pelos mil atalhos daqueles que aconteceram na festa do primeiro aniversário do UJ. Para não complicar vou, então, escrever ao sabor das palavras que me sairem.



Em primeiro lugar quero agradecer a todos os que estiveram presentes e dizer-lhes do quanto fiquei contente por notar que gostaram de visitar os meus locais. Foram um grupo de pessoas fantásticas e eu estive sempre ocupado com os sorrisos que distribuiram o dia todo.



Como sabem, o meu “Maslow” é um personagem muito hiperactivo e pleno de gags e foi extraordinário tentar lidar com isso o dia todo. Se não fossem vocês, tinha-me sido impossível. Diverti-me imenso, mesmo!



Notei que funcionam tão bem, tão bem, uns com os outros que, se querem a minha opinião, torna tudo muito simples a quem sente ter alguma responsabilidade, numa ocasião qualquer, em juntar-vos.



Eu penso que o almoço estava bastante razoavel mas o mais importante foi o apetite com que estivemos sempre de nos usarmos em conversas sem fim, em brincadeiras saudaveis e num jogo de interpretação que, senti mesmo, se destinou mesmo a transformar aquela tarde num convívio excelente que, concerteza, fortaleceu ainda mais os laços que trazíamos dos textos e dos comentários e do canal do UJ.



Agora que festejamos já o primeiro aniversário, sinto que podemos fazer ainda um pouco mais pelo blog. È um dos sítios da net que me parecem destinados a ter alguma importância, não só no espaço restrito daqueles que já o utilizam mas mesmo num espaço um pouco mais alargado.



Acho que o UJ tem condições para ascender a uma posição de maior visibilidade e tem também gente com qualidade interessada nele para que possa vir a representar, além de tudo aquilo que, para nós, já representa, um local de opinião e aprendizagem, informação e até de formação. Eu não me sinto nada insultado por continuar a prosseguir na minha curiosidade acerca de temas do dia a dia actual que me forem propostos no UJ – aprender convosco, além do prazer do saber, entrega-me o prazer de estar convosco.



Disse-o no almoço e repito-o agora que acho que o UJ devia ter um tema de fundo todos os meses, um tema da actualidade e que tenha potencial para interessar uma grande audiência. Permitir-nos-ia, ao longo do mês, incluir comentários ou observações que achassemos oportunas e interessantes, convidar pessoas a visitar o fórum assim organizado, enfim, ia ser uma forma de construir um espaço de intervenção e de opinião cada vez mais difundido.



Quanto à sugestão da Shery de que poderíamos também iniciar uma “novela” colectiva, com a contribuição de todos os interessados, teremos que definir muito bem como deveria acontecer. Eu tenho uma pequena experiência nesse campo que faliu por falta de unidade entre os participantes e, penso eu, por falta de coordenação e discussão acerca do desenvolvimento do romance.



Creio ter dito tudo quanto queria e, resta-me sugerir que nos encontremos outra vez em Dezembro, antes do Natal, numa festa de natal do UJ (sugiro os dias 3 ou 10 de dezembro).



Um beijo a todas as morenas, ruivas ou louras e abraços para todos.

O Anjo



ELAS.jpg

(Esta foi tirada pouco antes de um assalto a um banco nas redondezas... Queriam ver as carinhas larocas né? Fica para a próxima...AH É VERDADE, OS HOMENS ACORBARDARAM-SE! Sempre o mesmo, muita garganta, pouca acção!)


malagueta.jpg

Já agora alguém sabe o que fazem ali aqueles pimentos ou malaguetas, ou lá o que é aquilo?)


ELA.jpg

(Uma das caras larocas do grupo... pena que o Corto Maltese tenha ficado tão nervoso que cortou a cabeça á nossa linda "paineleira")


PAR.jpg

(Alguém me diz quem são estes dois? Bolas até debaixo da mesa??? Eu bem avisei que havia poucas vergonhas!)


Fotos tiradas por Corto Maltese.... brigada amigo! Outras fotos do nosso artista de serviço em http://www.flickr.com/photos/corto_maltese/


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Gostaram? Querem mais? temos pena, mas as restantes são só para consumo interno!

É curioso reparar que todos os relatos do dia de aniversário do UJ tocam em aspectos diferentes... momentos apenas vivênciados pela pessoa em questão. Se 30 relatos recebesse, teria sem dúvida 30 visões totalmente diferentes do que se passou nesse dia. Mas uma coisa todos têm em comum: foi um dia inesquecivel, com uma enorme cumplicidade entre as pessoas presentes... e é essa cumplicidade que diferencia um almoço de um blog como UJ de um almoço qualquer de IRC... Uma coisa é certa, ficamos mais unidos e mais fortes do que nunca!



Apesar de andar a passar um "cadito" mal desta maldita coluna, diverti-me imenso... diverti-me ver as caras sorridentes, diverti-me ver que sabiamos tanto uns sobre os outros... divertiu-me ver os organizadores satisfeitos, após uma ardua tarefa... Adorei ver pessoas que sempre me despertaram alguma curiosidade... Uma delas foi a Tex... eu sabia que o raio da mulher era bem disposta e refilona... mas foi uma delicia conhecê-la pessoalmente! Aqui fica o aniversario do UJ visto pelos olhos dela....


barraflor03 copy.gif


"Já passava das 15h, quando finalmente eu e a Mafalda conseguimos escapulir da reunião da famelga…. e rumamos felizes e contentes em direcção à Trofa. O Formas, que fez o favor de nos dar boleia, era o mais feliz de todos já que estava a realizar o seu mais secreto fetiche: estar no meio de uma loira e de uma morena!



Chegados à Trofa, o Maslow , como bom anfitrião que é, foi ao nosso encontro para nos guiar até ao restaurante.
A minha alma sorriu feliz quando o vi. Substancialmente mais magro, o nosso anjo estava giraço e charmoso como sempre. Mas alguém mais foi ao nosso encontro! Alguém que, apesar de eu insultar convenientemente há já alguns anos, nunca tinha visto ao vivo e a cores…pois era a nossa Public Relations, the one and only, Starry! Humm que abraço bom!



No caminho para o restaurante, encontramos o JMPP que já com algumas bjekas no bucho se preparava para correr a maratona na fosse o Maslow dar-lhe boleia.
E eis-nos chegados!



Assim que entrei, lancei um rápido olhar à sala procurando localizar a patroa. E logo a identifiquei pela labareda que se agitava algures a meio da mesa. Lá estava ela translumbrante e ruiva! Acerquei-me para o inevitável pontapé no fundo das costas, mas ela estava sentada. Ao lado estavam o seu mais que tudo e a Safira, essa jóia de rapariga. Mas num instante a minha atenção foi desviada para um elemento armado em paparazzi…e vai que insiste em tolher-me com a recolha de imagens (vá-se lá saber para quê), ora eu não achei bem e abalroei-o sem apelo nem agravo! Era o venenoso (watergod) pois claro!



Enquanto tentava identificar os restantes presentes, fui abanada por uma figura irrequieta e cheia de energia, que insistia e insistia que eu sabia quem ela era! Pois se eu nunca tinha visto semelhante estropício! Mas de repente, ela revelou-se…era a gordurosa da Patanisca, radiosa como o sol! Digo isto porque até tive dificuldade em olha-la de frente como ao dito! Juro que se ela me apertava mais, eu chiava!



Depois do susto como devem compreender tive de me sentar e pedir um café forte. Escolhi um cantinho sossegado da mesa, onde tive o prazer de conhecer o Francisco, que é um senhor e a Lua Dourada divertidíssima. Eles que me desculpem porque acho que ocupei o tempo de antena todo …é assim um defeito imenso que eu tenho!



Levantei-me e fui conversar um pouco com a mana e com o Formas os quais se tinham sentado um pouco afastados do bulício.Também lá estava o Azelom, mais careca que um kiwi, mas sempre com aquele abraço forte e amigo.



Fazia um calor de rachar e todos decidiram por ir arejar o queque até ao pátio. Lá fora espalharam-se como puderam e agruparam-se conforme quiseram. Numa mesinha pequena, eu e o Maslow, púnhamos a conversa em dia tendo por companhia o Corto Maltese, com o seu sotaque parisien … cedi o lugar à mana que ficou em amena cavaqueira com o Maslow e o Shicote, e fui cirandando daqui para ali e dali para acolá, pois queria conhecer todos!



Entretanto já a confusão estava lançada com a fantástica da Dríade a exibir um massajador facial (presumo que para anãzinhas) ao pescoço! A mulher estava indignada e com razão, porque aquilo não é tamanho que se apresente, a não ser que ela precisasse de cotonetes. E logo ali lhe prometi arranjar um com marcha à ré e a tocar o hino nacional!



Promessa feita, dirigi-me depois ao friso de paineleiros e paineleiras, que se tinham instalado no fundo do pátio.Lá estavam, Erina (mais bronzeada que um sino) e o seu querido, Anasimplesmente e a WaterGodess, caladinhas e com um ar doce, doce…e uma teenager vegetariana com quem muito gostei de trocar impressões.



Mais uma voltinha e parei no grupinho do corte e costura, que de pé e corpo feito cortavam na casaca sem dó nem piedade! Ah não sabiam? Pois eu conto! O Azelom (esse kiwi), o Formas (esse capitalista), o Water (esse venenoso)e o Criador de Sonhos (esse rapazinho) estavam no serrote sim senhor! Uma vergonha!



Antes das despedidas ainda tive tempo de conversar com o IdeiasAvulso (sempre observando) e de dar mais uma palmada nos costados do JMPP.



Desculpem eu não me lembrar ou não mencionar o nome de todos, mas o que me ficou foi sobretudo a generosidade das palavras e a simpatia dos olhares. A todos obrigado por aquele pedacinho de tarde!"



Tex





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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2005

relatos I

Começaram a aparecer os primeiros artigos sobre a nossa badalada megarave... estes são para já os primeiros relatos...as fotos hihihihih seguem amanhã... :P!


lips4 copy.jpg


Style was kept under pressure:
Começo por vos informar de que “eles/elas andem aí” e, por andarem (e de pantufas), não consigo abstrair-me de todo do facto de que corro um risco tremendo ao aventurar-me na escrita deste pequeno relatório sobre o evento do ano, nomeadamente a FESTA DO PRIMEIRO ANIVERSÁRIO DO URBAN JUNGLE, que teve lugar na linda cidade de Santo Tirso, em 01 de Outubro de 2005.

Mas pronto, vou tentar cumprir prazos impostos pela patroa e contar, assim, a minha versão da coisa, advertindo, desde já, que vou procurar fazê-lo com aquela calma que agora teimam em me pedir como se eu não fosse a calma em pessoa, mas se falhar, olhem, paciência, amigos!

Desde já, dou-vos permissão para me corrigirem nalgum erro que venha a ser cometido, certamente por lapso, mas procurem entender que o facto de tanto me ter sentido em perigo de vida acabou por resultar num trauma desgraçado. Creio que nem sequer a conjugação do generoso bom humor da Dríade com meia dúzia de garrafas de ginginha chegarão para resolver esta situação.

Como sabem, cheguei na véspera do evento, mas devo esclarecer que se cheguei na véspera foi só porque teve de ser, não tendo nada a ver com aquela minha velha mania de chegar primeiro. Acontece que se viajasse no próprio dia, vocês teriam de ter almoçado sem a minha adorável companhia e presença. Isto porque apesar de rica, ainda me falta um pequeno nada para concretizar o meu sonho, nomeadamente adquirir “aparelho voador” próprio, para poder, assim, chegar quando quero e me apetece, independentemente de ser a boas ou más horas. Mas não perdem pela espera, juro-vos!

Tenho a contar-vos que quando cheguei ao local de concentração do grupo, conduzida pelo simpático e charmoso Mário, já lá estava o Maslow, fazendo, of course, as honras da casa e cumprindo com o dever de bem receber os paineleiros e paineleiras que foram chegando ao seu reino. Com ele já estavam a Dríade, a anasimplesmente e o pão que a acompanhava, bem como o _JMMP, este último com cara de poucos amigos, certamente por fazer um calor de rachar e não haver bejecas à mão de semear.

Pouco depois, chegou a Erina das asinhas e o flyman, os quais me trouxeram uma belíssima surpresa, a qual abracei e me abraçou, num abraço sentido, daqueles que custam mais a desfazer do que a fazer. Ainda abananada pela surpresa, lá nos deslargámos, eu e a pedra preciosa, a Safira. Depois de completada uma visita guiada e inteira às meias, chegou outra remessa de paineleiros. Desta feita, era a Cereza, o rabanete Guldan, o Criador_Sonhos e a luadourada--, todos juntinhos como bons amiguinhos que são. De seguida, chegou a True_Colors, o azeloM e o frisco e... quando dou por mim, já tinham chegado também o Corto_Maltese, a Alexandra e o respectivo rabanete. O Watergod, acompanhado da sua rabaneta, surgiu não sei de onde, mas que estavam ali, lá isso estavam. Eu vi-os!

Faltavam algumas pessoas, mas fazia-se tarde e importava partir para a quinta da Ti Luísa. Lá nos organizámos e um atrás do outro, dali saíram uma data de carros carregados de paineleiros. Ainda não nos tínhamos verdadeiramente feito ao caminho quando o Maslow se lembrou de que os pastéis tinham sido esquecidos. Decidiu dar meia curva e voltar ao ponto de partida para pegar os pastéis e, assim, certificar-se também de que o seguiam.

Mas apesar do esforço do Anjo, o flyman voou um bocado ao lado e desencaminhou-se ali pós lados dos móveis, de onde nos mandou um SOS. Entretanto, percebeu-se que a Driade tinha passado por cima e já estava a liderar no percurso. Foi na volta atrás e corrida até aos móveis e ao flyman que percebi que o “amarelinho” era tão agitado nas mãos do amigo como nas mãos do dono.

Finalmente, arrancámos e lá chegámos à quinta da Ti Luísa. No parque de estacionamento estava, sentado dentro duma viatura, um homem que olhava para os carros que iam dando entrada no parque e paineleiros que deles iam descendo com um ar absolutamente suspeito. Era o Shikote, que como bom conhecedor dos caminhos da terra, tinha resolvido a coisa sózinho.

Sem grandes demoras ou cerimónias, dirigiram-se todos à mesa posta à porta que dava entrada para a sala de jantar. Começaram por se servir de vinho doce e dos diversos petiscos postos na mesa. A primeira discussão do dia começou ali mesmo. Afinal o vinho doce tem alcóol ou não?

Foi mais ou menos por estas alturas que começou a aparecer e desaparecer uma garrafa de ginginha há muito prometida pela Dríade à minha pessoa. O Shikote já me tinha conversado bem e eu, assim a modos que forçada, até concordei em partilhar com ele a minha garrafa de ginginha, desde que ele se ajoelhasse, o que ele, como homem de palavra, fez, colocando uma nota de 20 euros debaixo de cada joelho. O _JMMP marimbou-se na ginginha e no vinho doce e agarrou-se às bejecas como gato a bofe...

Entretanto, chegam os atrasados, nomeadamente o IdeiasAvulso, o Raul e a PataniscaLight, linda e maravilhosa como sempre. A ruivinha proibida, também ela deslumbrante nos seus trajes, sentou-se à beira da mesa do vinho doce e eu, cumprindo as instruções do Louis_Phere, encarreguei-me de vigiar a mesa e, obviamente, o vinho doce e o não doce, não fosse a patroa entusiasmar-se e... eh pah, há um blog para gerir.

O Maslow, sempre na posse daquele seu excelente sentido de humor, informou a concentração de paineleiros e paineleiras que a sua presença ali era merecedora da maior das gratidões, uma vez que tal só foi possível porque conseguiu encontrar toda a força e coragem que um homem precisa ter ao ver-se forçado a renunciar a uma ou duas convenções de morenas belíssimas lá pós lados das Américas e de terras de Sua Majestade.

As fomes maiores começaram a apertar e, obedecendo aos apetites, o pessoal deu entrada na sala de jantar e cada um sentou-se onde muito bem lhe apeteceu. A papinha estava óptima e o vinho ainda melhor. O almoço ía mais ou menos a meio quando se começou a ouvir falar de coisas cor de baunilha, pilhas e afins. As senhoras riam e os homens olhavam assim meio desconfiados para a coisa (que não era assim grande coisa, diga-se de passagem).

A Driade foi a sortuda premiada com a coisa e, credo, se ela fez bom uso da coisa para arrancar estrondosas gargalhadas ao pessoal. De todo ciosa com a coisa, tentou saber quem lhe ido ao bolso, mas, raios, ninguém se acusava do feito. Mais tarde, veio-se a saber que tinha sido a luadourada que planeou o acto, tendo, segundo uma confissão extraída posteriormente e à má fila, a execução de tão nobre tarefa de enfiar a coisa no bolso do colete da Dríade cabido ao Anjo Maslow.

Terá sido por estas alturas que me vi forçada a trancar a garrafa de ginginha no carro, pois tinha começado a desaparecer e aparecer nos sítios mais esquisitos, até debaixo da mesa, imaginem. Seria bruxedo? O formasdolhar, Tex e Mafalda telefonaram ao organizador-mor a pedir que os fossem buscar e assim foi feito. No caminho de regresso e enquanto a Tex ia gritando e rezando a todos os santos que nos protegem contra condução insana, demos com o _JMMP perdido a uma distância considerável da quinta. Malditos cigarros que acabam sempre na hora errada e malditas instruções que dão às pessoas dizendo que logo ali estão dois cafés.

O Watergod desta feita baldou-se e não serviu o champanhe que o azeloM encomendou pela surra. Andava-me a criatura aquática de máquina de filmar em riste a captar evidências de todo o tamanho, largando aqui e ali uns comentários venenosos como quem não quer a coisa. Confesso que me senti altamente observada enquanto decorreu aquele arrebatado desabafo entre a minha pessoa e a minha mana Patanisca.

Na hora dos brindes, o Maslow, a Cereza e o Shikote fizeram uns discursos fantásticos, interrompidos aqui e ali pelo azeloM que também é todo ideias, mas nem por isso muito avulsas. Como os bons momentos devem ser registados, chegou a hora de tirar a foto da ordem e, como somos todos boas pessoas, preparámos uma agradável surpresa para os mirones e cuscos do blog. Descubram lá quem é quem, ok? E não digam mal ou levam com uma malagueta da Tex na ponta da língua.

Depois do almoço, voltámos ao jardim, onde decorreram mais umas agradáveis conversas e brincadeiras, nunca esquecendo a coisa da Dríade. A Patanisca, o Raul e o IdeiasAvulso, Tex, formasdolhar e Mafalda não ficaram para o caldo verde que estava uma delícia, tendo sido com o comer desta sopinha que se deu por terminado o evento.

Estávamos todos já preparadissimos para arrancar da quinta, quando se verificou que o azeloM se tinha como que evaporado. Depois de algumas buscas por ali, fui dar com ele na cozinha a argumentar com o filho da Ti Luísa. Porque o gaijo é podre de rico, queria ser ele a pagar as garrafas de champanhe, mas atrasou-se, estão a ver? Mas o atraso não se ficou por ali, pois saíu disparado e a bufar da cozinha, dirigindo-se assim a modos que em slow motion para o meio da relva do jardim... nada do outro mundo, procurava apenas os sapatos para se calçar!

Dali, partimos para outra, que alguém se encarregará de relatar. Eu termino por aqui, garantindo que a compostura foi mantida. Não houveram quedas ou tropeções, nem saltos para cima das mesas a cantar fadunchos sentidos, vozes entarameladas ou hálitos a lembrar bombas de gasolina. Style was kept under pressure! (Cheers, Louis_Phere)

Starry-Night


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ja cheguei á suiça, ja bebi a ginginha....agora vou xonar!!!! by:Shikote


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"Há um ano atrás um blog surgiu, como muitos outros...
Uns mantêm-se, outros fecharam. Este foi crescendo aos poucos, ganhando fãs e adeptos.
Uns mais comentadores, outros que se aventraram por textos, poemas e declarações.
Outros apenas lendo e timidamente comentando.
Por várias fases o blog passou, umas em que as pessoas ganharam forças para testemunharem importantes fases da vida, umas alegres, outras tristes, mas nem por isso menos importantes.

Foi alvo de criticas, devido a isso ameaçado de fechar por duas vezes, não concretizado, devido a força e carinho que ele tem sobre
muitas pessoas que não permitiram que tal acontecesse...

Considerado blog do dia pela altura da comemoração do fim do holocausto, devido a varios artigos sobre o Dr. Aristides Sousa Mendes.
Devido a isso esteve tambem no top 25 do sapo...
Adoptaram-se os "Paineleiros" e as "Paineleiras", "Chocaram-se tromboses" e deram-se rosas...
Relatos do Tsunami em primeira mão, tivemos adivinhas em formas de poemas e ate o alfabeto...

De tudo um pouco se falou neste cantinho, alegrias, tristezas, factos reais, futebol, sexo, aniversários, perdas e celebrações. metrosexuais e tudo mais...
Não tem tema certo, não tem programa definido e espero q não tenha data para acabar...

Urban Jungle, a bloguinha por nós adoptada...

Criador



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Cereza, Guldan, Starry, Maslow, Frisco, True_Colors,Driade, ^Erina^, Flyman, Criador de Sonhos, Safira, Azelon, Corto dos beijinhos coloridos, formasdeolhar,Tex, anasisplesmente, Jorge, IdeiasAvulso, JMPP, Alexandra e respectivo rabanete, Shikote, Rukento,Watergod e respectiva couve de Bruxelas, PataniscaLight, Mafalda, Mário, Filipe e finalmente a luadourada-- . (estes os presentes) e os não presentes tal como Majoca, Morgaine, Absurdo25 , Lena e outros mais, agora não me vem à memória (perdoem-me se falta algum (a)…

Bom dia, boa tarde ou boa noite, conforme o local e hora a este comentário vos chegar. Seria normal começar pelo principio, porem eu vou iniciar pelo fim porque o fim e principio unem-se nos extremos e depois, porque há nestas coisas duas emoções, a chegada e a partida A primeira tem por natureza uma carga de expectativa e a segunda a emoção do momento onde se fazem as ultimas recomendações, se apontam os dedos aos que se atrasam culpando-os da falta de pontualidade do grupo.Um dos grupos que foi obrigado a fazer uma paragem lá para os lados da Mealhada , porque os cavalos que nos transportavam estavam a pedir reforços. De imediato estas sete almas que Deus mandou criar , com o prego a fundo lá se dirigiram para o aprazível local escolhido por pessoas que só podem ter bom gosto, com a adrenalina em alta dada a expectativa instalada. A que ponto chegou a tecnologia. Até as formigas utilizam telemóveis, sim porque a instrução era para todos cheirando o rabinho uns dos outros mas como em todas as coisas há sempre alguém que perdeu o olfacto e tresmalha e foi aqui que a tecnologia salvou as formigas. Se assim não fosse jamais teriam retomado o carreirinho que as levaria ao local do repasto e ai deixariam de saborear os rojões , a morcela os bolinhos de bacalhau tudo regado com o divinal sangue de D.BACO, o caldo verde, as rabanadas, os jesuítas e o liquido da celebrações “ o Champanhe” .

Formou-se um grupo fantástico, todos dotados para a brincadeira, cada um falava de temas variados e para inspiração, pregaram-se partidas, tiraram-se imagens para mais tarde recordar, excepção feita aos “OS PAINELEIROS” sim porque aqui só houve lugar para as deusas da Beleza. Claro que nestas coisas e com inspiração lunar e Maslow, há sempre um que vai ao rubro vibrando de emoção e desta vez a mira foi apontada para a DRIATE que esgotada a naturalidade do objecto procurou as celebres “ Duracel” ,que coitadas, de tanto uso em Braga a carga esgotou-se e a exuberante DRIATE que erradicava alegria por tudo quando é poro pediu auxilio e foi à recarga.

Beijinhos a todos paineleiros (as) ))))))))))))
LuaDourada


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Impressão Digital Cereza às 23:10
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Foi só vergonhas!

Já falta pouco.... para saberem os "podres" todos do almoço e jantar... Nem imaginam o que a Tex andou a fazer com um "galho" de pimentos".... os "peitorais" do Azelom, o brinquedo da Driade, as poucas vergonhas da Erina com aquele Flyman, e a anasimplesmente? Bem nem vos conto... AHHHH o Maslow, esse então tem muito que se lhe diga! Da Pataniska nem falo...uma desenvergonhada, sabem como ela foi vestida?... daqui a pouco, os textos e as fotos!


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Foi um dia FAN-TÁS-TI-CO!
</p>

PS. Pena eu estar doentinha....


Impressão Digital Cereza às 14:38
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