35 comentários:
De Selvagem Anónimo a 16 de Dezembro de 2005 às 08:18
Podemos amar uma, duas, três, mil pessoas ao mesmo tempo se assim desejarmos...
mas seremos assim tão grandes para amar sem contrapartidas, seremos assim tão grandes para amar sem expectativas.
Para mim amor não tem limites, como tal não se limita a um individuo(a) especial, e é bem maior que qualquer compromisso...
Pena que na maior parte das vezes seja o compromisso a parte mais relevante duma relação.esquizo
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(mailto:alexandre_alfeirao@bluewin.ch)


De Selvagem Anónimo a 16 de Dezembro de 2005 às 08:18
Podemos amar uma, duas, três, mil pessoas ao mesmo tempo se assim desejarmos...
mas seremos assim tão grandes para amar sem contrapartidas, seremos assim tão grandes para amar sem expectativas.
Para mim amor não tem limites, como tal não se limita a um individuo(a) especial, e é bem maior que qualquer compromisso...
Pena que na maior parte das vezes seja o compromisso a parte mais relevante duma relação.esquizo
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(mailto:alexandre_alfeirao@bluewin.ch)


De Selvagem Anónimo a 16 de Dezembro de 2005 às 08:19
pode-se dizer ups? :sesquizo
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(mailto:alexandre_alfeirao@bluewin.ch)


De Selvagem Anónimo a 16 de Dezembro de 2005 às 08:28
Comentário Sério: Apartir do momento que nos amamos a nós (aceitamos-nos incondicionalmente e amamos a vida) o nosso coração tem o poder de abarcar o mundo inteiro...pois ele já está dentro de nós... logo a quantidade (ou genero) é meramente um eufemismo...pois tratamos quem quer que seja, ou o que é que seja, do mesmo modo... Apenas com amor!!! (obviamente, e infelizmente, devido aos nossos condicionalismos morais, sociais de educação - por muito que muitos de nós achem que não estão vinculados a essa condicionantes [líricos ;)] - o amor incondicional é apenas utópico...)
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Comentário costumeiro: Tex.. admite... tavas-te a lembrar de mim quanto escreveste o texto... lolol .... Beijo grandeazeloM
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(mailto:rui_brito@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Dezembro de 2005 às 10:33
POisssssssss eles andem aí! andu aos pares de 3! IdeiasAvulso
(http://2)
(mailto:IdeiasAvulso@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Dezembro de 2005 às 10:44
azeloM estragaste isto tudo com os ................ não dá para comentar :)))
luadourada--
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(mailto:ermelinda_1955@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Dezembro de 2005 às 10:49
Penso muitas vezes nisto!!Que me teria acontecido,se não me tivesse divorciado?!Seriam agora 25 anos de casamento.Será que ainda havia amor,paixão...?!Será que me sentia realizada,será que teria sido infiel?!Será...Será...Terminei o pensamento, com a certeza de que, não poderia julgar infedilidades,não me consigo por na pele de quem vive duas paixões...Para começar uma nova paixão tenho,preciso,de fazer o luto da ultima,ter tempo para arrumar os sentimentos,isto porque sou livre e o posso fazer...se estivesse casada(pressupondo como é evidente,que haveria sentimento),com filhos,etc..etc..ligada a algum elo que não pudesse cortar,ou tivesse receio de o fazer...não sei sinceramente como seria a minha forma de sentir.E estando sozinha nunca me aconteceu amar duas pessoas ao mesmo tempo...Oxalá nunca aconteça....digo eu!!!!LLLooLLL(Agora o amor de pais /filhos/familia...isso é outra historia)Um pa ti Tex,um ´´tapé`` ao fundo das costas:PPmarta
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(mailto:martax_30@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Dezembro de 2005 às 11:00
Penso até que já escrevi algum comment em relação a este assunto, mas posso estar a delirar. Certo é que estou 99% de acordo com o texto, o que é obra, e muito me chateia sendo um texto dessa, dessa... Tex! lololol / / / / / Por isso vou focar-me no 1% que considero ambíguo da forma que foi redigido e dissertar um pouco a partir daí, complementando o texto com algo que foi apenas abordado muito de raspão mas que é uma questão central neste assunto. A tal parte ambígua é esta: "A questão é que nos obrigamos rapidamente a fazer uma opção, descartar uma pessoa em benefício da outra, embora essa atitude costume vir acompanhada de muitas dúvidas e conflitos". / / / / / Sim, mas sociedades monogâmicas, e para aqueles que a praticam nessas sociedades (ai o nível de incumprimento, ai ai lol), obrigamo-nos a fazer essa opção. Ou melhor obrigam-nos, porque estou de acordo naquela parte em que também a Tex o diz. / / / / / Queria era complementar o texto com a realidade das sociedades que não impõe a monogamia. E sim, a palavra é impor, não considero natural amar apenas uma pessoa. O que se passa lá? Opções? Não!!! Harmonia!!! Convivência respeituosa, na grande maioria dos casos (excepções há-as sempre). Aliás não me surpreende nada o nível de divórcios que se verifica nos dias que correm, só reforça o que a Tex escreveu. / / / / / Mesmo a paixão, que concordo ser mais intensa e obsessiva, pode ser em relação a mais que uma pessoa ao mesmo tempo (nunca me aconteceu, mas pelo que já vi é uma realidade). Daí achar que dizer essas duas coisas dentro do mesmo texto é incoerente. / / / / / Para finalizar, por favor não metam no mesmo saco o "amor por todo o mundo" com o outro "amor". Não só não tem lógica como não entendo o que pretendem atingir ao fazê-lo.WG
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(mailto:a@a.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Dezembro de 2005 às 11:14
Abordei o assunto pela rama intencionalmente, como aliás sempre faço em relação a certos temas (levava tempo a explicar pk lol)e foi intencional tb a tal incoerência de k o Water fala :)
Quanto a ti Azelom, meu sereio lol, sabes bem k fazes parte da minha lista de paixões desenfreadas!lololol Tex
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(mailto:texazinha@iol.pt)


De Selvagem Anónimo a 16 de Dezembro de 2005 às 11:25
Eu amo a mim própria e amo aquilo que julgo que sou, já são duas pessoas! Quanto ao resto não sei... Não tou com muito tempo (tou a fazer as malas) e falar dessas coisas tb não é muito pra mim. Ficam aqui uma palavras que um amigo meu escreveu um dia... /// "Se eu não te tivesse conhecido, a dor de não te conhecer seria a flor do desejo de te conhecer. Seria fingir que não te conhecia porque sensual seria a tua estranheza. Porto de sonhos. Serias a difusão do sonho imperturbável. A dor de não te conhecer seria como que engolir as estações, substituindo-as pela ânsia de te conhecer. Conhecer-te é então um pouco como a alegria de te explorar ao longo do beijo infinito insofismável. Esquecer-te agora seria adoecer a dor de não te conhecer e com isso adoecer a vida que em mim te procuraria e a vida que em mim não te procuraria. Seria morreres na concepção, seria eu morto na concepção do amor como insubstituível do teu olhar, do nada preenchido pelo teu traço que desenha o caminho do todo que nos cria. Não te conhecer seria adoecer menos do que esquecer-te mas não seria nada mais do que procurar-te. Procurar-te. Vamos lá então. Vamos caminhar." (Ricardo Almeida)vanessa
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(mailto:mina_aeternus@hotmail.com)


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