20 comentários:
De Paulo Dâmaso a 3 de Abril de 2007 às 17:25
Olá. Só hoje dei conta deste blog. E obrigado pela referência quanto À notícia. Um abraço

Paulo Dâmaso



De Selvagem Anónimo a 20 de Novembro de 2005 às 09:04
Penso que é uma boa forma de homenagear e preservar a memória desse grande homem. Um beijo para ti, Cereza, e outro para o Francisco :))alic
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(mailto:mceciliabpm@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Novembro de 2005 às 09:29
Tal como a alic diz uma boa forma para homenagear um grande homem "Aristides Sousa Mendes". Beijo para ti Francisco. Cereza sua distraida não foi a marta que mandou o url mas sim a Vanessa, jinho para ti cereza :))))luadourada--
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(mailto:ermelinda_1955@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Novembro de 2005 às 09:36
"Schindler e Sousa Mendes salvaram milhares de pessoas dos campos de concentração, mas são figuras bem distintas. Como escrevia Adriana Andringa num artigo intitulado Em nome das vidas salvas, "o primeiro era um bon vivant um homem sem princípios, orientado por uma única ideia: enriquecer; o outro era um pai de familia, católico, com uma carreira diplomática estabelecida". Schindler começa por interessar-se pelos judeus apenas como mão-de-obra barata; Sousa Mendes desde sempre se ligou à causa das pessoas, salvando indiscriminada e desinteressadamente vidas, atendendo ao apelo dos necessitados que viam em Portugal uma porta aberta para o porto seguro que a América lhes oferecia."
Shikote
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(mailto:arturcb@gmail.comJa)


De Selvagem Anónimo a 20 de Novembro de 2005 às 10:22
Muitos dos refugiados salvos por ASM, ao ser-lhes recusado permanecer ou fixarem-se na linha do Estoril, acabaram por ser colocados, contra a sua vontade nas Caldas da Rainha, embora posteriormente viessem a gostar de aqui viver. Correspondeu esse período a uma espécie de renascimento cultural desta cidade, que entretanto se perdeu novamente. Um abraço ao Francisco!flyman
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(mailto:flyman_pegasus@msn.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Novembro de 2005 às 15:49
Excelente iniciativa!!! Tudo o que se possa fazer para divulgar o que foi e o que fez ASM ,é de louvar...Um abraço para ti Francisco.(e sim!!foi a Vanessa que em terras longínquas nos enviou o URL,um jinho pa ti miúda,pa ver se aqueces :)P)marta
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(mailto:martax_30@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Novembro de 2005 às 17:10
Aristides Sousa Mendes é uma figura mundial e, como tal, deve ser perpetuado num museu real e não virtual.
No lugar do Museu dos Presidentes da República deveria estar este Museu real do ASM para onde encaminhassem todos os turistas, tal como nos fazem com os museus estrangeiros quando lá vamos.
Só depois disso, poderia surgir o virtual do ASM
O Museu dos Presidentes da Repúblicas podia muito bem esperar para quando o país tivesse as finanças equilibradas porque para os turistas eles são de facto virtuais. Estão-se nas tintas para eles. Nem sequer sabem para que servem os nossos Presidentes da República.Jinho Francisco
luadourada--
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(mailto:ermelinda_1955@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Novembro de 2005 às 19:39
O meu pai sempre se interessou pela II Grande Guerra e desde pequena que ouço falar em ASM. Já tive oportunidade de visitar alguns campos de concentração por essa Europa e a um deles repeti a visita em pleno Inverno. Agasalhada e protegida, inatamente faço a pergunta repetida por milhões de pessoas: como foi possível? O bater do dente traz-me à lembrança o nome de ASM e no seio de alguns escombros da horripilidade humana e da memória do impensável, flúi-nos um sorriso… e agradecemos em nome da Humanidade. Lena
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(mailto:bonecarussa@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Novembro de 2005 às 22:08
É sempre bom haver um reconhecimento quando este é justo, mesmo que seja atrasado. É caso para dizer que mais vale tarde do que nunca!WG
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(mailto:a@a.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Novembro de 2005 às 22:24
Pelo url da Vanessa tive acesso ao artigo do JN, obrigado para ela. Cereza, mais uma vez te sais com um post sobre o ASM, sabes como o tema me é grato. Acho bem a ideia do museu virtual, contudo este não se pode substituir a um museu real, que, espero venha a existir; uma coisa parece certa: vai existir um museu real em Cabanas de Viriato, sua terra natal, na casa onde viveu com a sua numerosa família, a qual vai ser convertida em museu, depois de ter sido classificada pelo IPPAR. Aí nascerá o museu do Holocausto, depois de vencidas algumas batalhas. Será um orgulho para todos nós, e espero um dia fazer lá uma visita com todos os amigos deste blog mágico. A todos, mais um obrigado e beijos à Cereza, que é incansável.frisco
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(mailto:frisco@sapo.pt)


De Micas a 19 de Maio de 2007 às 13:25
Bom sucesso para o futuro Museu Sousa Mendes, para que seu Acto de Consciência nos continue a servir de bom exemplo


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