70 comentários:
De Selvagem Anónimo a 16 de Novembro de 2005 às 23:37
Aiiiiiiiiiiiiiiiiii..... não avança mais?
isto já sei :PPPPPPPPPPPPPPP

cereza ainda te mato ....se tiver insónias tás feita............
majoca
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(mailto:manejorge@netcabo.pt)


De Selvagem Anónimo a 16 de Novembro de 2005 às 23:52
A mim também não!!!!formasdolhar
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(mailto:formasdolhar@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 17 de Novembro de 2005 às 00:09
blarghhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!marta
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(mailto:martax_30@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 17 de Novembro de 2005 às 00:19
/me INSPIRA.....EXPIRA....SUSPIRA.....e .... ARFA.... tudo ao mesmo tempo!!!!!!!!! LLLLLLLLLLLOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLL
PatanisKa
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(mailto:sissacc@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 17 de Novembro de 2005 às 00:19
blarghhhhh? blarghhhhh? E desde quando trocar sucos digestivos orais é mau? Mesmo que venham acompanhados de algumas bacterias, virus ou fungos...sabe sempre bem.formasdolhar
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(mailto:formasdolhar@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 17 de Novembro de 2005 às 00:24
ahahahahaha Majocaluadourada--
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(mailto:ermelinda_1955@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 17 de Novembro de 2005 às 08:36
óh tempo, volta pra tras......Vanessa
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(mailto:mina_aeternus@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 17 de Novembro de 2005 às 09:26
Eu quase havia esquecido como é bom/
Ser lambido, beijado, lambuzado/
Por uma mulher bonita, manhosa, gostosa/
Morena, loira, oriental, negra, ruiva/
Não importa/
Bastou me deixar levar/
Sentir a língua molhada deslizar/
Em torno das orelhas, ao redor do pescoço/
De cima até embaixo da nuca/
Arrepiar-me com o quente/frio da respiração/
Lenta.../
Pausada.../
Um interminável gemido de prazer/
Perdido nas entranhas do meu ser/
"Ricardo Icassatti Hermano"

Vicente
(http://htttlll/ppp)
(mailto:Vicente_123@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 17 de Novembro de 2005 às 09:49
Sabes o beijo que ontem me deste? Não o usei! Guardei-o. Verdade seja dita que tive vontade, mas não o fiz. Olhei para ele, mirei-o e remirei-o. Coloquei os cotovelos em cima da secretária do escritório e com a companhia da Diana Krall, fiquei a admirá-lo. Ela até me disse have yourself a merry little christmas… enquanto me via observar o beijo. Um pouco mais tarde, impressionada com a minha persistência, ela disse também christmas time is here e acrescentou um ponto de interrogação. Eu ia sorrindo e dizendo que sim, porque dizer yes é fácil e eu estava tão absorvida que não conseguia pensar em mais nada.
Um pouco mais tarde ainda fui arrumar umas coisas e quem me aparece no meio duma montanha de roupa, meio escondido quase com vergonha…? Uma camisola azul escura que veio de Budapeste, onde o Klimt depositou o Beijo original para mim. Sim, o original, porquê? Eu tenho o original numa camisola… não tenho culpa que os museus mostrem cópias, nada tenho a ver com o assunto, quero lá saber dos museus…
Bem, mas não interessa. Quando vi o Beijo, lembrei-me do meu beijo que descansava algures pela casa onde eu o tinha largado. O meu coração bateu com mais força e fez concorrência ao vento que teimava em entrar pelas janelas e imediatamente pensei: porque não o gastei? Corri pela casa, descalça, por isso ando sempre com tosse e, de olhos bem abertos, de olfacto activo, com a sensibilidade à flor da pele, a saborear o ar e com os ouvidos alerta, não fosse escapar o som típico da concretização do que era meu e que eu deixara… onde mesmo? No escritório? Sim, tinha sido ali que eu o admirara pela última vez enquanto a Diana Krall me dizia I can’t give you anything but love e quando eu lhe perguntei porque me dizia ela aquilo, ela não respondeu e continuou a cantar… até cheguei a colocar a hipótese de ela não estar a falar comigo. Mas como só ali estava eu… quer dizer, eu e o meu beijo e com o meu beijo ninguém fala! É meu e eu não deixo. Pensando bem… vou gastá-lo, é melhor, por via das dúvidas… não vá alguém, à socapa, roubar-mo…
Quero lá saber que me chamem gastadora!
Fica sabendo: se voltares a dar-me um beijo, gasto-o de imediato… mas devagarinho, docemente, sim porque um beijo destes é especial, sabe a primeiro beijo… dado com carinho, com ternura que perdura e é um beijo generoso que sendo beijo… escorrega através da boca e toma conta do corpo todo e faz-me sentir no céu. Existirá céu? Não sei… mas também não quero saber… existem beijos. E chega.

Lena
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(mailto:bonecarussa@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 17 de Novembro de 2005 às 10:16
Ui eu gostei....e nao me importava nada de ali estar, hihihiblocas
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(mailto:blocas@blo.com)


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