15 comentários:
De Selvagem Anónimo a 28 de Fevereiro de 2006 às 21:56
eu fiquei vidrada na música! Vou dormir e amanha deixo uma palavravanessa
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(mailto:mina_aeternus@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 28 de Fevereiro de 2006 às 22:52
Marco Neves....para a próxima nates de provares os batons....pede ás ninas q metam Zovirax LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL!!!!!!
PatanisKa
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(mailto:sissacc@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 1 de Março de 2006 às 10:37
Só me ocorrem palavras soltas á memória...Ilusão perdida...Realidade..Vazio...E não sei porquê(ou sei),Morrer vagueando em Katmandu...A musica está demais!!!Não me deixa pensar...marta
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(mailto:martax_30@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 1 de Março de 2006 às 11:42
A vida não é estática. Tudo muda. As fases menos boas da nossa vida não deixam de ser apenas fases desde que a lucidez nos acompanhe. Marco Neves revejo-me no que escreveste, e como entendo as tuas palavras. Excelente texto, parabens.AntonioL
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(mailto:antonio-l@msn.com)


De Selvagem Anónimo a 1 de Março de 2006 às 12:45
"É um eu insaciável do não-eu, que, a cada instante, o traduz e o exprime em imagens mais vivas que a própria vida, sempre instável e fugidia..."
(Baudelaire in Les Fleurs du Mal)

Marco, espero que tenhas encontrado aquilo que procuravas...Tex
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(mailto:texazinha@iol.pt)


De Selvagem Anónimo a 1 de Março de 2006 às 13:50
Cereja é impressionante como consegues inovar em cada texto. O artigo do marco neves está muito bom, mas as tuas ideias conseguem despertar os mais diferentes sentimentos e tudo conjuga. A tua imaginação não tem limites, por isso trata bem dela. Não a despedices, e entrega-te sempre assim de alma e coração ao que fazes. Um beijo menina doce e rebelde (lol). Marco musica bem escolhida, conheço alguns trabalhos deles, e esta é realmente uma das melhores. parabens e um bem haja.Julian
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(mailto:juliani@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 1 de Março de 2006 às 13:54
O texto conjugado com a música fizeram com que eu tenha desopilado muitos poros. Ao memso tempo também me trouxeram algumas memórias que eu não sei se foi bom, portanto se derem fé que eu comecei a perder a minha pouca sanidade mental, estejam à vontade para me chamarem à razão... As primeiras sensações que tive foi como se estivesse um manto sobre mim. Talvez para simplificar seja como se eu tivesse vestido um grande e pesado casaco negro para me proteger do frio. Depois começava a caminhar com um turbilhão de emoçoes a arrasarem-me. Não via para onde ia pq estava demasiado concentrada no vazio que me enchia. Os corpos de mulheres fazem-me recordar os tempos idos de hedonismo: no fim parecia sempre que faltava algo. Dava conta que afinal estava sozinha. Não é que não tivesse gostado do que se tinha passado, mas era como se me enganasse a mim própria, como se fizesse aquilo para encobrir algo... É dificil encontrar mais palavras para descrever o que sinto ao ler e ouvir isto. Talvez tenha mesmo despertado coisas que recalquei outrora. Achei irónico o nome da banda e depois espreitei o site deles e faz tudo sentido com o texto!vanessa
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(mailto:mina_aeternus@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 1 de Março de 2006 às 15:13
Este texto nunca é morno. É frio e quente. De leitura fácil e interiorização difícil. Atractivo, provoca nojo. Cansativo, dá prazer. Li como quem viaja. Regressei satisfeita... bonecarussa
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(mailto:bonecarussa@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 1 de Março de 2006 às 19:16
"Experimentalismo esgotado, uma nova fase então. Tornar-me-ei mais igual a mim próprio" => Totalmente de acordo, é fundamental no ser humano. Exige coragem, e encerra mil perigos (desde vícios a doenças, a bancarrotas, etc), mas nada como experimentar. Só assim nos definimos e sabemos o que queremos e porquê. Cabe a cada um pesar os perigos e experimentar o máximo que puder dentro daquelas coisas cujos perigos pareçam aceitáveis para si.WG
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(mailto:a@a.com)


De Selvagem Anónimo a 1 de Março de 2006 às 22:54
Sentidos atafulhados de sensações, num frenesim de quem pensa que o mundo acaba amanhã. Excitação por estar vivo aqui e agora. Querer aproveitar tudo até à exaustão. Comer e beber até fartar. Dançar, saltar, pular. Como dizia o cabeleireiro, "quando a cabeça não tem juizo, o corpo é que paga... deixa-o pagar, deixa-o pagar... se estás a gostar..." flyman
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(mailto:flyman_pegasus@msn.com)


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