27 comentários:
De Selvagem Anónimo a 25 de Outubro de 2005 às 08:27
_eu_, muita força para ti, acredito que é dificil perder-se aqueles quem mais gostamos, mas a força que temos dentro de nós é inexplicável e tu vais conseguir passar por cima disso. ***devil_girl
(http://..)
(mailto:joana_ribeiro19@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 25 de Outubro de 2005 às 09:54
Parece-me que não perdeste, mas que ganhaste o que não querias... e ‘prémios’ dolorosos são pregos ferrugentos que nos inquinam, que lascam em vez de segurar, que fazem unir a dor em vez de a repartir para a apaziguar. /// Há situações e problemas que perante eles parecemos impotentes para fazer seja o que for... não é bem assim: ninguém nos resolve nada, mas ao partilharmos com os outros, como estás a fazer aqui, o peso parece fragmentar-se e tudo fica mais leve, menos opaco. Deixo aqui o meu ombro e o meu olhar. Dispõe deles. Lena
(http://jnsdjsd)
(mailto:Lena@lena.pt)


De Selvagem Anónimo a 25 de Outubro de 2005 às 10:19
Perante a dor fechamos-nos...mas no fundo há uma esperança,de que alguém nos consiga fazer sorrir outra vez....Quem melhor do que tu sabe o que vai dentro de ti?!...Deixo-te um abraço bem apertadito.marta
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(mailto:martax_30@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 25 de Outubro de 2005 às 11:48
Para além da qualidade da escrita, para além da história em si, para além da coragem de se mostrar desta forma, este é para mim, mais um daqueles textos que marcam a grande qualidade deste blog. Belíssimo momento. Profundo de sentimento. Profundo de significado. _Eu_, tudo de bom para ti! Obrigado pela partilha.flyman
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(mailto:flyman_pegasus@msn.com)


De Selvagem Anónimo a 25 de Outubro de 2005 às 17:07
_Eu_, a mim afigura-se-me que encontraste e viveste o amor de uma vida. Encontraste, viveste e foste feliz, certo? Não durou para sempre, mas foi eterno enquanto durou! Tanto foi que continua assim presente em ti. Creio que é de te sentires grata, pois, minha querida _Eu_, amar e ser amado é assim uma coisa rara...O verdadeiro amor não morre! Quem amou um dia, amará sempre, mesmo que as voltas que a vida dá nos troque as voltas e nos leve por atalhos e caminhos que não conduzam aos braços do objecto do nosso amor!Starry-Night
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(mailto:martiniquex@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 25 de Outubro de 2005 às 18:18
Amar, o amor, o fim .... muitas vezes pior que o fim de um amor é não nós não aceitarmos esse fim e convencermo-nos que ele ainda vai reacender e reviver, apesar de subsconscientente ja o termos dado como pretérito. Para todos os que ja sofreram com a perda de um grande amor deixo um grande poema de Neruda ........

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.\
Escrever, por exemplo: "A noite está estrelada,\
e tiritam, azuis, os astros lá ao longe".\
O vento da noite gira no céu e canta.\

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.\
Eu amei-a e por vezes ela também me amou.\
Em noites como esta tive-a em meus braços.\
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.\

Ela amou-me, por vezes eu também a amava.\
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.\
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.\
Pensar que não a tenho. Sentir que já a perdi.\

Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.\
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho.\
Importa lá que o meu amor não pudesse guardá-la.\
A noite está estrelada e ela não está comigo.\

Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.\
A minha alma não se contenta com havê-la perdido.\
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.\
O meu coração procura-a, ela não está comigo.\

A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.\
Nós dois, os de então, já não somos os mesmos.\
Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei.\
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.\

De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.\
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.\
Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda.\
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.\

Porque em noites como esta tive-a em meus braços,\
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.\
Embora seja a última dor que ela me causa,\
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo.\

Shikote
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(mailto:arturcb@gmail.com)


De Selvagem Anónimo a 25 de Outubro de 2005 às 20:34
A mim o que mais me sobressai n é a questao do grande amor aqui vivido. Sobressai a "coragem" de alguém que afastou a pessoa que amava só para ela tb n sofrer com o mau rumo que ele seguia e pelos vistos seguiu. Outra coisa é a anedonia, por depois n conseguir amar outra pessoa. Parece q ha laços q n foram cortados e ambos n sabem como o fazer.Vanessa
(http://triptofinland.blogspot.com)
(mailto:mina_aeternus@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 25 de Outubro de 2005 às 20:36
A dor, a dor… _eu_ , mais que o amor, menos que o amor, quanto pesa a dor? Não sabemos, mas a dor é aço e transportamo-la… porém, há a sempre a esperança da esperança que nos faz adormecer a pensar que amanhã… amanhã há-de ser melhor e se for pior, outro amanhã virá, cheio de renovada esperança. Para suportares e viveres esse calvário e teres a capacidade de o expressar dessa forma, é porque a calma também vive em ti. Alia-te a ela e mantém a esperança. Um abraço.Luadourada__
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(mailto:ermelinda_1955@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 25 de Outubro de 2005 às 21:09
O amor foi afastado para evitar desvios do caminho desejado pela sociedade... será que vale alguma vez a pena desistirmos de viver ou procurar viver os nossos sonhos apenas porque a forma como eles se desenrolam fogem ao que é tido por e como normal/aceitável? Deus me perdoe se vocês não conseguirem, mas entre caminhar infeliz por toda uma vida pelo caminho visto pelos bons olhos duma sociedade prenhe de valores podres e completamente ultrapassados, eu preferiria correr feliz e despreocupada pelo meu trilho enquanto me sobrassem pernas para o fazer!Starry-Night
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(mailto:martiniquex@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 26 de Outubro de 2005 às 01:02
"De tudo o que em ti amei e não me deste, ficou só agora a cor dos teus olhos, essa luz que me iluminará para sempre..." Um texto lindíssimo, uma declaração de um amor que aparentemente chegou ao fim...mas quando é realmente AMOR nunca acaba, e isso dói... também eu sofro por amar, por isso tanto me revi nestas linhas e tanto me tocaram as tuas palavras, por estar agora a conhecer esse falso "fim". Mas entre sofrer e nunca ter amado, escolho sofrer porque de outra forma nunca teria descoberto o que sinificava realmente "viver". Para ti, dedico-te algo de familiar: " Cold, cold water, surrounds me now... and all i've got, is your hand..."
Malquisto
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(mailto:lostdog@sapo.pt)


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