45 comentários:
De Selvagem Anónimo a 24 de Janeiro de 2014 às 01:55
Muito boa esta postagem.

Aqui tem um texto sobre o livro e o e-book online <a href=\"http://nerdwiki.com/2013/12/19/arte-da-guerra/\">http://nerdwiki.com/2013/12/19/arte-da-guerra/ </a>

\"Arte da Guerra ” pode te ajudar a ser um estrategista, tocar uma empresa, ganhar uma guerra...


De Selvagem Anónimo a 22 de Outubro de 2005 às 18:21
Em complemento do post permitam-me que refira também Miyamoto Musashi e "o livro dos cinco aneis"
Foi filósofo, pintor e escultor. Segundo suas palavras, "quando se alcança o domínio no Caminho da Espada, é possível ver o caminho em tudo."

Miyamoto Musashi viveu presumivelmente entre 1584 e 1645. Tornou-se órfão ainda criança e foi criado por um tio, monge budista. Consta que, ainda menino, aos 13 anos, Musashi travou seu primeiro duelo. Usando uma espada de madeira, o audacioso jovem desafiou e venceu o oponente adulto, um samurai já experiente.

Em sua trajetória como espadachim, Musashi travou 60 duelos, vencendo todos. O mais famoso, e também o último, ocorreu em 1612, na Ilha de Ganryu, contra Sasaki Kojiro, também um exímio espadachim. A vitória de Musahi é vista como resultado de sua estratégia superior, que incluiu manobra psicológica para que seu adversário perdesse o autocontrole. A combinação entre habilidades física e psicológica em seus duelos demonstra o domínio que tinha na arte de lidar com outras pessoas.

Inovador que era, Musashi desenvolveu um estilo de luta peculiar com o uso de duas espadas, uma em cada mão, o que ajudava a confundir os adversários. O estilo tornou-se conhecido como Niten Ichiryû.

Sua obra-prima é "Go rin no Sho" (traduzido para o português como "O Livro dos Cinco Anéis"), escrito em forma de carta a um aluno. Contém conselhos sobre a arte de espadachim e de estratégia.Considera-se que os ensinamentos de Musashi sobre táctica e estratégia são úteis não somente para guerreiros, mas também para burocratas, homens de negócios e outras pessoas. Talvez por isso a vida de Musahi ainda exerça tamanho fascínio até os dias de hoje.

"você pode abater qualquer inimigo, basta escolher a estratégia correta". A frase se dirige aos samurais e foi escrita há 400 anos, mas se assemelha muito com as idéias de alguns dos principais gurus do mundo dos negócios. No Japão, a obra de Musashi - "O Livro de Cinco Anéis" - é lida principalmente por empresários e executivos.

Musashi dividiu seu Livro dos Cinco Anéis em uma introdução e cinco livros ou capítulos - os anéis
"O livro da Terra", "O Livro da Água", "o Livro do Fogo", "O livro do Vento" e "O livro do Vazio"

-------- “ UM VERDADEIRO SAMURAI DEVE TER A MAO PESADA E FURIOSA A TAL PONTO DE PODER DESFERIR UM GOLPE LETAL, MAS TAMBEM DEVE TE-LA LEVE E SUAVE A TAL PONTO DE NÃO SER TREMULA EM SUA CALIGRAFIA “ -----------------

Shikote
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(mailto:arturcb@gmail.com)


De Selvagem Anónimo a 22 de Outubro de 2005 às 19:54
infelizmente n são precisos livros nem mestres para a maldade....laskinha
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De Selvagem Anónimo a 22 de Outubro de 2005 às 20:21
Como disse a laskinha e bem, a maldade, bem como a bondade esta dentro de cada um... e nós é q fazemos a "luta interna" para q saibamos qual delas deitarmos ca para fora...Criador_Sonhos
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De Selvagem Anónimo a 22 de Outubro de 2005 às 20:29
Assim de repente... surge-me na lembradura o sucesso de José Mourinho... hummm... porque será?...flyman
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(mailto:flyman_pegasus@msn.com)


De Selvagem Anónimo a 22 de Outubro de 2005 às 23:24
O objectivo da guerra é vencer. Embora o acto de subjugar seja o mais doloroso para quem perde. A vida é tão eclética que também é considerada uma guerra e que queremos nós da vida? Vencer! Conseguiremos não subjugar…? Quando se fala na ‘Arte da guerra’ lembro-me sempre d’ ‘O Príncipe’ de Maquiavel (cujo nome nos leva ao termo maquiavélico, por historicamente se teimar em ler as suas ‘instruções’ à luz da linearidade…). /// A Arte da Guerra é sem dúvida um dos livros do século, de todos os séculos, proeza difícil. As suas orientações não são unipessoais, como muitas vezes são as de Maquiavel, e sim para uma equipa, porque é em conjunto que se fazem Coisas, Coisas marcantes, Coisas duradouras, para o bem e para o mal… pena que cada um de nós queira fazer a sua guerra e por muito que digamos o contrário, não agimos em uníssono e palavras, já se sabe, leva-as o vento. /// Erasmo disse que "A paz mais desvantajosa é melhor que a guerra mais justa" mas 'Conhece-te a ti próprio e ao teu adversário e em cem batalhas vencerás cem' e para termos Paz é preciso conhecer esse adversário feroz, a própria Guerra. /// Guerreira Cereza, obrigada por esta lição. Lena
(http://hhjjbjjbjbj)
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De Selvagem Anónimo a 23 de Outubro de 2005 às 01:37
"Conhece-te a ti próprio e ao teu adversário e em cem batalhas vencerás cem; Se te conheceres mas não conheceres o teu adversário, em cem batalhas vencerás cinquenta; Se não te conheceres nem conheceres o teu adversário, em cem batalhas não vencerás nem uma."

Bem, isso claro considerando uma das partes, não é verdade?
Considerando que eu me conheço e ao meu inimigo, e o meu inimigo se conhece a si e a mim, ganhamos ambos cem batalhas? Isso dá um empate? E se o meu inimigo só se conhece a si mesmo? Ganho eu cem batalhas e ele cinquenta? Como? Hã?
Se o meu inimigo se conhece a si mesmo ganhará cinquenta batalhas, mas e se eu não me conhecer a mim e a ele? Que acontecem às outras cinquenta batalhas? Ficam por travar? Empate não poderia ser. Se eu não me conheço, ou ao iinimigo, e esse vive em igual ignorância, onde se enfiaram as batalhas?

Eu bem que gostaria de poder trocar uma ou duas palavras com o Sun Tzu, lolol.

*** *** *** *Bárbara (Narag)
(http://naragturg.blogspot.com/)
(mailto:barbara10sofia@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 23 de Outubro de 2005 às 02:58
Pergunto eu: Não será de facto assim no DIA a DIA???!!! para mim não é. É um desabafo porque quem quer saber se o é ou nao? Tenho batalhas, imensas mas como o importante não é vencer batalhas mas sim as guerras.. mas falamos de guerras .. sou contra. Odeio tudo o que seja agressão seja ela de que teor seja. Aprendi ao longo dos anos a nao ser cacique e tento ser tolerante e esquecer que tenho um canhão virado para o inimigo!!!!
*s

constancinha
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(mailto:ola-maria@netcabo.pt)


De Selvagem Anónimo a 23 de Outubro de 2005 às 10:59
Curioso, este post. A mim interessam-me muitas batalhas, de facto, mas nunca me ocorreu vencer uma guerra. Na minha estranha lucidez, imaginem, as guerras não são para ser vencidas, são para ser evitadas. Conquistas, as minhas, são para ser partilhadas. Adoptei há imensos anos uma máxima que li em qualquer lado: - Melhor do que vencer é CONVENCER. Convencer é vencer com! Depois, Sun Tzu é de facto interessante, se realmente reconheceu a importância de nos conhecermos a nós próprios. Consumo tanta energia a tentar descobrir-me que fico absolutamente exausto. O meu umbigo é o mais lindo do mundo. Mas vocês sabem, eu sou o "Lago" e o "Narciso", tudo dentro deste belíssimo envólucro. Um beijo, morenas belíssimas, o AnjoMaslow
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De Selvagem Anónimo a 23 de Outubro de 2005 às 11:39
LOLLLLLLL Narag, tu queres é dar um nó aos neurónios do Sun Tzu e aos nossos!! ;))PP Mas não creio que conseguisses... :) Conhecer-se a si próprio e ao outro significa conhecer os pontos fortes e os pontos fracos e, assim, saber onde e quando atacar e estar sempre preparado para ser atacado, sabendo exactamente em quê. Por isso, as guerras, sejam quais forem os vencedores, são sempre injustas porque se subjugam os que constituem os pontos fracos. É assim na espécie humana, é assim na natureza... Não conhece o leão os pontos fracos da gazela? Não ataca ele apenas as que se afastam do grupo, as menos velozes, as que por alguma razão estão mais fracas? Mas nós somos racionais, diremos. Pois somos, mas isso, na maior parte dos casos, só nos serve para usarmos com maior engenho e maior violência as nossas armas contra os pontos fracos dos outros. Convencer é bonito, mas não serve à sobrevivência... Será o leão capaz de convencer a gazela a deixar-se comer para ele poder sobreviver? Mas nós guerreamos por ganância, dirão. Mas é a nossa concepção de sobrevivência... a ganância de dominar, de ocupar, de sermos donos e senhores de tudo. Mas não será assim que se passa também na natureza? Não tem o eucalipto a ganância de ocupar o terreno e guardar para si todos os recursos da terra? Não crescem as populações de predadores enquanto houver presas? Então quando se estabelece o equilibrio? Quando os nossos pontos fortes se tornam nos nossos pontos fracos e crescemos tanto que não há mais guerras a vencer... Aí temos de deixar crescer o inimigo, porque é dele que nos alimentamos...alic
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