15 comentários:
De Selvagem Anónimo a 19 de Fevereiro de 2006 às 23:01
Abel, excelente texto!!! Eu tenho o prazer de cantar musicas escritas por ele e de durante muitos anos também ter interpretado algumas das suas composiçoes. Uma pena que sempre tive é de os preços na maioria dos concertos de musica classica serem exorbitantes, assim é impossivel atrair mais pessoas.vanessa
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De Selvagem Anónimo a 19 de Fevereiro de 2006 às 23:31
Quanto ao texto Abel excelente!!!Também gosto de ouvir música clássica... Cereza também estás de parabens, o video as imagens ah e as pautas... não te esqueceste de nada ... beijos para ti Cereza lua_de_Avalon
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De Selvagem Anónimo a 19 de Fevereiro de 2006 às 23:50
"Mozart falece a 5 de Dezembro de 1791, aos trinta e cinco anos de idade (por causas ainda hoje desconhecidas), tal como muitos grandes nomes, na pobreza." Abel apenas por curiosidade Mozart morreu de uremia deixando inacabado um magnífico “Réquiem” – encomenda de um aristocrata. Foi enterrado numa vala comum, e seus ossos nunca mais foram encontrados... Parbens aos dois Abel e Cereza
RS
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De Selvagem Anónimo a 20 de Fevereiro de 2006 às 10:52
Pessoalmente acho triste..a musica clássica é demasiado profunda..em casa é raro ouvir(e tenho uma colectânia de alguns 100 cd´s,acho que nunca vou acabar de ouvir aquilo....)Ao vivo realmente sente-se de outra maneira...foi bom teres escrito este texto Abel,hoje vou ao baú!!...Um beijo ----Ó vanessa,se cantares Avé Maria eu quero ouvirrrrrr,que acho lindo!!!!Eu vi o filme..e se a personalidade dele era como mostra a tela...nem sei como a classificar...apenas me sobra um sorriso,pelo génio que estava dentro dele....marta
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De Selvagem Anónimo a 20 de Fevereiro de 2006 às 11:30
Mozart está para a música clássica como os Beatles para o rock. Ou ainda de uma forma mais vincada, revolucionária e importante, segundo o maestro António Vitorino de Almeida, talvez o seu fã português número um. Sou levado a concordar com ele. Apesar de nunca ter assistido aos Beatles ao vivo, assisti a vários concertos de música clássica, em algumas cidades europeias. A primeira vez foi na Academia de Música de Viena, logo umas horas depois de lá ter chegado. Emocionante e inesquecível. Mozart é de facto um compositor genial. Ele devia respirar e exalar música por todos os poros. É uma personagem absolutamente singular na história da humanidade, quer pela sua revelação tão precoce, quer pela sua fertilidade na produção de obras. O contraste disto tudo está no percurso da sua vida, e no seu final miserável. Fica-nos o seu incomparável legado. Obrigado Joannes!flyman
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De Selvagem Anónimo a 20 de Fevereiro de 2006 às 13:10
Lembrei-me de uma coisa... Na semana passada chega a minha irmã à minha beira e começa a falar-me de Mozart. Falou, falou... e tudo coisas complexas e que eu tinha a obrigação de saber. Fiquei parva a olhar para ela. Pelos vistos tinha ouvido aquilo na televisão e eram uma data de coisas. Um pequeno pormenor: a minha irmã tem 6 anos e nunca pára quieta um segundo. Serviu para me deixar envergonhada e me sentir pequeninavanessa
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De Selvagem Anónimo a 20 de Fevereiro de 2006 às 13:13
Adoro música de câmara. Mozart, Brahms e Beethoven são meus preferidos nesta área. Acho que existe uma áurea especial em torno da música feita para poucos instrumentos, não sei explicar direito o que é... talvez seja o fato de não se poder "mascarar" alguns errinhos de orquestração ou mesmo de composição, que (às vezes) podemos perceber na música orquestral (obviamente não estou me referindo aos grandes mestres).

Não sei se faço-me entender direito... Por exemplo: quando ouvimos 2 quartetos de cordas de compositores diferentes podemos analisar bem mais claramente (e compararmos, por que não?) o poder de inventividade melódica e a capacidade de solução de problemas estruturais melhor do que numa sinfonia, cuja massa instrumental "esconde" certos pormenores preciosos.

Claro que esta é a opinião de um leigo musical. Mas será que estou errado em afirmar que a música de câmara deixa mais claro para nós ouvintes o recado que o compositor quer nos passar?

Sinceramente, não sei se estou escrevendo bobagens, mas acho que apenas óptimos compositores conseguem se dar bem na música de câmara. Entenda-se "se dar bem" como "traduzir da maneira mais aproximada possível aquilo que se tem em mente para a forma de notas musicais".Parabens ao autor do texto

musico
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De Selvagem Anónimo a 20 de Fevereiro de 2006 às 13:20
Já agora faço também uma sugestão. Se por algum motivo nunca viram o filme Amadeus, vejam! é daqueles filmes que nos ficam sempre na memoria, e acabamos por compreender o genio, o irreverente, sarcastico, o depressivo e alegre Mozart. Compreendemos também o porquê das diferentes fases nas suas obras. Claro que o filme tem muito de fantasia... nunca se soube se Salieri existiu (no filme ele é um compositor, que sempre esteve "tapado" pela genialidade de Mozart - personifica a inveja, e o odio ) não sabemos se mozart ria daquela maneira estridente (como podem ouvir no trailer) mas seja qual for a verdade... a genialidade do compositor está excelentemente representada! Vale mm a pena ver! cereza
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De Selvagem Anónimo a 20 de Fevereiro de 2006 às 18:35
Mais um avez abel....agradeço.
E a ti tb cerejola querida.bejocasMajoca
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De Selvagem Anónimo a 20 de Fevereiro de 2006 às 21:07
Como alguns de vós sabem tenho alguns poderes extra sensoriais e acabo de falar com... ele. Li-lhe o texto e ele riu-se... disse que era tudo mentira, que era uma pessoa igual a qualquer outra, apenas com a diferença de viver de música e não propriamente de oxigénio... como nós. Disse também que não sabia o que era música clássica... afirmou que é tudo música e que são as ocasiões que fazem a escolha dos ritmos e tudo o resto. Mandou um abraço forte para o Abel... e foi embora.bonecarussa
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