21 comentários:
De Selvagem Anónimo a 20 de Julho de 2005 às 14:18
O maslow é um escritor nato...Criador_Sonhos
(http://criadorsonhos.blogspot.com)
(mailto:miguel24lx@sapo.pt)


De Selvagem Anónimo a 20 de Julho de 2005 às 14:37
Confesso que sempre tive dificuldade em entender o cyber amor e as paixões virtuais. Limitação minha, talvez.
Permitam-me algumas considerações...
Triste é o fim daquilo que não começou, que já não vai começar. triste é saber que o nosso amor não existirá fora destas janelas. Porquê? talvez porque a vida fora destas janelas é demasiado (im)perfeita. Para quê mudar algo que já é perfeito? Recordo-me de uma música linda da Adriana Calcanhoto. Reza assim: "Avião sem asa, fogueira sem brasa, sou eu, assim sem você... Tou louca pra te ver chegar, tou louca pra te ter nas mãos. deitar no teu abraço, retomar o pedaço que falta no meu coração. Eu não existo longe de você e a solidão é o meu pior castigo, eu conto as horas pra poder te ver mas o relógio está de mal comigo. Porquê? Porquê? Porque é que tem que ser assim, se o meu desejo não tem fim. Eu te quero a todo o instante, nem mil altifalantes vão poder falar por mim..." Ok, perdoem-me (mais) este excesso. Mais um momento de inexplicável delírio dos sentidos. O que resta agora? O que nos resta agora? Algo ecoa na minha cabeça... memória... "A Persistência da Memória". Obrigada Salvador. Parabéns Maslow. Este comentário é FICÇÃO... não serão todos? *** Safira
</a>
(mailto:saphireonearth@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Julho de 2005 às 15:01
Primeiro queria dizer que gostei muito do texto. Quanto ás paixões cybernáticas, axo que não fazem mal a ninguém. É uma forma de libertarmos o corpo e a mente. O facto de não podermos tocar a outra pessoa torna tudo mais intenso. E o imaginarmos então nem se fala. É quase como estarmos a falar com a nossas alma gêmea, porque somos nós que lhe damos as feições. Podemos fazer de tudo... aqui não há limites para a imaginação! Viver obcecado com coisas virtuais é que não. Se são virtuais, desligamos e ligamos a ficha e acabou. Faz despertar os sentidos, da-mos mais importância às palavras... quantas vezes não ligamos ao que a pessoa q está ao nosso lado diz, mas aqui... Por ser o que nunca podemos ter é que dá prazer...Vanessa
(http://spaces.msn.com/members/madalenahedonista)
(mailto:mina_aeternus@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Julho de 2005 às 15:21
CEREZA, O NOME DA MÚSICA ESTÁ ERRADO... É "SPEED OF SOUND"... jokinhassssssssssssssCriador_Sonhos
(http://criadorsonhos.blogspot.com)
(mailto:miguel24lx@sapo.pt)


De Selvagem Anónimo a 20 de Julho de 2005 às 15:59
Já conhecia o texto do Lovosphere.
Quando o li,senti que só quem passa pelas situações as consegue entender na sua essência.Acredito que se chega a esta situação sem dar por isso,e acredito também,que,quem tem de dizer não,também sofre.
Eu queria saber escrever assim...
Um beijo Maslow.marta
</a>
(mailto:martax_30@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Julho de 2005 às 16:07
Marta, mas escrever é facil, ve no meu blog... aquilo é simples... tudo o q te vai vindo a cabeça, vai omando nota, depois juntas... é simples, jogas com os pedaços como se de um puzzle se tratasse... Criador_Sonhos
(http://criadorsonhos.blogspot.com)
(mailto:miguel24lx@sapo.pt)


De Selvagem Anónimo a 20 de Julho de 2005 às 16:13
Boa Tarde , belo texto, sim . Há quem se identifique com ele de certeza mas seria mais belo se não fosse ficção.
[] s NiceDay
</a>
(mailto:olániques@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Julho de 2005 às 16:49
Boa tarde!! Parabéns Maslow, o teu texto está fantástico... divino... sem palavras

****devil_girl
(http://..)
(mailto:joana_ribeiro19@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Julho de 2005 às 16:51
O extrapolar da imaginação para a a realidade é inevitavel, mesmo quando não se trata de um amor cibernético. Pode ser uma conversa como outra qualquer, banal, mas a tendencia será sempre a de tentar imaginar a reacção do parceiro da conversa. Calculismo, reacção natural....não sei. Refiro apenas esta situação porque nunca tive um amor cibernético.formasdolhar
</a>
(mailto:formasdolhar@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 20 de Julho de 2005 às 17:07
Mais um belíssimo post do Maslow, mantendo a linha imaginativa mas desta vez menos insano (o que melhora ainda mais o texto). O texto está tão sublime que não me atrevo a comentá-lo, apenas vou comentar a introdução. É ficção, mas só mesmo de garganta. É real e bem real, enquanto escrevo este comment, quantas cenas assim não se estão a passar pelos chats por esse mundo fora? Incluindo Portugal, claro! De ficção... pouco, muito pouco, mesmo! :) Quanto a amores cibernéticos, conforme os chamaram, folgo em dizer uma vez mais (para os novos no UJ, que ainda não sabem) que o meu amor tem origem cibernética, com raiz ha mais de 4 anos atrás.WG
</a>
(mailto:a@a.com)


Ah... Comenta-me