Sábado, 16 de Julho de 2005

Sonho Morto

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<P><img alt="im398 copy.jpg" src="http://bbb.blogs.sapo.pt/arquivo/im398 copy-thumb.jpg"</P>

<p><EM><STRONG>Nosso sonho morreu. Devagarinho,
Rezemos uma prece doce e triste
Por alma desse sonho! Vá... baixinho...
Por esse sonho, amor, que não existe!</STRONG></EM></P>


<p><EM><STRONG>Vamos encher-lhe o seu caixão dolente,
De roxas violetas; triste cor!
Triste como ele, nascido ao sol poente,
O nosso sonho... ai!... reza baixo... amor...</STRONG></EM></P>


<p><EM><STRONG>Foste tu que o mataste! E foi sorrindo,
Foi sorrindo e cantando alegremente,
Que tu mataste o nosso sonho lindo!</STRONG></EM></P>


<p><EM><STRONG>Nosso sonho morreu... Reza mansinho...
Ai, talvez que rezando, docemente,
O nosso sonho acorde... mais baixinho...</STRONG></EM></P>

<P><EM><STRONG>Florbela espanca</STRONG></EM></P>

Impressão Digital Cereza às 14:54
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20 comentários:
De Selvagem Anónimo a 16 de Julho de 2005 às 15:29
Simplesmente LINDO!cereza
(http://bbb.blogs.sapo.pt/)
(mailto:lis_tv@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Julho de 2005 às 18:25
Muito sentido... Belissimo!!!!luadourada--
</a>
(mailto:ermelinda_1955@gotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Julho de 2005 às 18:25
Muito sentido... Belissimo!!!!luadourada--
</a>
(mailto:ermelinda_1955@gotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Julho de 2005 às 18:33
Quando um amor morre, é necessário fazer-se-lhe um funeral, seguido de um luto. Dar um tempo ao tempo até atingirmos um certo distanciamento. Só então a mente clarifica, voltamos à recionalidade e, esperamos que tudo aconteça de novo. Fecha-se um ciclo, inicia-se outro. Fica a sabedoria adquirida com a experiência vivida.
«Love's the funeral of hearts
And an ode for cruelty
When angels cry blood
On flowers of evil in bloom» - Him
Umas vezes é assim, mas não necessáriamente todas (felizmente).
mathiott
</a>
(mailto:cecilia_mathiotte@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Julho de 2005 às 18:49
Adoro Florbela Espanca. BjinhosBárbara (Narag)
(http://naragturg.blogspot.com)
(mailto:barbara10sofia@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Julho de 2005 às 19:29
Lindo mesmo....era tão bom q os grandes amores não terminassem nunca...Lembrei-me de um pekenino poema q descobri um dia destes, nos muitos livros q me passam todos os dias pela mão....E aqui vos deixo, chama-se Depois e é assim: Para quê amar? / Depois de nós.../ Nem mesmo nós..../Vamos ficar..... de Fernando Tavares RodriguesPatanisKa
</a>
(mailto:sissacc@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Julho de 2005 às 20:06
Amor e amar conjuga-se no presente! É aqui e agora, de corpo e alma, vivendo cada momento como se do último se tratasse, procurando que todos os momentos de que é composto o tal suposto e almejado todo de uma felicidade perdurem no tempo garantidos pela precisão que só a memória permite...Starry-Night
</a>
(mailto:martiniquex@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Julho de 2005 às 20:11
Mathiotta, se é amor, não morre! Amor dura e perdura através dos tempos, independentemente de todas as restantes questões que lhe costumamos associar. Amor não é um pacote! Starry-Night
</a>
(mailto:martiniquex@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Julho de 2005 às 20:12
Não admira que a autora tenha morrido tão nova!!! lolol Tá lindo tá!!(a sério)Suicidal_kota
</a>
(mailto:cromokamikaze@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Julho de 2005 às 20:57
Starry-Nighta; talvez, mas a paixão morre quando se perde o encanto que nos atraiu. Ainda assim, eu acho que o amor morre sim, pode perdurar a amizade, o carinho mas... enfim, cada caso é um caso :)mathiott
</a>
(mailto:cecilia_mathiotte@hotmail.com)


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