49 comentários:
De Selvagem Anónimo a 15 de Maio de 2005 às 21:07
Bigado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! és uma querida!!!!!!!!!!!!! só por isto tinha de ser a 1ª a comentar!!!!!!!! ******************************************** adoro-te!!!!!!!!!!!!^Erina^
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(mailto:paula_m_sousa@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 15 de Maio de 2005 às 21:18
A minha música preferida, escolhida pela Cereza, num texto do Maslow que mais poderia eu querer????????? ******** para estas pessoas que eu adoro!!!!!. E sim foste abençoado! :) em muitos aspectos! **^Erina^
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(mailto:paula_m_sousa@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 15 de Maio de 2005 às 21:36
Meu querido Maslow, saudar a alegria de viver e proceder à devolução a todo o nosso ser da força de vida mais total que recebemos da natureza não pode nem deve ser um simples evento que dependa da chegada de uma ou do encontro de duas das mais agradáveis estações do ano. A meu ver, deve ser, sim, um "state of mind" que nos encha e preencha os 365 dias de cada ano, com todo o prazer que somos capazes de sentir a correr-nos pelas veias, percorrer-nos o corpo todo e, no meu caso (que não deve ser único… lol), instalar-se nos dois pontos mais salientes do meu corpo. Sim, podes chamar-me devassa, a ver se eu me ralo! Tanto o frio do Inverno como o fresco da Primavera ou o quente do Verão, seguido do morno do Outono, oferecem-nos mil e um cenários de sonho, os quais deveríamos saber aproveitar e reconhecer, não por aquilo que são, mas mais por aquilo em que os podemos transformar, sempre com o poder da mente aliado ao do corpo, o mesmo corpo que entregamos e rendemos ao mais puro e animalesco prazer de sentir. Muito mais teria para dizer sobre este tema, mas vou parar por aqui, caso contrário a Cereza ainda me “akicka” do blog e eu não quero cá nada disso. Meu anjo, um beijo daqueles para ti, que tanto me fazes sentir!Starry-Night
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(mailto:martiniquex@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 15 de Maio de 2005 às 22:07
Cereza! Assim, arriscas-te a ter menores de dezoito aqui a comentar também... a minha filhota adora esta música. Tenho-a no carro e ela está constantemente a pedir-me para a passar. Até à exaustão. Sorte a minha, eu gostar dela também :). Pois este ano, é como o campeonato de futebol... estranho... nem chove, nem faz sol... já nem me lembro de um ano, em que chegasse a esta altura, com tão pouca praia feita... faz-me falta um sol digno de seu nome e depois, ainda por cima, está tudo seco!... Maslow, meu caro, como te compreendo!... O Verão liberta-nos. Mas por vezes ponho-me a pensar se gostaria de viver num sítio onde fosse sempre Verão... Algo assim entre Câncer e Capricórnio... Se calhar não lhe daria a importância que lhe dou, estando eu a viver num país com quatro estações bem definidas... No nordeste do Brasil, por exemplo, a praia e o calor é um modo de vida diário, todo o ano. Com mais ou menos chuva, mas sempre com muito calor. Parece-me, por outro lado, não lhe darem, os habitantes locais, o valor que nós europeus lhe atribuimos... o facto de se andar de t-shirt o ano todo, dia e noite, esquivando-se aos torós casuais, que vêm sem aviso, à água cálida, em que por vezes se torna complicado entrar, de tão quente que está, à paisagem de palmeiras debruçadas sobre o mar, por centenas de quilómetros, a perder de vista. É certo que a preocupação da maioria deles é diferente. Trata-se mais da sobrevivência diária. O ganha-pão é conseguido nos expedientes de negócio que vão encontrando, adaptados à venda na praia. Mas isso já é outro assunto... é outro mundo que não este, que aqui tão bem expões ao nosso voyeurismo... :)flyman
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(mailto:flyman_pegasus@msn.com)


De Selvagem Anónimo a 15 de Maio de 2005 às 22:15
Starry-Night, li o teu comentário com muito gosto. Constato é que quando vem a Primavera, noto um aumento de assertividade, de energia, sei lá... e quando chego ao Outono, passa-se exactamente o contrário... os dias ficam mais pequenos, e eu, qual plantinha de estufa, ressinto-me da falta de luz... seria incapaz de viver muito a norte ou muito a sul... :)flyman
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(mailto:flyman_pegasus@msn.com)


De Selvagem Anónimo a 15 de Maio de 2005 às 23:51
a vcs traz amor?.....a minha prima Vera n m deve curtir lá muito, pois a mim so m traz montes de alergias :Plaskinha
(http://mafinhathings.blogs.sapo.pt./)
(mailto:xana_granja@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Maio de 2005 às 00:52
Felizes daqueles que biológicamente conseguem sentir estimulos só pelas mudanças climatéricas. Quanto a mim é mais transporte de gelo seja em que estação for (até um dia assim espero eu) e observar as pessoas que conseguem sentir estimulos e com isso aprentar alguma felicidade nem que seja momentanea, e esses eu admiro para nao dizer que invejo.
Quanto ao video bem se me conseguirem arranjar os contactos delas eu prometo aqui e gritarei ao mundo que " she will be loved"JATGO
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(mailto:jatgo@sapo.pt)


De Selvagem Anónimo a 16 de Maio de 2005 às 09:28
Em primeiro lugar, Maslow, obrigado por trazeres a este blog uma lufada de alegria, leveza e positivismo de que ele bem andava a precisar. Por mim, e cada vez mais, sinto necessidade de me afastar de climas emocionais negativos que extravasam e me perturbam a serenidade que procuro. Quem de nós não experimentou já as sensações que descreves, um estado de arrebatamento ao contemplarmos as maravilhosas paisagens que a natureza nos oferece, os sons e as cores que traduzem a metamorfose e os ciclos da vida. Muitas vezes acontece até com coisas que nos são até familiares, mas que de repente olhamos de outra forma... Nesses momentos não pensamos, nem sentimos sequer... amamos. É como se descobrissemos que a vida tem outra dimensão, é mais do que aquilo que parece ser... Nessa dimensão somos capazes de experimentar a felicidade, a plenitude de nós próprios, a beleza de todas as coisas... e de tudo o mais nos esquecemos, torna-se insignificante... A Biologia explica por que a Primavera e o Verão, ao invés do Outono e do Inverno, nos torna mais receptivos, menos depressivos. Tem a ver com neurotransmissores, sim senhor, cuja produção na hipófise é estimulada pela quantidade de luz que chega à nossa retina. Mas e a inteligência deste processo, quem o explica? Olhando a natureza no seu todo descobrimos um sentido para todas as coisas... nada acontece por acaso, mesmo que o fim não esteja imediatamente visível aos nossos olhos. Tudo caminha no mesmo sentido, não em ciclos, mas numa espiral de perfeição. E se pensarmos que as flores, os pássaros, a água que cai numa cascata, as rochas, as ondas que se espraiam na areia só são belas porque nós existimos, então descobrimos que não somos nós que fazemos parte da natureza, mas sim ela que faz parte de nós. Somos nós próprios a natureza, tudo em nós caminha no mesmo sentido, não em ciclos, mas numa espiral... Deixemo-nos invadir por todas as sensações e desejos levados por esta espiral... sentir-nos-emos livres, sentir-nos-emos felizes... sentiremos finalmente o amor incondicional :) Maslow e Cereza um beijo muito grande para vcs ;)alic
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(mailto:mceciliabpm@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Maio de 2005 às 11:15
Já foi assim. Já senti isso tudo. Não sei porque, tem diminuido à medida que os anos passam. formasdolhar
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(mailto:formasdolhar@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 16 de Maio de 2005 às 11:28
Eu diria que é pela mesma razão que as crianças conseguem ser mais felizes que nós, formas... Vivem mais no presente... ;)alic
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(mailto:mceciliabpm@hotmail.com)


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