Sábado, 4 de Fevereiro de 2006

Energia

É tão dificil escrever este tipo de texto. Nem eu sei bem o que escrevo e o que quero dizer. É talvez um estado de alma. Esta é a última vez, prometo! (Argh)



Whenever she is raging
She takes all life away
Haven't you seen?
Haven't you seen?
The ruins of our world





bd1.jpg


Sou tempestade de alma,
um vendaval sem destino
perdida numa imensidão de emoções,
de insegurança e ódio.

Sou um quantum de energia
um fotão de luz
no aqui e agora !
Num tempo que não existe,
num espaço indefinido . . .
procurando o Absoluto

Sou a fotografia do instinto
do medo
do desejo.
Sou um sonho rejeitado
mal vivido e abortado
numa vida feita de ilusões
sensações..
Sou pecado e anjo
ardendo de mistério
com alma de sedução
sou céu
sou inferno...

Sou gélida tentação
que queima a tua boca
e arrefece o teu coração

Em resumo:
Sou energia condensada
Sou tudo...
Sou nada!



Meus amigos, fiquem bem


Impressão Digital Cereza às 02:17
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27 comentários:
De Selvagem Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 11:58
Ainda bem que vais prometendo que é a última vez...:) Num qualquer nicho espaço-temporal, essas promessas vão-se inexoravelmente perdendo, e voltas-nos a brindar com textos que têm a força de um núcleo atómico esventrado. És o vento estelar que empurra esta nave imaginada por ti, onde nos encontramos. És o Big Bang desta criação, num flash de impossível intensidade quantificada que perdurará... Vibrações positivas para ti, miúda! A Primavera já não tarda em chegar. As mimosas assim me o disseram. :)flyman
</a>
(mailto:flyman_pegasus@msn.com)


De Selvagem Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 12:05
ai flyman que até me envergonhas LOLLLL eu sei lá o quero dizer naquela coisa ahahahaa mas brigada. Os teus comentarios deixam-me sempre animada ;)Cereza
</a>
(mailto:lis_tv@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 12:38
Se pensas que por expressão fria te tornas vazia... Eu digo-te não!!! Perduras em sabedoria.

/ / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / Se pensas que por ausência deixamos de te ver... Eu digo-te nem no teu pior momento consegues ser vulgar!!!
Continua assim cereza, TU.esquizo
</a>
(mailto:alexandre_alfeirao@bluewin.ch)


De Selvagem Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 12:39
Se sou alegre ou sou triste?...//
Francamente, não o sei.//
A tristeza em que consiste?//
Da alegria o que farei?//
Não sou alegre nem triste.//
Verdade, não sou o que sou.//
Sou qualquer alma que existe//
E sente o que Deus fadou.//

Afinal, alegre ou triste?//
Pensar nunca tem bom fim...//
Minha tristeza consiste//
Em não saber bem de mim...//
Mas a alegria é assim...//Fernando Pessoa beijosssssss cerezitaaaaaaa
marta
</a>
(mailto:martax_30@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 13:47
Se sou alegre ou sou triste?...// Francamente, não o sei.// A tristeza em que consiste?// Da alegria o que farei?// Não sou alegre nem triste.// Verdade, não sou o que sou.// Sou qualquer alma que existe// E sente o que Deus fadou.// Afinal, alegre ou triste?// Pensar nunca tem bom fim...// Minha tristeza consiste// Em não saber bem de mim...// Mas a alegria é assim...//Fernando Pessoa beijosssssss cerezitaaaaaaa

marta
</a>
(mailto:martax_30@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 14:00
Foder , foder em pé , foder deitado
Foder no céu , no mar , foder na esquina
Foder sobre a esmeralda do relvado
Ou sobre a tábua dura da sentina.

Foder de quatro pés , acocorado
Dentro dos templos ou pelas campinas,
Foder no torno, velhas ou meninas,
Gozar fodendo de colhões puxados.

Foder, foder com o olhar, foder com pica.
Foder com a língua rubra que se estica
Ao contacto de púbis distendido.

Foder, foder que a vida é tão somente,
Um fodalhaço dado , diariamente ,
E quem não fode , amigos , está fodido.


Autor: Marta Maria ... beijosssssss cerezitaaaaaaa DETAILS
</a>
(mailto:doentemental@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 14:04
Hoje sinto-me inspirada e como tal vou escrever mais um poema dedicado a todos os paineleiros deste espaço tão maravilhoso.
Então lá vai ---->


Depois de lhe beijar meticulosamente
o cu, que é uma pimenta, a cona, que é um doce,
o moço exibe à moça a bagagem que trouxe:
colhões e caralho, um caralho enorme e tungescente.

Ela toma-o na boca e morde-o. Incontinente,
Não pode ele conter-se, e, de um jacto, esporrou-se.
Não desarmou porém. Antes, mais rijo, alteou-se
E fodeu-a. Ela geme, ela peida, ela sente



Que vai morrer: - "Eu morro! Ai, não queres que eu morra?!"
Grita para o rapaz que aceso como um diabo,
arde em cio e tesão na amorosa foda



E titilando-a nos mamilos e no rabo
(que depois irá ter sua ração de esporra),
lhe enfia cona a dentro o caralho até ao cabo.

Autor: Marta Maria ... beijosssssss cerezitaaaaaaa

DETAILS
</a>
(mailto:details@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 15:07
Se patinares, no fino gelo que é a vida, arrastando contigo a silenciosa aproximação de algo, não te surpreendas com uma fenda que pode aparecer por baixo dos teus pés, escorregas e cais, ficas fora de ti, enquanto o medo te faz ficar gelado , mas no entanto tentas alcançar algo para te agarrares......P-U-D-I-M
</a>
(mailto:luistefe@msn.com)


De Selvagem Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 15:10
Ai... quantas vezes eu disse que era a última vez que me ia sentir assim e nenhuma delas resultou... Já levei tanto na cabeça, que a vida é efémera e tal, devia aproveitar, que devia tirar o pijama e sair mais de casa, que isto não é vida para mim e devia ir divertir-me à noite. Enfim. Eu, pelos vistos, devia fazer muita e muita coisa, mas acho que prefiro fazer coisa nenhuma e passar um belo d eum fim de semana a ler um livrito, a tocar na guitarra, ou até mesmo em frente do pc... Pronto, já desabafei todas as minhas frustrações... :| Cereza certamente não vai ser a última vez que te vais sentir assim, e se escrever, ou outra coisa qualquer, nem que seja como quando se põem a atirar calão pelo canal, te faz sentir melhor, força nisso mulher! Porque não vai ser a última vez... mas eu só digo isto para te animar :|



Eu quando quero escrever um texto assim para o mórbido também nunca sei o que estou a escrever, o pior é a primeira palavra, primeiro verso aliás, depois de o ter bastante espetar com recursos estilísticos a torto e a direito até fica minimamente agradada com o que consegui fazer. Se não ficar agradada, fica para a próxima. :| *** *** *** *Bárbara (Narag)
(http://www.blogger.com/profile/6961426)
(mailto:barbara10sofia@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 15:12
E com isto esqueci-me de comentar o texto :| CEREZA ESCREVE MAIS TÁ BENHE? E nem digo mais... Só para não dizeres que não comento os teus textos... Bem feita. Quem leva nas orelhas agora?! *** *** *** *Bárbara (Narag)
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