20 comentários:
De Selvagem Anónimo a 30 de Janeiro de 2006 às 01:17
"Passamos a dizer : És meu! Encenamos respostas inocentes, quando nos apetece é dizer: Quero estar contigo, sentir-te dentro de mim! Cuidamos que somos suficientemente fortes para não o dizer. Apenas o pensamos, porque nos falta a coragem de dizer: Fode-me!" E....qdo "o fode-me" até é secundário? PORQUE: Quando as saudades são tantas, q só um "olhar abraçado ...no intenso apertado" (sei q reparavam... mas é mais forte que: ..."um olhar intenso...num abraço apertado...)Sim, hoje tenho consciência plena do q sinto e escrevo. AMO-TE Intensamente......PatanisKa
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(mailto:sissacc@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 30 de Janeiro de 2006 às 09:44
Eu, daqui que vejo todo o mundo, tanto alcanço que por vezes vejo as proprias costas. Por vezes teimo em ser cego, escolho. Eu, aqui onde me encontro, tão reconfortante neste meu trono, consigo sentir-te enrolada em mim.. pele com pele. Nú, por vezes com frio, nesta ausencia. E quando as palavras nada significam.. que faço a todo este aperto? É.. por vezes esqueço-me como dói.. e como é bom que doa..Marco Neves
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(mailto:megabife@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 30 de Janeiro de 2006 às 09:59
Vejo-te ao longe, perdida sem mim...
Estendo-te a mão e sorris com um sim e a vida é tão feitas de nadas
de tudos e de falsas fadas
no fim, é tudo um sofrimento sem fim...
Mas então descobri-te e nunca mais te esqueci
Queria poder tocar-te e talvez amar-te...
dizer que é em ti que penso... Muito interessantes as tuas palavras intensas, constancinha gostei :)))))
Mina
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(mailto:Mina_@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 30 de Janeiro de 2006 às 10:06
"És meu"... O grande erro que se faz quando se ama alguem. Ninguem é de ninguem...
O texto está lindissimo, parabens Constancinha pelo teu monólogo.blocas
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(mailto:blocas@blo.com)


De Selvagem Anónimo a 30 de Janeiro de 2006 às 10:20
Olá nascente da minha sede. Há tempos que não me atrevia a deixar a ponta dos dedos mandarem-te qualquer mensagem… tenho esse atrevimento agora.
Sei que muita coisa mudou, tudo mudou… até o que sinto por ti… mudou porque cresceu. Desconheço se usas um segundo do teu atarefado tempo a pensar nisso, mas eu lembro-me constantemente… e mesmo que não o fizesse, o Rui Reininho mete-se pelos fios do meu carro, entra pelo rádio e sai pelos altifalantes a anunciar… eu que vendi o verbo amar, que menti sem hesitar… e a tua imagem ganha forma… e eu… sintonizo outro posto… até porque tenho as frases decoradas na memória…
Apesar destes sentimentos dignos dum best seller romanceado, digo-te que tenho saudades dum amigo que há muito não vejo… e, aparentemente, faz tudo para não me ver a mim…
Quanto tempo sem o olhar, sem o ouvir, sem o observar, sem lhe falar, sem lhe… quanto tempo…
Divago entre mil coisas, obrigo-me a cantarolar, baixinho, mil melodias, escrevo palavras sem fim… e sem sentido… e ele está sempre presente, por mais que eu o afaste, que o empurre, que o imagine como algo do passado… ele está presente em mim. Fenómeno digno de ser estudado… quase como se não existisse, mas de quem se aguarda a vinda durante uma vida inteira, como um D. Sebastião, …não! Como um deus, em quem acreditamos, mas nunca vimos. E embora não seja visível, existe em nós e por esse deus, em nome dele, está a nossa existência justificada. Como os antigos eremitas, que se isolavam em cavernas, assim faço, esperando eternamente uma manifestação divina que, como acontece com os mesmos eremitas, pode nunca chegar. O que os moveria para se manterem firmemente na solidão, na dor, na fome e na sede? A fé? A loucura? O amor? Eu digo que só conseguiam se tivessem uma enorme dose de cada um destes elementos… e sei do que falo.

bonecarussa
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(mailto:bonecarussa@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 30 de Janeiro de 2006 às 11:57
Escolhe-se!!!Escolhemos afastando o que não se quer....E quando optamos por um amor doce,calmo e sereno,é no silêncio que se mostra o quanto se quer,e nas gargalhadas,o quanto se está bem.......aaaaiiiiiii*suspiro.Um beijinho pa ti constancinha,o texto está lindo!!marta
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(mailto:martax_30@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 30 de Janeiro de 2006 às 12:27
Constancinha, gostei :))***

mas o que eu quero mesmo...é que a semana passe depressaaaaaaaaa!
lololTex
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(mailto:texazinha@iol.pt)


De Selvagem Anónimo a 30 de Janeiro de 2006 às 12:36
Oh Tex, que a semana passe depressa não que eu amanha vou visitar o meu Portugal!!! ... Constancinha, gostei muito. Por vezes acho que não são necessarias palavras, apenas aquele olhar que nos compreende quando o buscamos... Mas por vezes a ausência "daquela" palavra é tão forte! Os sururus das outras vozes nunca nos hao-de abandonar, mas se não tivermos dias em que dizemos "fode-me" e tudo o resto fica esquecido...vanessa
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(mailto:mina_aeternus@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 30 de Janeiro de 2006 às 15:39
Se o teu amor fosse um lugar habitável por mim, construíamos uma casa num campo de alfazema e alecrim, com um muro branco rodeado de hortelã cheirosa. O cheiro do café inunda a casa tornando-a aconchegada e íntima. Passavas-me os dedos pela cara como se a quisesses decorar em cada momento. Não é só o obscuro animal que me corre nas veias que me faz querer-te. Quero sentir-me cheia de mansidão e ternura, apaziguada deste querer. Quero sentir-me abraçada e embalada, como se o teu corpo fosse um berço ou o ventre da minha mãe.
Aguardo sentada no patamar duma casa que não existe.
bonecarussa
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(mailto:bonecarussa@hotmail.com)


De Selvagem Anónimo a 30 de Janeiro de 2006 às 16:53
A vida por vezes preganos partidas, e em vez de escolhermos somos escolhidos, talvez até nem fosse do nosso intresse, afinal estava mos retirados para um descanso da alma e reflecção, mas tudo acontece sem que nos aperceba mos bem da realidade..Claro como diz a blocas ninguem é de ninguem, mas afinal quem é de quem e porque?? Será que um dia pode mos dizer; "sim eu sou teu/tua e tu és minha/meu".. P-U-D-I-M
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(mailto:luistefe@msn.com)


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