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Urban Jungle

pensamentos, divagações e tangas da selva urbana

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Urban Jungle

26
Jan06

A hora do Vinil

Cereza

Só espero que vossa inspiração tenha voltado!





Quem não se lembra das míticas cassetes que colocavamos nos nossos antigos leitores para ouvir o maravilhoso som que saia das colunas enquanto a cassete rolava?
Quem não se lembra das lendas dos discos em formatos 33 e 45 que giravam no prato do gira-discos?



Quantas vezes nós ficavamos irados com uma cassete, que podia ser a nossa favorita, quando esta ficava passada na fita e encalhava na cabeça do leitor, enrolando a fita toda?
Era abrir o leitor e ver a cara de espanto e de tristeza enquanto tiravamos metros e metros de fita remoída e mastigada! Ou quando nós queriamos ouvir a primeira música dum dito disco e o catano do braço da agulha recusava-se a tocar aquela... passando imediatamente para a segunda musica, ou mesmo recusando-se a tocar!



Ora bem este post irá dar uma volta às urmas do tempo para relembrar esses tempos idos, para nos esquecermos um pouco dos DVD’s, miniDVD’s ou mesmo dos CD´s e leitores de MP3 e MP4.



O maior impulsionador dos discos foi sem duvida a radio.
Com a ascensão de músicas locais, como o folk ou o folklore, a radio como insdutria já estabalecida como um dinamo ao entretetimento apoiou a tecnica de gravação em disco.



As pessoas da altura podiam comprar as quase lendárias grafonolas para ouvir os seus discos de musica favoritos. O aparecimento de grupos musicais multiraciais, como o Jazz e o Blues, a musica country e os baladeiros Pop necessitou-se de criar um termo que ainda hoje lhe chamamos de “Bandas” e a industria do entretetimento impulisionador ou foi implusionada através da radio, e as miticas grafonolas iam dando lugar aos, não menos iguais, gira-discos.



Já se podia ouvir um lado A e lado B, o dobro do prazer! A evolução do giradiscos e dos métodos de gravação foram incriveis com a chegada do Rock n’roll, Soul, o aparecimento inicial do Surf. O aparecimento de dois formatos ( formato 33 e formato 45) e o alargamento das pistas tornou o disco muito usado, mais pelos jovens!



A partir dai foi dar largas à imaginação, e com a adesão publica à televisão e ao cinema (que já existiam) a industria do entretetimento tornou-se no que é hoje... uma industria necessária à vida humana, diria até essencial!
Hard-Rock, Rhythm, Pop ligeiro, Jazz-Rock, Reggae, e entre outros estilos e variedades musicais necessitavam de uma outra tecnologia que fosse mais “portátil”, a cassete. Já se podia piratiar. (Claro que apareceu os desmancha-prazeres dos Copyright e direitos de autor mas os jovens fizeram o que nessa altura rebelde se aplicava: “yah ok... vou gravar uma cassete com aquele disco e já venho!”)



Na década de 70 apareceu uma tecnologia e uma tecnica de gravação que, num futuro próximo iria colocar o fim das vidas à cassete e aos discos de PVC, o Compact Disk (CD). Mas foi uma ‘morte’ de longo prazo e oficializada porque os ditos utilitários fonográficos, apesar de moribundos, ainda resistem a uma morte oficializada mas não declarada.



Quem não tem as tais cassetes que tanto ouvimos guardadas, ou os discos dos ABBA, LED ZEPPELIN, GLORIA GAYNOR, DEEP PURPLE, BONEY M, ELVIS, BEATLES, BEACH BOYS, THE DOORS, THE WHO, THE ANIMALS e tantos outros artitas e bandas nas estantes a ganhar pó?
Eles não morreram, eles existem guardados no tempo actual... à espera de serem tocados mais uma vez! Merecem o respeito e carinho... modificaram gerações, ideais, principios, e o próprio destino temporal da humanidade.



Com tanta desgraça gerada à nossa volta, achei que era necessário relembrar algo que nos era querido, e que foi esquecido. Nada melhor que nos lembramos dos tempos em que muitos de nós passavam horas a fio ao lado de um leitor de cassetes ou de um gira-discos, muitos minutos perdidos no tempo dedicados a eles por causa da magia que estava E AINDA ESTÁ embutida neles!



Suicidal Kota




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