De Marco Neves a 28 de Junho de 2006 às 12:35
Também posso dizer merda? Eiaaa!

Bom, eu com a carrada de alho e coentro que comi ontem à noite, juntamente com a orelhinha de porco, enquanto que batia palmas aos "franciús", hoje estava capaz de abater qualquer tipo de rastejante, vampiras inclusivé. Sibilantes... sibilantes... esgueiram-se, e por vezes é bem melhor fazermo-nos de parvos e tal... talvez até parvos demais.

No que me toca, e uma coisa é certa, quanto mais nos expomos e damos confiança, mais atacam. Caramba, por vezes são mais que as próprias mãezinhas! E nisto até nós temos culpa que por vezes "ataquem" de forma intencional.

Eu admito, parte do que já tenho aturado (e não só eu) foi causado por me dar demasiado. Ao fazê-lo, as consequências nunca são positivas.

Por isso, reservo o direito de preservar a minha pessoa e principalmente de quem me rodeia. Tenho de o fazer!

Quanto ao grau de importância, ora bolas, um mosquito não nos suga todo o sangue, nem lá perto.... mas dá aquela comichãozeca.

A minha grande pena é ter de levar com certas coisas e não as apanhar as maganas das cobras. Sim, porque no fundo apetecia-me esfolar umas quantas e fazer uns cintos à maneira, ou um porta moedas. A bolsinha para o telemovel está fora de questão, certo?

E já agora... merda!


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