De isabel a 21 de Julho de 2006 às 12:47
De volta a temas inteligentes.

Em Annie Hall, vi uma Nova York mais iluminada e verdejante do que nunca com uma *Prozac Nation* em rimas internas e remissões, de paranóias como imagem de marca. Com a piada nonsense na primeira pessoa, na forma unica de contar. Gosto disso.
Com Alvy criança (deprimido), temos o reflexo duma ideia geral sobre o Universo, ao ritmo da conversa da expansao que remete os ovos para o seu devido sitio.
Em Annie Hall ainda se sente um WA puro, onde ainda havia romantismo na sua obra que anoitece em «Match Point».

Há ainda a piada das 2 senhoras com idade que estao num café, em que 1 se queixa da “comida terrível” e a outra sabiamente remata “e ainda para mais em doses minúsculas”. Tal como a vida que muitas vezes 'e mais larga que comprida.

Vou alongar o nervo optico.


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