De Isabel a 1 de Agosto de 2006 às 11:43
É difícil perdoar uma traição.
Não perdoar revela-se o escape para a não solução à vista.
Esquecer tudo, é primordial para o equlibrio emocional.
Mas como sabemos da traição?
PT (prova de traição) impõe-se pois então!
Não é fácil, mas é possível.
Ora vejamos, por exemplo nos casos amorosos o que se escreve...

"É possível que o cônjuge que está a viver uma aventura amorosa tenha deixado algumas pistas. O desconforto que a situação gera é tão grande que inconscientemente são deixadas algumas pistas em que se tropeçam.

Um estudo realizado mostrou que cerca de 89% (Mau...) dos cônjuges sabiam de alguma forma que os parceiros estavam a ter um caso amoroso.

A situação torna-se tão complicada e dolorosa que, algures durante este período é importante procura a ajuda de um psicólogo a fim de realizar uma terapia conjugal ou individual. Por vezes ansiedade é tanta que leva a pessoa a recorrer desesperadamente á medicação. O uso de medicação pode acalmar a pessoa, mas o próprio sujeito está ciente (Bom...) de que não é a medicação que vai resolver os seus problemas e não está disposto a tomar medicamentos eternamente.

Se tem razões para suspeitar que o seu cônjuge lhe é infiel, comunique -lhe o que pensa numa frase breve e simples e aguarde a resposta.
Evite as perguntas e as acusações."

Fonte - PSICLÍNICA
(?????????????????????????????????)

E as outras, as traições diárias de colegas, as da "família", dos "amigos", clientes, fornecedores, colaboradores... gato, periquito...

Sim, o meu gato atraiçoou-me, num ápice, no telhado da vizinha...


De WG a 1 de Agosto de 2006 às 14:23
É muito básico, porque o instinto, diria eu que destas coisas não pesco nada, é sempre negar.
Quanto muito, teria que havia alguma linha de raciocínio e várias perguntas para se chegar lá, mas isso já seria mais difícil de conciliar com o "Evite as perguntas e as acusações"


De Isabel a 1 de Agosto de 2006 às 15:29
É aqui neste falso jogo de palavras, aqui onde nos revelamos com subtis véus que não nos atraiçoamos?
É aqui que nos damos?
A quem, como, porquê?
Há em tudo isto mais alguém, para além de nós?
Atraiçoamos, certamente aqui também, a confiança de um companheiro, levando-o quem sabe à sua derrocada moral. ( Vi-o no post anterior...porquê?).

E esse "amor" pelo outrem que "atraiçoamos", onde fica depois? O que vem depois?

Os gregos, utilizavam 3 palavras para se referirem ao "amor" ;
- Ágape designava o amor que sentimos pelos amigos e pessoas queridas;
- Philia, o amor que destinamos às coisas e objectos;
- Eros o amor sensual, aquele que sentimos pelo(a) parceiro(a) que escolhemos, entre outros.
Menos redutor certamente...

Os árabes, esses têm cerca de cem palavras para descrever as diversas nuanças que o amor pode ter (enquando se vão descobrindo outras...).
Mas será que elas conseguem descrever detalhadamente estas emoções singulares?

Ou o amor, a amizade, a afinidade, a cumplicidade, a ternura, o carinho e tanto mais, serão emoções que conseguimos demonstrar sem reservas? Mesmo que para as sentirmos, tenhamos que atraiçoar...? E quando nos atraiçoamos (porque somos mortais e com mortais nos deparamos), por o sermos?

Este vortex que me intimida!

Nota: Já nem falo em Judas...


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