De abel a 28 de Agosto de 2006 às 22:04
Desejar é querer, ter vontade, aspirar a…, ter ambições. Tenho sim vontade de fazer muitas coisas e outras tantas. Aspiro a pequenas coisas que não sei se essa vontade tem um nível suficientemente elevado, satisfazendo-me, caso contrário é uma tragédia! Admiro os que nascem com apetências específicas para realizar vontades inatas (desde que não satânicas). Conhecemos o feito benigno da Irmã Teresa de Calcutá. Para pequenas coisas deste mundo acho que tenho, tal como qualquer comum mortal, força para as realizar mas, grandes coisas como o feito da Irmã citada, certamente que não. Cada um é para o que nasce. Há muitas formas de expressar a percepção do desejo que desejo no baú dos meus conhecimentos:
“O desejo é o fogo que trazemos ao nascer”
“Quando temos sede, parece-nos que poderíamos beber um oceano inteiro: é a fé; quando começamos a beber, bebemos um copo ou dois: é a ciência”
“O desejo floresce, a posse faz murchar todas as coisas”
Assim, também desejo ardentemente que a nova imagem deste simpático espaço ocorra imediatamente, tanto quanto possível, embora não seja tragédia se eventualmente não acontecer, porque esta versão, não tão interessante como a anterior, também vai satisfazendo tal como diz o senhor Oscar Wilde. “Há duas tragédias na vida: uma a de não satisfazermos os nossos desejos, a outra a de os satisfazermos.”


De abel a 28 de Agosto de 2006 às 22:09
“O desejo é o fogo que trazemos ao nascer” (Arthur Van Scherndel)
“Quando temos sede, parece-nos que poderíamos beber um oceano inteiro: é a fé; quando começamos a beber, bebemos um copo ou dois: é a ciência” (Anton Tchekhov)
“O desejo floresce, a posse faz murchar todas as coisas” (Marcel Proust)


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