De abel a 13 de Setembro de 2006 às 17:21
O mundo da Ana também é nosso.

Eu não magoaria tanto as outras formas de cultura… Em vez de a “mais bela”, que me perdoe o Justin, optaria antes por “a mais delicada de todas”.

“Parente pobre” talvez pela forma como as entidades domésticas olham para ela. As condições que proporcionam devem ser as habituais. Nunca há dinheiro para estas coisas… Não é futebol nem bailado estrangeiro… Cá para mim é sempre muito rico, mesmo dentro da nossa pobreza.

Os meus parabéns à Ana pelo ilustre curriculum que já exibe aos trinta. A preocupação e receio que manifesta na carta preocupa-nos também, certamente mais intensamente sentido pelos que carregam desgaste rápido. São ossos do ofício. Boa sorte para ela e que o futuro seja um manancial de sucessos.

À cereza, por trazer até nós esta lufada de ar fresco, um beijão.


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