De Isabel a 13 de Setembro de 2006 às 22:32
Desde Noverre que o ballet evoluiu (este foi sempre fiel à dança clássica, apesar de a trazer até nós, como arte independente).
Depois das dicussões de Rousseau e Diderot, para que a dança fosse democrática (de todos, seja), eis que passamos a poder usufruir de 1 espectáculo de expressão criativa, única.
E Isadora Duncan, que nos deixou esse legado de conjugar as sinfonias de Beethoven, noturnos de Chopin e valsas de Brahms, com passes magistrais, como nunca tinha sido possível, ou visto até então.

"Dançar é sentir, sentir é sofrer, sofrer é amar... Tu amas, sofres e sentes. Dança!".

Dança Ana, dança. O público, certamente não te faltará.


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