De abel a 2 de Outubro de 2006 às 17:13
Parabéns à Cereza por se ter lembrado deste lindo e interessante tema. Embora do passado nunca envelheceu e, contrariamente, todo o mundo continua a abraçá-lo desde a sua tenra idade e nunca recusa reverência. O senhor Piazzolla o engrandeceu com um toque de modernidade. Gostar do Tango é sentir “paixão em forma de arte…, o poder em forma de medo do homem sobre a sedução da mulher... (Frog citado pela Marta). Bem-haja a hora em que a Argentina o promoveu a exlibris nacional.
A Cereza fez-me recordar um post, em tempo apresentado, que originou muitas, longas e lindas intervenções, sobressaindo os relatos da vivência de uma senhora, antiga prostituta, que certamente muitos de nós se lembrarão. A sua vida de escolhos, contada no tempo, ajustou-se à transformação do real em poesia. A questão está relacionada neste pequeno espaço porque a origem do Tango, tal como o nosso Fado, nasce num ambiente de prostituição como foi referenciado no antigo post. Quando nasceu, embora criticado na época, o Tango teve força suficiente para invadir, com distinção, os luxuosos salões da sociedade.
O vídeo e a música estremeceram-me, impelindo-me também a procurar palavras para animar o momento. Gostaria antes, de ser também um dos dançarinos do vídeo, isto é, viver a música e a dança por dentro e não como espectador. Fica o sonho e uma possível participação numa outra encarnação.


De WG a 3 de Outubro de 2006 às 16:29
A prostituição como motor cultural da sociedade... daquele post recordo-me que se concluiu que era o motor económico e até mesmo social, mas cultural não me lembrava mesmo.
É caso para dizer, não 2, mas 3 hurras para a prostituição! :)PP


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