De lua_de_Avalon a 15 de Outubro de 2006 às 17:22
A solução que eu dava a este caso só pode ser à minha maneira, que por acaso não é a mesma que tecnicamente foi preparada para o caso. Tal como a vossa opinião, a minha é também polemicamente discutível.
O especialista que me proporcionou este texto, psicólogo de profissão e professor de uma Universidade da nossa praça, também forneceu a solução para as respectivas responsabilidades.
1 - A mulher é a primeira responsável porque os seus compromissos para com a família devem estar acima da sua vontade e necessidade e também porque a questão do amor pode ser resolvida de outra forma: “de jure” ou “de facto”. Separação e partir para outra forma de vida.
2 – O marido porque devia dar alguma atenção à esposa e perceber a necessidade de carinho que as pessoas à sua volta necessitam. O texto nada acrescenta sobre a sua vida mundana e por isso entende-se apatia muito irresponsável.
3 – O louco. Embora louco é ele que origina temor, a situação e o caso. Pode até, juridicamente, vir a ter perdão mas é agressor e, perante a sociedade, deve ser julgado como o terceiro responsável.
Num nível mais abaixo vêm os outros três intervenientes.
4 – O barqueiro que recusa o transporte encaminhando a senhora para um beco sem saída. Deve ter percebido o pânico, próprio destas situações, mas não facilitou à falta de umas meras moedinhas nem ao lamento da senhora. Embora o texto nada fale sobre a sua experiência e profissionalismo não é passível de inocência. É responsável moral pela ganância ou ignorância (analogamente, não podemos desconhecer a lei tal como não perceber o pânico dos outros). E é também responsável porque a questão não se punha.
5 - O amante, porque o caso que teve com a vítima não deve ter passado de um mero “flirt” sem qualquer compromisso futuro, que ela devia ter percebido, ou não quis ver. Caso contrário o amante não teria um comportamento tão desprezível.
6 – O celibatário figura em último lugar porque o casamento dela gorou as suas expectativas e, como tal, a situação passou à história. O ciúme não é bom conselheiro mas por vezes carrega ódio e afastamento… A senhora, em tempo próprio, devia ter prestado mais atenção a este amor, agora também vítima da atenção do seu marido.


De Gota-de-água a 15 de Outubro de 2006 às 23:13
Bah!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Careta demais!!!Que desilusão...

Lol


De lua_de_Avalon a 16 de Outubro de 2006 às 10:54
:PPPPPP


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