De flyman a 20 de Outubro de 2006 às 12:21
Lisboa é a cidade onde nasci. Daí parti para conhecer muitas outras cidades e lugares do mundo.

E sim, se Lisboa tem encanto na hora da despedida, é pela certeza que no regresso está ainda lá à nossa espera.

De avião não há aproximação a um aeroporto mais bonita, mais fantástica, do que aqueles breves momentos em que se sobrevoa a cidade, vindos de Sul. Se isso coincidir com as primeiras horas da manhã ou com o fim da tarde, então considerem-se uns privilegiados. É lindo e por certo inesquecível. Aqueles que estão na eminência de uma experiência destas, que façam votos para o vento soprar do quadrante Norte no dia do regresso...

A luz de Lisboa é o seu maior tesouro. Roma, Paris e Barcelona também têm uma luminosidade grandiosa, no entanto a de Lisboa impera. Inconfundível e majestosa, orgulhosamente debruçada sobre o Tejo que lhe beija os pés e lhe abriu as portas do mundo.

Cereza , já conhecia a música que gosto muito. O video fiquei a conhecer agora. Está fantástico!... se bem que... A polícia?!... Onde pára a polícia?!... então estaciona-se assim?!!! Só em Lisboa, mesmo!... Afinal o video tem mais a ver com Lisboa do que o Abel supõe ... lol

E para finalizar, Abel, é sempre um prazer ler os textos que têm sempre algo para nos ensinar, relembrar ou despertar.


Meu caro Abel,
Uma quadra não precisa de me deixar
Apesar de não ser ao vivo, nem em papel.
Um abraço lhe vou dar!


De Abel a 20 de Outubro de 2006 às 21:13
Nunca tive à disposição um cockpit para poder apreciar a grandeza do pôr ou nascer do sol, ou admirar o brilho majestoso, reflexo das águas do Tejo e das colinas da nossa cidade (pataniska). Tive sim umas pequenas janelas desses monstros que fingimos ver mas que pouco ou nada nos proporcionam. Imagino apenas a magnanimidade desses momentos tal como nos proporcionaram em “Africa Minha”. Invejo-vos.
Não sei se já passei no cruzamento da rua que o vídeo apresenta. No entanto, para além da modernidade tecnológica e ousadia do Marketing, não consigo ver a relação com o conteúdo do texto sobre Lisboa. Talvez por estar à espera de qualquer coisa sobre a Feira da Ladra, O amarelo da Carris, O Homem das Castanhas, A Lisboa Que Amo, etc, coisas velhas… (como eu). A Cereza que me continue a desculpar porque já se nota alguma ordem nos estacionamentos rodoviários, que sinto nos bolsos e com alguma revolta por saber que a cidade é dos lisboetas e não da EMEL.
Não tenho por hábito deixar poemas aos meus amigos homens por nunca me passar isso pela cabeça, mas acho que era capaz de fazer.
Desta vez só vai um abraço


De flyman a 21 de Outubro de 2006 às 12:12
Então, já agora vou deixar aqui uma dica:

Nos voos de regresso a Lisboa, peçam os lugares junto à janela do lado direito do avião.

Em voos que chegam a meio do lusco-fusco da manhã (como os da maioria de "longo curso"), enquanto as luzes da iluminação pública ainda brilham, a cidade está fresca e viçosa, como se durante a noite, tivesse sido lavada e imaculada das tropelias dia anterior. Pronta e vaidosa, para ser admirada em toda a sua beleza.


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