De Safira a 18 de Abril de 2007 às 15:58
É triste ver o fim de algo que gostamos. Apesar de ultimamente andar mais afastada, não consigo evitar sentir um nó no peito pelo final do UJ... já o tinha sentido no final do Conto UJ. Aqui ri, aqui chorei, aqui aprendi que a virtualidade não significa inexistência... aqui aprendi que por detrás destas máquinas a que chamamos computadores existem pessoas que, como eu, não são boas nem más, são aquilo que são. Obrigada pelas horas, pelos dias e pelos meses em que se deram a conhecer tal e qual como são. Obrigada pelas lições de vida e, acima de tudo, obrigada pela companhia. Sim, vocês foram companheiros importantíssimos numa fase da minha vida. Devo-vos isso. Devo-vos terem-me feito sentir que pertencia a algum lado. Nunca me fez diferença não vos conhecer as caras. Vocês são lindos. Obrigada Cereza. Até sempre! Ana


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