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Urban Jungle

pensamentos, divagações e tangas da selva urbana

pensamentos, divagações e tangas da selva urbana

Urban Jungle

15
Abr06

Sem titulo

Cereza

A  realidade é q não te amo com os meus olhos,

que descobrem em ti mil falhas.

Mas com o meu coração, que ama o que eles desprezam e,

apesar do que vê,

adora apaixonar-se."

 

William Shakespeare

 

Feliz Pascoa para todos!

13
Abr06

Desilusão

Cereza

I See The Fear In The Things We Don't Understand
I See The Fear In Another Blind Man
I Can't Hold Back This Fight That Stills Inside
I Can't Hold Back Who I Am



I Know You're Strong
I Know You Belong
I Know You Are Strong
My Beautiful One


          

 

Deito-me aqui no escuro, sozinha, em silencio, imovel, irrimediavelmente desamparada.
Apenas o meu pensamento corre, corre sem parar, rápido, demasiado rápido.
A desilusão tomou conta de mim, da minha alma, do meu corpo.
Petrificou-me, petrificou as minhas recordações.
Já não as quero, quero que fiquem longe, bem longe!


Ai desilusão, que amargo sabor,
mudas tudo,mudas as cores, as formas, o ar, as pessoas...
deixam de ter brilho, de ter coração, de ter sentimentos.
Violentam-nos a alma, sugam-nos o sangue e deliceram-nos o coração.
Usam palavras profundas, cheias de magoa e odio.
Sentimentos exaltados, pensamentos proibidos,
serenidade perdida.
O latejar do corpo.
Tarde demais.

Poison Ivy

 

 

12
Abr06

Conto

Cereza

Já podem clicar aí na barra do lado direito, onde diz: Visite o nosso CONTO DO URBAN JUNGLE, que vão ter directamente ao blog, onde se está a escrever o romance... do qual já não se entende nada hihihiihih.

Quem é que vai conseguir pegar nas "pontas" soltas e dar um rumo á história?

 

11
Abr06

Terrorismo

Cereza
Numa altura que em que se fala na "vontade" dos Estados Unidos invadirem o Irão, acho que vale a pena recordar este tema do terrorismo, escrito pela Queen Akasha.
         

            
          
Terrorismo há muitos tipos. Há o de estado, há o de grupos, há o do solitário que ousa falar contra a politica do seu governo.
A definição de terrorista está extraordináriamente difusa, e começa a ser usada para justificar acções menos claras. O quadro legal está a ser alterado e dentro em breve será possível classificar um grevista como um terrorista, pois está a perturbar.
 
O de estado é disfarçado de muitas coisas, mas seja qual for a desculpa, não há que enganar: uma invasão militar em que se bombardeia a população civil, se explodem com todas as infraestruturas e se envenena a terra com tonelada após tonelada de urânio empobrecido (sim, pobres de quem levam com ele) não pode ser considerada uma acção humanitária, A MENOS que estivesse a ocorrer uma chacina em massa e isto fosse o menor de dois males. Como a que se deu no Ruanda e não foi evitada? Mas afinal, perdoem a expressão, não passavam de pretos.
 
Agora fala-se muito do esforço de reconstrução.
É um objectivo importante, e há uns malandros que se lhe opõem. É uma acção humanitária, afinal? Atentem na palavra, constituída por 2 partes:
RE
construção.
O "re" é o ponto importante. Pois se as pessoas têm falta de água, andam a beber de poços inquinados, têm fome, não têm hospitais nem centrais eléctricas é por uma razão apenas, porque os américas explodiram com tudo isso. Nada mais.
 
Eles não estão ali como construtores, mas sim a reparar uma pequena parte da porcaria que fizeram e a dizer que estão a ser uns humanitários incompreendidos.
 
O Saddam era um tipo tenebroso e merecia a morte. Tanto ele como os seus filhos, e de uma forma particularmente dolorosa que servisse de exemplo. Seria de incluir todos os asseclas e patifes que comiam do mesmo prato, e deu-me gozo saber que aquelas criaturas estavam mortas. Só espero que o pai não se escape - e dai, espera. Deixa-o sobreviver muitos anos, a lembrar-se de quando realmente vivia e vivia bem, e mandava num país. Deixa-o lembrar-se dos filhos que já não tem.
Mas que mal fizeram os desgraçados que por lá andavam a conduzir autocarros e a varrer ruas e que foram os alvos reais de bombas e balas?
 
Quanto ao dano nas infraestruturas, não sei quem aqui tem o mínimo conceito de táctica operacional, mas, para uma campanha rápida como aquela era suposto ser, rebentar com centrais e infraestruturas tem um efeito mínimo. Seria um passo a tomar numa guerra prolongada, para limitar a capacidade do inimigo de recuperar e de construir material de guerra, mas nunca - NUNCA - para uma guerra curta.
 
As infraestruturas seriam algo a preservar, para permitir limitar os gastos logisticos com o sustentar da população, e para permitir uma rápida instauração de um governo próprio. Deste modo, limitava-se a presença a um mínimo indispensável, e saía-se com o mínimo de danos à população e sem mais delongas.
 
Uma campanha rápida necessita apenas de um máximo de violência aplicada às forças do inimigo, interditação da sua capacidade aérea e de reconhecimento e eléctrónica, e de um avanço súbito com corte de ligações.
Mais ou menos o que na realidade ocorreu, embora tenham sido desajeitados. Viu-se que a logistica falhou. Mas afinal de contas, são apenas Americanos. Um exército Alemão dos tempos malfadados do Hitler ter-se-ia portado melhor, ou mesmo um daqueles exércitos russos que em 1944, quando os Americados levavam chumbo na Omaha beach, iniciaram uma campanha que cilindrou um grupo de exércitos inteiro e avançou 700 kilómetros de uma assentada.
Mas são Americanos, tem que se compreender.
 
Voltando ao tema, reparem nisto - 95%+ de todo o dano à população causado por essas medidas deu-se DEPOIS da vitória, não antes.
 
Também não foi uma coincidência ter-se permitido todo o dano cultural que se seguiu à conquista, quando protegeram o ministério encarregado do petróleo e na rua em frente se deixou pilhar o maior museu de história de todo o médio oriente, com peças que são uma herança da humanidade.
 
Também não estranhem a miséria da população, a fome e a falta de medicamentos, causada por um bloqueio feroz de uma década para cá. As mortes e deformações de crianças cujos genes foram envenenados por urânio de balas.
 
O Iraque foi o alvo de uma campanha sistemática de empobrecimento e miséria, e este ataque foi o toque de caixa.
Não se pretendia, de forma alguma, sacar o Saddam e deixar os Iraquianos sozinhos. Foi necessário criar dependência, razões para manter lá as tropas, a presença, e iniciar o negócio da reconstrução... dos poços. Não se lembram como mesmo durante o assalto se dava imensa importância – e temia-se – aos campos de petróleo?
 
O que se pretendia era apenas estabelecer um governo que apenas tomaria ordens de Washington, manter tropas no local que se pagariam a si mesmas – com lucro – à conta do petróleo e seriam uma faca apontada à barriga de todos os países da zona. Depois os Iraquianos passariam as próximas décadas de barriga no chão a cantar ossanas à democracia e escravizados a pagar as dívidas internacionais assumidas tanto pelo Saddam como pelos seus conquistadores.
E provavelmente não se safam disso; tenho a fantasia que um dia surja lá um governante que diga "metam as dividas no traseiro. Não as reconhecemos", mas isto é irrealista. Não o poderiam tolerar.
 
Para pagar juros, o Saddam não era um criminoso. Para fornecer petróleo também não. Para limpar curdos e lutar contra o Irão também não.
Mas já foi um criminoso – e burro – quando quis passar a negociar o petróleo usando o padrão Euro, não o dollar. Sabiam desta? Os américas ficaram lixados, porque outros países da zona ficaram interessados na ideia.
 
Reparem que a ideia básica – e falhada – era mostrar ao mundo um Saddam a ser expulso do seu palácio num dia, meter um consul americano durante uns meses e depois fazer com que uma população submetida aceitasse um governo fantoche. Este seria depois declarado como incapaz de tomar todas as funções e precisando ainda do auxílio. Isso daria para uns tempos, com muita televisão sobre a reconstrução.
Mas os malandros não colaboraram. Em vez de flores, deram granadas aos americanos. Que ripostaram recheando carros com famílias de chumbo de canhão. E a coisa descambou. E tem descambado desde então.
 
Detesto o Saddam. Não tenho respeito pelos países do médio oriente, governados por umas elites que se enchem deixando os seus súbditos na miséria quando, com os recursos da zona, podiam ter criado uma renascença. Mas tenho que respeitar uma população que, embora ignorante e carregada com uma religião que lhes enche a vida (como foi o caso da europa em tempos felizmente já passados), tem uma força de vontade ináudita.
 
E compreenderam que esse recurso é só deles, deles e dos israelitas. O mundo ocidental ganhou uma sensibilidade exacerbada e não tolera mortes. Os americanos berram e gritam por terem tido 600 mortos. 600? Uma batalha como a de Kursk teve perto de um milhão de mortos, quando todo o pó assentou.
 
E aqui vamos ao terrorismo de grupos.
Eles usam o terrorismo como recurso porque não têm outros. A opinião internacional está-se a borrifar para eles. Exércitos convencionais seriam como formigas ao pé de um lança chamas contra os américas ou mesmo contra a europa. Os israelitas fazem deles o que querem, tendo um dos exércitos mais duros do mundo (em oposição aos americanos, que são extremamente bem equipados, mas um bocado moles). Não têm força aérea nem marinha. Artigos no jornal? Não me façam rir. Votar? Em quem? No quê? Onde?
 
Partem então para a violência. E é verdade, são terroristas. Abater trabalhadores num comboio é totalmente repreensível. Infelizmente estes terroristas não sabem onde tomar acção, nem como, e por isso explodem indiscriminadamente, tentando com o terror e o meio ganhar... nem eles sabem bem o quê. Se for para la um Yasser Arafat, inaugurarão uma nova era de corrupção e nepotismo e nada, nada mudará.
 
Mas eles continuam, porque não sabem que mais fazer e querem magoar o mundo que os magoa.
 
Felizmente têm pouca imaginação.
Queen Akasha
 

Já está a andar o "Conto do Urhan Jungle" . A nossa história escrita a várias mãos, já tem prologo (Flyman) e o primeiro Capitulo escrito pela nossa Morgaine e o segundo pela SecretSmile! Agora quem se segue?

Para acederem ao Conto UJ, têm de ir ao seguinte endereço: http://contouj.blogspot.com/ . Adicionem-no já nos favoritos. Vou por este endereço na barra lateral aqui do UJ.

 

Quem quiser escrever o capitulo seguinte, é favor deixar nos comentários do blog Conto do Uj. Por falar em comentários... USEM-NOS!

 

 Espero que gostem!

10
Abr06

Conto do Urban Jungle

Cereza

 

Já está a andar o "Conto do Urhan Jungle" . A nossa história escrita a várias mãos, já tem prologo (Flyman) e o primeiro Capitulo escrito pela nossa Morgaine e o segundo pela SecretSmile! Agora quem se segue?

 

Para acederem ao Conto UJ, têm de ir ao seguinte endereço: http://contouj.blogspot.com/ . Metam-no já nos favoritos. Vou por ainda hoje este endereço na barra lateral aqui do UJ.

 

Quem quiser escrever o capitulo seguinte, é favor deixar nos comentários do blog Conto do Uj. Por falar em comentários... USEM-NOS!

 

 Espero que gostem!

 

Aceitam-se opiniões e sugestões! 

 

09
Abr06

DESAFIO: A Demanda

Cereza

Há muito que queria fazer um desafio aos "paineleiros" do Urban Jungle. Resolvi para isso publicar o prologo de um "conto" escrito pelo Flyman, na altura em que estivemos fechados para obras. Como temos excelentes escritores no UJ, o desafio consiste no seguinte:


1.Os "paineleiros" são convidados a dar seguimento a este conto... "DESAFIO" os chamados "carismáticos" e não só... ficam alguens dos nomes que não vão poder fugir. DESAFIO (dos mais "faladores") a Morgaine, Abel, Bonecarussa, Marco Neves, Narag, Lua, SaloiaLoira, Tex, marta, Flyman/Erina, Pataniska, Queen, Devilgirl, Vanessa, SecretSmile... e até eu.. que não sei escrever contos.


Dos mais recentes comentadores o meu desafio vai para Carlos, Encantos e Paixões, Raio de Sol, Joaquim Costa, Mina, Elvira, Shakermaker... e todos os outros que não mencionei... mas que irei fazê-lo ao longo do nosso romance!  Todos podem participar.




2.Cada um de vós escreverá um capitulo, com o tamanho que entenderem, dando o rumo que quiserem à história, pegando no ultimo post do romance. 


3.Quando sair o Capitulo, o "paineleiro" avisa-me nos comentários e diz que quer apanhar a história a partir daquele momento. Os textos serão enviados para cereza@sapo.pt. Se por algum motivo a história estagnar, serei eu a escrever o capitulo seguinte para lhe dar um rumo novo. 


4. Como sou a ditadora do sitio.... a primeira paineleira a dar seguimento a esta história é a Morgaine!
Vou abrir uma pagina onde será editado todo o Conto! Mais á frente deixarei aqui o endereço.




Vamos então ao prologo, sem antes agradecer ao Fly, porque ele já entendeu o tipo de história que me põe "arrepiada".


Que acham da ideia? Há dúvidas? Sugestões? Criticas? Deixem nas nos comentários! Boa sorte, e boa "inspiração"!






             




 
PRÓLOGO
 


Ela sentia-se um reflexo do que se passava em redor daquele chaço que ameaçava parar a todo o instante. Sem poder considerar-se uma tempestade, aquele dia de Março era tudo menos primaveril. Ventos fortes, céus com mais cinzentos era impossível e a chuva não parava de cair, acompanhada a espaços por descargas eléctricas. Até a cor da paisagem tinha soçobrado aos elementos. O som das escovas a passar pelo pára-brisas era a única musica que conseguia ouvir. Isso, e o ranger da chapa e das molas. Quase meia hora se tinha passado, desde que se cruzara com alguém naquele caminho. 



 A angústia crescia cada vez que olhava para as árvores que se debruçavam à sua passagem, vergadas pela força do vento. Nem carros, nem casas, nem indicações de que espécie fossem para confirmar que era por ali. Haviam já umas boas dezenas de quilómetros que a luzinha irritante do tanque de reserva se tinha acendido. Havia de blasfemar ou rezar? De uma coisa não havia duvida: estava a precisar de ajuda, e não era pelo raio do telemóvel que ia chegar. Para além de estar com a bateria nas últimas, tinha deixado de apanhar rede desde que saíra do último vilarejo. Aquele motor também fazia notar que não seria apenas gasolina a mantê-lo a trabalhar por muito mais tempo. Pelo espelho retrovisor, via uma nuvem de fumo que se sobrepunha às gotículas de água lançadas pelo carro à sua passagem. 




De repente, surgido por entre o arvoredo à sua esquerda, um muro alto de pedra. Mais à frente um portão de ferro estava aberto, entrecortando aquela extensa parede. Parou mesmo à sua frente e olhou para dentro da propriedade. Ao fundo de um caminho de terra batida, erguia-se uma grande casa, parcialmente coberta de trepadeiras. Parecia estar desabitada. Quando procurou no mapa alguma referência aquele sítio, ele não lhe disse nada. Não mencionava qualquer casa, solar, castelo. Nada. Estava a entregar-se lentamente ao desespero. Precisava mesmo de ajuda. Estava perdida e o carro não prometia muitos mais quilómetros, já não pensando na pouca gasolina que tinha. Ligou o pisca, voltou à esquerda e entrou. Por breves instantes, relaxou e sorriu a pensar para que teria feito pisca, naquele meio de nada, onde não encontrava vivalma. Avisar quem, de que ia virar?



O som dos pneus a pisar a terra batida parou, quando ela finalmente deteve a marcha da carripana, mesmo em frente à porta daquela enorme casa. Estaria alguém? De facto, estava um pouco constrangida por ir tirar esse alguém do seu conforto e sossego, especialmente num dia como aquele. Mas... e se não estivesse ninguém? Como iria sair dali? 




        


Relutantemente, saiu do seu parco abrigo e dirigiu-se à porta, subindo uns poucos degraus que a levavam ao alpendre da entrada. A casa parecia bem antiga. Tal como o muro, também era de pedra. Estava diante de uma grande e maciça porta de madeira. As janelas estavam com as portadas fechadas. Mesmo assim bateu à porta com a maciça aldraba de ferro, em feitio de sapo, fazendo um estrondo considerável. Nada. Voltou a bater com mais força. Nada. Passados uns instantes, voltou-se para o carro e ainda deu um ou dois passos, mas foi quando finalmente a porta se abriu. Um vulto convidou-a amavelmente a entrar. De início hesitante, teve a tendência de espreitar antes de entrar. Entrou. A porta fechou-se assim que cruzou a entrada.

Nunca mais se soube nada dela. Foi mais uma comentadora do Urban Jungle que deixou de ser vista no blog...






Flyman

07
Abr06

Súcubus

Cereza

  

Eu acho este poema sublime., por isso não resisti em coloca-lo no UJ. 


Sucubus: espírito feminino que dizem ser uma entidade sexual, que nos visita nos sonhos eróticos.


         



"Venha, renda-se a mim,
Ouça e atenda ao meu chamado,
Sinta o meu cheiro,
Pleno de luxuria e desejo
E entregue-se à fúria da paixão.
Não adianta lutar, você não pode negar
O desejo ardente em eu ser.
Não há como se esconder ou fugir,
Você quer me amar, adorar e possuir,
Mesmo sabendo que irá se destruir,
Mas não pode e não quer evitar
Este desejo incontrolável, indomável, de vir
E se entregar, para em meu fogo se consumir.
Por mais medo que você tenha
Nada impedirá que eu venha e lhe possua,
Inclusive você até com isso sonha,
Embora não seja capaz de admitir
Desejar me tocar, me possuir.
Mas eu virei suas fantasias obscuras realizar,
No meio de uma noite escura,
Surpreendendo você em seu leito,
Usando e abusando de seu corpo
Ao meu bel-prazer,
Os seus sonhos de pureza e candura
Transformados em lascivos turbilhões de pecado e luxuria.
E, em troca do seu êxtase, toda a sua energia beberei
Para o meu deleite profano.
Após saciar minha sede, lhe abandono,
Deixando-o a sós com sua dor e pesar,
Delirando e conjeturando se tudo foi mera loucura,
Ou se realmente eu o visitei,
Vampirizando e abusando do seu corpo mortal.
Mas, confesse o quanto você gostou, se deleitou
E se excitou ao desfrutar do prazer carnal
Com uma demônia tão temível e irresistível como eu."

(19/11/2002)
Thaís Andrade



Esta música pertence á banda sonora do filme "From dust till dawn".
Chama-se After Dark dos Tito e Tarantula.
Fala de uma "Vampira" ou "Sucubus" que apenas aparece ao apaixonada depois de escurecer.

Watching her
Strolling in the night
So white
Wondering why
It's only After Dark

In her eyes
A distant fire light
burns bright
Wondering why
It's only After Dark

I find myself in her room
Feel the fever of my doom
Falling falling
Through the floor
I'm knocking on the Devil's door

In the Dawn
I wake up to find
her gone
And a note says
Only After Dark

Burning burning
in the flame
Now I know her
secret name
You can tear her temple down
But she'll be back
and rule again

In my heart
A deep and dark
and lonely part
Wants her and
waits for After Dark

06
Abr06

Carisma

Cereza

Estava eu a passar os olhos pelo arquivo do Urban Jungle, e reparei numa coisa interessante. Há pessoas, ou direi “paineleiros”, que conseguem sempre estabelecer ligação muito forte com os restantes participantes do blog, seja lá porque motivo for!

 

São o que chamo pessoas com CARISMA... Carisma... ou se tem, ou não se tem... não há meio termo!

 

        

 

De um modo geral estas pessoas conseguem estabelecer  uma “ponte” muito forte com as outras pessoas, há uma habilidade de atrair os outros para junto de si. Na minha opinião esse traço da personalidade é algo inato, que se vai desenvolvendo com o tempo.

 

Dizem  os entendidos que pessoas carismáticas, são aquelas que “amam a vida” , e geram esperança nos outros, até pode ser.. mas na minha opinião carisma é muito mais que isso... Não precisamos de andar sempre com um sorriso nos lábios e de bem com a vida para ser carismáticos... é algo mais forte que isso!

 

Simpaticos, cultos, educados, bonitos, ou não... um individuo com carisma consegue ter uma espécie de ascendente sobre o outro. É uma pessoa admirada, e por vezes nem se sabe bem porquê. Será o chamado “savoire faire”, o charme, a inteligência, a beleza, a cultura? Afinal é o quê? Pessoalmente não sei dizer... é-se carismático, e ponto!

 

Tomemos como exemplo as pessoas famosas, ... seja de que area fôr... há muitas certo? Mas quantos há com carisma? Que nos levam a (des)gostar quase cegamente sem saber nem a razão porque o fazemos.

 


Pessoalmente acho que uma pessoa carismática, até pode ser conflituosa, rebelde, geradora de algum desconforto.. mas mesmo assim não deixa de ter uma certa ascendência sobre os outros. Provavelmente porque tem o tal savoire fair, ou jogo de cintura, e se calhar também alguma sorte...

 

Dou um exemplo disso... Digam-me, quantas pessoas apreciam o estilo de apresentação de Manuela Moura Guedes? Aposto que neste momento a maioria estará a dizer: “Céus detesto essas mulher!” Pois é, é possivel... mas a verdade é que tem carisma. Prova disso é como as audiências do Jornal Nacional subiam em flecha, quando era ela a apresentar. De resto era o Jornal mais visto dos 3 canais. Isto é o quê? Na minha opinião carisma!

 

Carisma é no fundo uma “habilidade” de atrair as pessoas! Num filme do realizador Martins Scorse (um carismático) há uma personagem que dá a definição interessante de carisma:

 

" É uma qualidade especial. Não importa o que estiver a acontecer, cada passo que dêr, cada palavra que disser, as pessoas vão estar interessadas".

 

 

        

 

 

E isso nota-se aqui no Urban Jungle. Há de facto paineleiros com carisma! Paineleiros, que podem escrever longos textos ou 3, 4 linhas sem importância e mesmo assim todos comentam com o mesmo (des)prazer.

 

Deixo-vos dois desafios, quem são os paineleiros ou comentadores mais carismáticos do Urban Jungle?

 

Qual é na vossa opinião a mais carismatica figura nacional e internacional?

E já abaixo podem dar os PARABENS Á NOSSA CARISMÁTICA MARTA!!!!


Cereza

06
Abr06

Parabens Marta

Cereza

A marta ( True Colours ) faz anos hoje, e estava aqui a pensar, o que deveria oferecer-lhe neste dia... quando, eis que recebo um mail da Erina, e fez-se LUZ!

 

Marta um milagre! Uma reza...

 

Para ser abençoada com o Homem perfeito, repetir esta reza todas as noites antes de deitar...

 

                     

 

Santo Antonio, encontra-me noivo.
Santo Maroto como o da foto.
São Eleazar que me leve a passear.
São Gabriel, que me seja fiel.
São Hilario, que me dê todo o salário.
São Crispinho, que não seja um "rapidinho".
São Erasmo, que me leve até ao orgasmo.
Santo Tomás, pela frente e por detrás.
Santa Carlota, que a tenha bem grandota.
e
São Matías, que mo faça tooooodos os dias.
Assim seja. 

 

Amén.

 

PARABENS MARTA!!!!

 










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