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Urban Jungle

pensamentos, divagações e tangas da selva urbana

pensamentos, divagações e tangas da selva urbana

Urban Jungle

08
Mai06

Para a minha mãe (lua dourada)…

Cereza

Quem disse que o dia da mãe tem data. A filha da Lua mostra isso mesmo.

 

Ainda me lembro do dia em que me colocaste uma boneca feita de lã no meu berço. Dizem que os bebés não guardam memórias com menos de 3 anos (acho), mas lembro-me disso como se fossem ontem e se tinha 2 anos era muito…não abri os olhos para sentir o beijinho que a seguir sabia que me ias dar..

Viva o dia da mãe que nos trás boas memórias destas. Obrigada por existires lua dourada J do teu satélite ;) 
                                                                                                                                  Catarina
Comentário em Destaque:
De luadourada--
a 8 de Maio de 2006 às 21:22:
Obrigada filha... e obrigada J , com grande supresa deparei com este post , lágrimas cairam mas foi de alegria... OBRIGADA mais uma vez, por esse sorriso nos olhos todos os dias quando acordo que dá forças para enfrentar o dia com muito mais garra... Continua sempre assim Carneira :)))) ah e para todas as mães do MUNDO um grande beijo...
07
Mai06

(Des)Vestir

Cereza
     
O Verão está á porta, e com o calor só apetece "despir", e mostrar o bronze... certo?
Fica aqui um tema interessante da Bonecarussa.
.
.
Whenever these blue teardrops are falling
Oh no - and my emotional stability is leaving me
There is something I can do
Oh- I can get on the telephone and call you up baby
Darling, I know you'll be there to relieve me
The love you give to me will free me
And if you don't know the things you're dealing
Oh- I can tell you darling, oh it's sexual healing
Get up, Get up, Get up, Get up
Let's make love tonight
Wake up, Wake up, Wake up, Wake up
'Cause you do it right
   
Nascemos nus. Mas assim que damos o primeiro berro, alguém trata de nos agasalhar. O acto de vestir é uma obrigação social. A nudez é um atentado à "moral" e podemos ser presos se a praticarmos. Ninguém anda nu na rua. Não? Tenho dúvidas.
Hoje em dia verifica-se uma certa "libertação" do corpo... já não são soutiens queimados e arremessados... é mesmo a moda das mamas à mostra, da exaltação dos umbigos, dos pêlos púbicos, da mostra do fio dental, dos boxers. Há uma tendência para a partilha do corpo com a generalidade dos transeuntes. Uma atracção pela exposição daquilo que, até à pouco tempo, era privado, ou seja, a esfera do público e do privado em termos corporais, está a mudar radicalmente.
Pensei um pouco mais nesta questão depois de ter assistido a uma conversa que passo a relatar.
Num grupo de jovens, um rapaz disse a uma rapariga:
- Olha, tens as mamas à mostra.
Ao que ela respondeu:
- Incomoda-te? Não gostas de ver?
Esta conversa não teria lugar há algum tempo atrás e se ele fizesse a pergunta, ela coraria e faria algo rapidamente para se tapar.
A resposta da garota foi um convite nítido e explícito.
Pessoalmente acho que a expressão "nem tanto ao mar, nem tanto à terra" devia ser mais aplicada, numa perspectiva de equilíbrio que se torna cada vez mais necessário e que é cada vez mais difícil de alcançar.
Porque continuamos a guardar, como quem esconde, as jóias, o ouro, e outros bens que consideramos valiosos e roubáveis, e expomos o corpo despudoradamente? O próprio estilismo da roupa tende a ser encarado como a forma de mostrar e não de cobrir. Tenderemos para a partilha efectiva e universal dos corpos? Sim, eu sei, tendo em conta o tamanho das peças de roupa, estas linhas já parecem um longo vestido de noite...
 
Bonecarussa
Heal me, my darling
I can't wait for you to operate
Heal me, my darling
I can't wait for you to operate
Heal me, my darling
I can't wait for you to...
Heal me, my darling
Heal me, my darling
Heal me, my darling
I can't wait for you to...
Oh baby, whenever these blue teardrops are falling

Heal me, my darling

Comentário em Destaque:

De flyman a 13 de Maio de 2006 às 02:51:
Difícil para a maioria mesmo, é interpretar o corpo como o envolucro que nos acompanha toda a vida. Sem falsos moralismos. Com naturalidade. Encarando a nudez como ela deve ser assumida: plenamente. Aceitando-nos como somos, imperfeitos mas sempre lindos! Espelhos? Os espelhos que se lixem! A mim, enquanto corpo, só eu me interesso. Borrifo-me no que o espelho me queria dizer. Näo lhe dou tempo, porque lá mais à frente já estou eu. A nudez é imoral? Depende do tempo e do lugar. Assim só por si, jamais! Aliás, um corpo nu é das coisas mais bonitas deste mundo. Ou os artistas, pintores, escultores, poetas, estäo todos errados?

De ^Erina^ a 14 de Maio de 2006 às 19:47:
Claro! Flyman tu lá sabes do que falas...

05
Mai06

Os escorpiões (Dueto)

Cereza
When she embraces
And your heart turns to stone
She comes at night when you're all alone
And when she whispers
Your blood shall run cold
You better hide before she finds you

Whenever she is raging
She takes all life away
Haven't you seen?
Haven't you seen?
The ruins of our world.

Este poema foi-me mostrado por amigo, e de imediato pensei pô-lo aqui no Urban Jungle. Não só porque sou escorpião, mas também pela beleza do escrito.
Adorava escrever assim, mas conheço as minhas limitações. Mas o mais fascinante neste trabalho é o facto de ser escrito a dois: Uma mulher e um homem.
É fascinante ver como duas pessoas tão parecidas (ambas escorpiões) conseguem escrever uma para a outra completando-se.Eu cá já me contentava que escrevessem algo só para mim!
           
O mês de outubro os excitava.
O período favorecia a dança do acasalamento.
Não cessariam os movimentos até que copulassem.
Mas ciente da instintiva acção depois do acto,
ele adiaria ao máximo o orgasmo de ambos.
Em movimentos circulares,
girando ao redor do fogo que os incendiava,
exibiam-se vorazes um ao outro.
A nudez constrangida pelo sol escaldante
foi um convite irrecusável...
( Nina )
.
Apesar do medo, ela era irresistível.
Ali mesmo, aos olhos do sol, fervilharam os hormônios.
Quentes, rápidos e intensos copularam os dois animais.
Precoces como o instinto manda,
mas próximos demais...
.
A satisfação lhes reduziu a tolerância
e a natureza assassina tomou lugar.
O círculo da condescendência se dissolveu.
Feromônios já não perfumavam.
Súbito e preciso
o instinto gritou: defenda-se escorpião!
Antes que ela o decepasse, no peito dela cravou seu ferrão...
.
O sangue que escorreu não lhe apeteceu
então ao genoma ordenou: "meia volta!"
Volveu um soldado
para no efêmero buscar aquilo que perdura.
Novamente à procura de sexo e morte ele partiu.
( Marte )
.
Curvada pela dor do ataque surpresa,
mas imune ao veneno inoculado, não se deu por satisfeita.
Lambeu na fenda aberta o sangue frio que esvaía.
Escorria-lhe por dentro o ódio e,
por entre as pernas, o desejo de tê-lo.
Ela agora o queria inteiro dentro dela,
molhando-lhe o sexo e manchando a terra...
.
A excitação crescia fomentada pela traição.
Esgueirou-se por lugares apertados.
Jejuou por dias seguidos evitando movimentos bruscos.
Com o arsenal sensitivo ela o encontraria.
A maturidade sexual lhe rompia.
Acima das quelíceras, a boca húmida o ansiava.
Seguiu determinada a lambuzar-se nele...
( Nina)
.
Escorpião distraído!
Seu par não se mata com veneno,
toxina lenta e corrosiva,
apunhala-se no peito,
num só ato certeiro e decisivo...
.
Ai...
Agora o fantasma desta que me persegue,
insubstancial verdade que me assombra à beça.
Fantasma que recusa o jazigo,
nem notou que já cheira a sangue,
não dos predadores quentes, mas dos necrófagos vermes...
.
A intensidade com que vivera o sexo
prometia sono tranquilo.
Ao negar a clareza, da obsessão se fez presa.
Condenou-se a busca vã, eterna,
incessante, solitária, distante e pagã...
.
Arrastando seu telson, antes soberbo,
agarrou-se pela podrida pinça restante,
sujando seu ventre aberto e querendo vingança.
O soldado segue em marcha,
certo da morte e certo do fim.
Certo da paz e de que a amada de si aparta...
( Marte )
.
A boca de fogo líquido se encheu
tornando-a susceptível à fúria cega.
Seus instintos famintos já o cheiravam.
Desta vez ela seria definitiva...
.
O abscesso, borrado com sangue coagulado,
a mantinha prisioneira da crueldade nata.
Aquela ferroada sexual inesperada e seca
seria com maestria vingada.
Tudo estava planejado.
No seu sexo ela o prenderia
e durante o gozo sibilante dele,
com uma das pinças,
deceparia-lhe o telson...
.
A sensação libidinosa antecipada a assanhava.
O prazer do ritual prometia ser macabro.
Seus opéculos genitais sedentos ardiam febris.
E mesmo sob efeito do veneno
inoculado covardemente em seu peito
ela já quase gozava com o premeditado...
.
. A imaginação, naquele momento,
se sobrepunha à carapaça que,
ostensivamente, ele lhe exibira.
A frieza dele a mantinha
cada vez mais quente e molhada ...
( Nina )
.
Dera-lhe as costas havia muito.
Andava sem rumo.
Digeria no estomago o medo que o acompanhava.
Um fantasma o espreitava.
Maya era o veneno dele e dela.
A fúria detenta, o sorriso infantil.
Sexo promíscuo e a castidade servil.
Tudo neles era Maya, "aquilo que não é" ...
.
De repente ouviu a música do embate.
O soldado se sentiu guerreiro sem vitória.
Fumou um cigarro como tantos antes.
Olhou por sobre os ombros
e lá estava encarnada Maya,
"aquilo que não é" a persegui-lo em sangue e cólera.
Em desejo de vingança e em prazer e dor...
( Marte )
.
O momento decisivo havia chegado.
A vingança deveria chocá-lo.
A paixão intensa dissolvera-se no veneno.
A trajetória exaustiva até ele haviam-na transformado.
Voltou-se calma e em seu amor cheio de ódio,
aproximou-se determinada.
De joelhos, rasgou o próprio peito
e a única cura lhe ofereceu, sua vida...
.
A tirania dele, diante do ato, permaneceu muda.
Envolto numa aura dramática imprevista,
onde a morte se fez vulto,
chorou pelo instante por ela oferecido...
.
Incapaz de suportar o acurado instinto de sobrevivência,
ressentiu-se.
Agora seria sua vingança chocá-la.
Num ímpeto de ódio tomou-a em seus braços
e com um golpe único e certeiro, decepou-lhe a cabeça
sorvendo-lhe a intensa paixão prometida
e toda sua natureza instintiva inflexível.
A morte dela era vida.
( Nina )
.
Perplexo e chocado culpou-se o escorpião.
Desculpou-se por si, pela vida e por todas as coisas
cujo controle não mais detinha.
Ao corpo mutilado cantou-lhe as canções,
todas que ambos aprenderam a chamar de "nossas"
e da vingança se redimiu...
.
No momento cego, livrou-se das ilusões.
Do sangue intenso que do amor jorrava,
viu brotar pétalas rubras.
Em lágimas, a elas levou seus lábios
e seu último e desnecessário juramento proferiu:
"Deixo-te em paz meu amor!"
( Marte )
04
Mai06

Rititi

Cereza
Já uma vez tinha lido um artigo neste blog que achei muita piada. Não sei como, acabei por perder-lhe o rasto... Ontem num comentario ao post "ninguém" uma anónima utilizou um texto da Rititi. Está excelente!
          
Quarta-feira, Maio 03, 2006

 

Querido Blogue,
No meu Portugal está tudo parvo. Ai, ai, ai, que a minha vida é tão triste, ai, ai, ai, que a gente não tem dinheiro, ai, ai, ai e a depressão, a recessão, a inflação e constipação do cão, ai, ai, ai, que há de ser de nós, pobres, sem esperanças até para a segurança social na rua da amargura como o nosso fado, ai, ai, ai, quem nos salvará desta sina, ai, ai, ai, que sobem os juros, ai, ai, ai minha machadinha que a culpa, essa, nunca é minha.
Olha, deste lado da fronteira tenho a vos dizer: fodei-vos! Que falta de pachorra, cum caralho, dasse que uma gaja já não vos pode ouvir. Uma semana em Lisboa e tudo com a mesma lenga-lenga tremendista: comerciantes, jornalistas, bancários, putas e pretos, bêbedos, dealers de drogas duras, taxistas, funcionários da EPAL, arrumas e vendedores de botões, designers, modernos e instaladores, canalizadores, quiosqueiros, alunos de liceu, comentadores e colunistas, pensadores, arrivistas e gentes que a gente até acha sérias e voluntariosas, trabalhadoras e peritas em Kama Sutra.

No fundo trata-se de uma questão de sorte, ou melhor, da sorte que OS PORTUGUESES (sim, sim, não virem a cara que a conversa é com vocês) achamos que a história, o descobrimento do Brasil, Fernando Pessoa e a bunda brasileira nos deve. Afinal, se estamos neste estado deplorável (pobres, feios e mal fodidos segundo todas as crónicas da imprensa séria) é porque um cataclismo universal que só afectou Portugal nos impediu de ser tão altos como os alemães, ricos como os noruegueses e felizes como qualquer Pepe de Sevilla. Porque o nosso mal é estrutural, estruturante e endémico, uma putada genética, um cancro que nos recome a economia e a vontade de seguir em frente desde que sucumbiu Lisboa, ou entrou a Inquisição, ou quando chacinámos aqueles judeus todos, ou no 25 de Abril ou quando perdemos o Europeu. Ou, ou, ou...

A culpa, minha machadinha, nunca é minha. Dos políticos e do regime, toda a gente sabe, ao tempo que um perigosíssimo sentimento patriótico inunda as janelas e conversas do meu Portugal. Bandeiras para paliar as contas a negativo, a tristeza, as olheiras e os incêndios. Bandeiras e hinos contra a corrupção nas autarquias e as faltas não justificadas dos deputados. Bandeiras a preparar o caminho para um tirano, um demagogo qualquer que nos diga que a culpa é dos deputados, da política e do Estado das coisas. Está tudo pronto para levar no cuzinho, grátis e sem vaselina. E gostaremos de ser mandados, gozados e expoliados do único que nos resta: a decência.

Realmente é de ter pena. E muito medo. Coitadinhos, pá.


Contudo, ainda há quem tenha esperança. Diz o Francisco José Viegas, na Origem das Espécies que «Se os «indivíduos» fossem mais exigentes, mais corajosos na sua exigência (para consigo, para com o Estado, para com os serviços prestados pelos outros), andaríamos muito melhor. Nem era preciso chegar aos quartos-de-final e às festas na Expo se Portugaaaale passar nas eliminatórias do Mundial.»
in: Rititi -  http://www.rititi.com
Comentário em destaque:
De:
Marco Neves

Data:
5 de Maio de 2006 às 14:08

Comentário:
Realmente estas alminhas do "Aiii que a vida está tão mal que já nem tenho dinheiro prás sardinhas. Enquanto a vida vai e não vai, vou vivendo a fingir que conto tostões e habituo-me rapidamente a passar os Domingos à tarde num centro comercial a olhar para as montras. Queixo-me o tempo inteiro que trabalho muito e recebo pouco mas a realidade é que me pagam para não produzir. Sou tão civico em tudo o que faço que quando aquele filho da mãe me papa no semáforo só acho que merecia estar o dobro do tempo que o Nikki Lauda ficou dentro do carro. Entretanto enfio-me num avião para o Brasil para um resort de qualquer-coisa-assim-para-andar-como-um-rei-em-chinelos-e-num-carocha-carroçaria-de-fibra. Armar-me em fino quando falo, isto quando não vou com o resto da carneirada pela A2 rumo ao Sul. Compro um Peugeot 206 que é como os telemoveis, toda a gente tem um. Por falar em telemoveis, já me deixei de andar com ele pendurado no cinto mas agora tenho polifónicos e tal. Falo mal dos Espanhóis porque gosto mas tenho o estigma de não poder sobreviver sem eles. Digo que não tenho tempo para nada, que esta vida é um stress, mas se me perguntam o que fiz nestas 24 horas... não fiz nada! Gasta-se mais um serão em familia a olhar para a televisão, coço-me e pouco mais. Não gosto dos ciganos mas os Dvds a 5 "euróis" sabem tão bem.. ". Enfim, só não os mando à merda porque sinto que ficaria sozinho...... (breve pausa)...... epah, vão à merda!

03
Mai06

Ninguém

Cereza

 

"...And not like the times before
From yesterday comes tomorrow
When life comes alive the past moves aside
No regrets and no remorse"



O que é isso a que alguém
que não deve de ter vivido
neste mundo de ninguém
e se deve de ter perdido
na terra da saudade...
Não! Não neste mundo
onde não há lugar para a verdade
só para a mentira e hipocrisia
e todos um dia saberão
que tinha razão quando dizia
que mais vale morrer
que neste mundo de ilusão
Viver....


NequidNimis

Completem se quiserem: "Hoje sinto-me...

( boa ideia DevilGirl )

 

 

Comentário em Destaque:

 

De:

flyman


Data:
4 de Maio de 2006 às 18:29


Comentário:
Hoje sinto-me desalinhado, fora dos eixos, diferente de pensamento, aparte, capaz de pensar por mim, de ver com os meus olhos, indiferente ás notícias que me entram pela casa dentro, incrédulo perante aquilo que me dizem que é "a verdade", raivoso perante a passividade, irado pela aceitação do que está mal, com a mania da contradição em relação ao que me dizem "que assim é que é bom". Hoje sinto-me acordado.


02
Mai06

Conto UJ

Cereza

"... I've been looking for a savior in these dirty streets
Looking for a savior beneath these dirty sheets
I've been raising up my hands
Drive another nail in
Just what God needs
One more victim


Why do we crucify ourselves
Every day I crucify myself
Nothing I do is good enough for you
Crucify myself
Every day I crucify myself
And my heart is sick of being in chains..."

Bem o nosso conto já vai com 14 capitulos, mas ainda nem chegamos a meio. Volto a lembrar a todos quantos nos visitam, que podem participar no conto do UJ... para tal basta clicar no link que está na barra do lado direito deste blog onde diz "Visite o nosso: CONTO URBAN JUNGLE

A seguir é só ler e dar sequência á acção.

 

Volto a fazer o desafio aos seguintes "paineleiros" que ainda não escreveram:

 

 

Abel,  Narag, SaloiaLoira, Flyman/Erina, Queen, Devilgirl, Vanessa, Carlos, Encantos e Paixões, Raio de Sol, Joaquim Costa, Mina, Elvira, Shakermaker. Suicidal, Driade, soli__daria, Setembro... enfim a TODOS!

 Podem deixar nos comentarios as vossas dúvidas, sugestões, criticas... o que entenderem por dizer!

Para quem não sabe, a ideia é depois publicar o conto numa edição limitada. (Tal como o UJ)

Mas para isso preciso de facto da vossa ajuda!

01
Mai06

Espelho

Cereza

Leiam esta frase com atenção, e vejam lá se não é verdadeira?  (Infelizmente )Quanto mais penso nela, mais sentido me faz.

 

              

 

 "Um homem apaixona-se ou deseja uma mulher,

não pelo que ele sente por ela,

mas por causa do que ela faz para que ele se sinta bem consigo mesmo"

 

 

Comentário em Destaque:

 

De:
WG


Data:
5 de Maio de 2006 às 11:58


Comentário:
O que é que veio primeiro, o ovo ou a galinha? Será que interessa assim tanto?

Para mim é uma frase perfeitamente pacífica. Qual é o problema se for verdade? Qual é o problema se for mentira?

Queria também referir que a ser verdade será também verdade das mulheres em relação aos homens. Na realidade, a frase deveria referir "pessoa" e não homens e mulheres. E, já agora, a frase tanto se aplica ao amor como à amizade.

Mas gostei de ver todos os preconceitos a virem ao de cima... LOL


01
Mai06

Há dias assim… II

Cereza
"...these tears i've cried
i've cried 1000 oceans
and if i'm. floating.
in the darkness
well, i can't believe that i would kep.
keep you from flying
and i will cry 1000 more if that's
what it takes to sail you home
sail you home sail you home."
 
Hoje, desfiz o puzzle da minha vida….
Hoje, disse não porque quis…
Hoje, não fiz a cama porque sim…
Hoje, virei-me do avesso, só pelo prazer de pensar diferente…
Hoje, deixei que as lágrimas corressem sem ter um nó na garganta….
Hoje, gritei à força toda só pelo prazer de o fazer…
Hoje, deixei que a mulher carente que habita em mim dominasse o meu ser….
Hoje, chorei pelo passado, ri-me do presente, e suspirei pelo futuro….
Hoje, tive pena daquela que sonhava quando era menina…
Hoje, disse “a-deus” ao que me incomodava ontem…
Hoje… tenho tantas saudades do amanhã….
Pataniska

Pág. 3/3

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